Results for 'Filosofia Transcendental'

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  1.  99
    Filosofia Analitica e Filosofia Continentale.Sergio Cremaschi, Karl-Otto Apel, Jürgen Habermas, Michael Strauss, Ernst Tugendhat, Zvie Bar-On, Roberta De-Monticelli, Kuno Lorenz, Albrecht Wellmer & Rüdiger Bubner - 1997 - 50018 Scandicci, Metropolitan City of Florence, Italy: La Nuova Italia.
    ● Sergio Cremaschi, The non-existing Island. I discuss the way in which the cleavage between the Continental and the Anglo-American philosophies originated, the (self-)images of both philosophical worlds, the converging rediscoveries from the Seventies, as well as recent ecumenic or anti-ecumenic strategies. I argue that pragmatism provides an important counter-instance to both the familiar self-images and to the fashionable ecumenic or anti-ecumenic strategies. My conclusions are: (i) the only place where Continental philosophy exists (as Euro-Communism one decade ago) is America; (...)
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  2. Conhecimento racional por conceitos (filosofia) e conhecimento racional por construção de conceitos (matemática).Marcos Seneda - 2018 - Estudos Kantianos 6 (2):45-52.
    A distinção entre filosofia e matemática enquanto modos de operação da razão tem presença marcante nos cursos de Lógica de Kant, mas igualmente articula diversas soluções de problemas no interior do pensamento crítico. No entanto, ela data do período pré-crítico, tendo se tornado bem explícita já na obra Investigação sobre a distinção dos princípios da teologia natural e da moral (1764). Quase duas décadas depois, essa distinção será retomada na “Doutrina transcendental do método”, contida na Crítica da razão (...)
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  3.  45
    Kant Ea Subjetividade Transcendental.Roberto Markenson - forthcoming - Revista de Filosofia. João Pessoa: Ufpb.
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  4. Breves Divergências entre Filosofia e Ciências.Emanuel Isaque Cordeiro da Silva - manuscript
    Com o conceito de Filosofia já explicado no trabalho (DOS PROBLEMAS FILOSÓFICOS E SUAS CARACTERÍSTICAS), podemos agora conferir uma ideia mais clara da filosofia se a compararmos com o conhecimento científico tal como atualmente se entende, isto é, com as ciências experimentais. Uma vez a filosofia sendo distinguida com relação às ciências experimentais, faremos uma comparação das soluções que outorgam os dois níveis de conhecimento frente ao mesmo assunto para elucidar, por exemplo, na frente do homem, o (...)
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  5. Ten Strategies for the Trinity: God as Transcendental Multiplicity and Ipsa Relationalitas.Damiano Migliorini - 2019 - Nuovo Giornale di Filosofia Della Religione 9 (1):1-20.
    In the following paragraphs, I will describe ten strategies through which we can show the weaknesses of every form of theism, while postulating that the Trinity is a good solution. This approach follows up on Swinburne’s claims about the existence of a priori and a posteriori proofs for the existence of the Trinity (his proofs are part of the sixth strategy). Clearly, these strategies are not “new”: they have been advocated by many thinkers in the past and in the present. (...)
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  6. Construyendo aprendizajes en Filosofía.Miriam Dolly Arancibia - 2015 - Publicación de autor.
    RESUMEN Este libro contiene guías prácticas para aprender filosofía y destinadas principalmente a estudiantes de Filosofía Social. Proporciona sugerencias de actividades y fotografías a utilizar en las investigaciones. El objetivo principal es ayudar a los estudiantes a encontrar formas de hacer filosofía como una experiencia vivida. Las actividades se basan en teorías pedagógicas y filosóficas que promueven el desarrollo del pensamiento crítico y complejo: Epistemología de la complejidad de Edgar Morin, las propuestas metodológicas de Matthew Lipman y la Antropología trascendental (...)
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  7. El papel de la noción de verdad en el planteamiento de la filosofía crítica de Kant.Stéfano Straulino - 2019 - Tópicos: Revista de Filosofía 56:49-74.
    The Role of the Notion of Truth in the Project of Kant’s Critical Philosophy [English] The discussion about Kant’s theory of truth usually revolves around his ascription to some version of the coherence or correspondence theory of truth, and the matching criteria of truth. These discussions often deliberate which theory of truth is most appropriate given the critical principles. Instead, this paper aims to exhibit, through the evolution of Kant’s notion of truth in his precritical years and through the project (...)
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  8.  23
    ¿Es Husserl un disyuntivista? La fenomenología ante un problema contemporáneo de la filosofía de la percepción.Rodrigo Y. Sandoval - 2019 - Acta Fenomenologica Latinoamericana 6:335-351.
    Under the framework of static phenomenology, I will introduce the Husserlian descriptions of the relation between sensible content and apprehension (Inhalt-Auffassungsschema), and the non-representationalist approach to perception of transcendental phenomenology. In order to place Husserlian phenomenology in a context marked by disjunctivism, I will confront some objections that emerged from certain readings of the transcendental method. Finally, I will reject the tightness of the debate between disjunctivists and representationalists, giving way to the possibilities opened by phenomenology in the (...)
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  9.  63
    Prejudecata, societatea şi tradiţia în filosofia polititică a lui Edmnund Burke.Darius Borovic - 2016 - Analele Universitatii Din Craiova, Seria Filosofie 2:132-150.
    At a first level of interpretation Burke's work might be considered a masterpiece of the conservatory ideology, but thanks to its profound reflections about the human nature, the state, history, and society, it becomes an authentic political philosophy. Burkes political philosophy is built on two fundamental conceptual pillars: prejudice and emotional rationality. These pillars ensure a logical and systematic unit to the diverse themes of his writings. The study is going to interpret the Burke’s philosophical contributions in the context of (...)
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  10. Immanuel Kant - Lições sobre a Doutrina Filosófica da Religião (estudo introdutório [extrato]) [Extrato].Bruno Cunha - 2019 - In Lições sobre a Doutrina Filosófica da Religião. Petrópolis - Cascatinha, Petrópolis - RJ, Brasil: pp. 7-53.
    O manuscrito estudantil das Lições sobre a Doutrina Filosófica da Religião, ministradas muito provavelmente no semestre de inverno de 1783/84, foi publicado pela primeira vez em 1817 por Karl Heinrich Ludwig Pölitz. Kant ministrou essas Lições tendo como base escritos metafísicos e teológicos que tinham sido publicados por influentes filósofos alemães de sua época (Alexander Gottlieb Baumgarten, Johann August Eberhard und Christoph Meiners). Mas, em suas Lições, Kant não apenas faz referência à posição desses filósofos. Ao contrário, ele também os (...)
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  11. Teoria crítica da sensibilidade e contrapartidas incongruentes em Kant.Marcos Seneda - 2017 - Kant E-Prints 12 (2):10-27.
    A Estética Transcendental é uma peça chave no programa de pesquisa que Kant desenvolveu e nomeou de filosofia transcendental. Ela se anuncia na Dissertação de 1770 e se configura de forma bem explícita na primeira edição da Crítica da razão pura, de 1781. O modo como Kant a concebeu permitiu-lhe separar radicalmente intelecto e sensibilidade, mas seria importante compreender a raiz dessa separação. Nesse texto procuramos mostrar que o opúsculo “Sobre o primeiro fundamento da distinção de direções (...)
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  12.  68
    Detrascendentalizing Subjetivity: Paul Ricoeur's Revelatory Hermeneutics of Suspicion.Nythamar De Oliveira - 2004 - Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 50 (2):371.
    O artigo esboça o desenvolvimento da hermenêutica filosófica de Paul Ricoeur a partir de sua fenomenologia da vontade em direção a uma hermenêutica da revelação, mostrando como o projeto radical de destranscendentalizar a subjetividade, subjacente à recepção francesa copntemporânea de uma hermenêutica da suspeita, terma por favorecer um retorno pós-hegeliano a Kant e reformula a filosofia transcendental numa correlação histórica e socialmente mediada entre linguagem e subjetividade, juntamente com uma dialética entre poesis e práxis.
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  13.  89
    Crítica à Metafísica.Emanuel Isaque Cordeiro da Silva & Alana Thaís da Silva - manuscript
    -/- FILOSOFIA: CRÍTICA À METAFÍSICA -/- PHILOSOPHY: CRITICISM TO METAPHYSICS -/- Por: Emanuel Isaque Cordeiro da Silva - UFRPE Alana Thaís Mayza da Silva - CAP-UFPE RESUMO: A Metafísica (do grego: Μεταφυσική) é uma área inerente à Filosofia, dito isto, é uma esfera que compreende o mundo e os seres humanos sob uma fundamentação suprassensível da realidade, bem como goza de fundamentação ontológica e teológica para explicação dos dilemas do nosso mundo. Logo, não goza da experiência e explicação (...)
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  14.  32
    Cientificismo Em Esteróides: Uma Revisão da ‘Liberdade Evolui’ (Freedom Evolves) Por Daniel Dennett (2003) (Revisão Revisada 2019).Michael Richard Starks - 2019 - In Delírios Utópicos Suicidas no Século XXI Filosofia, Natureza Humana e o Colapso da Civilization- Artigos e Comentários 2006-2019 5ª edição. Las Vegas, NV USA: Reality Press. pp. 95-111.
    ' ' As pessoas dizem repetidas vezes que a filosofia não progride realmente, que ainda estamos ocupados com os mesmos problemas filosóficos que os gregos. Mas as pessoas que dizem isso não entendem por que tem que ser assim. É porque a nossa língua permaneceu a mesma e continua a seduzir-nos a fazer as mesmas perguntas. Contanto que continue a ser um verbo ́para ser ́ que pareça como se ele funciona da mesma forma como ́para comer e beber (...)
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  15. Dos Problemas Filosóficos e suas Características.Emanuel Isaque Cordeiro da Silva - manuscript
    -/- DOS PROBLEMAS FILOSÓFICOS E SUAS CARACTERÍSTICAS -/- OF PHILOSOPHICAL PROBLEMS AND THEIR CHARACTERISTICS -/- Emanuel Isaque Cordeiro da Silva -/- l. A TENDÊNCIA FILOSÓFICA - A Filosofia surgiu graças à curiosidade humana. Os primeiros filósofos buscavam encontrar as respostas para perguntas perturbadoras sobre a verdade, o ser, a existência autêntica, o absoluto, a transcendência do espírito, a ideia de bem e mal, além de compreender esse mundo binário (o dilema: bem e mal) que tanto inquieta a humanidade desde (...)
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  16.  68
    Panorama Histórico dos Problemas Filosóficos.Emanuel Isaque Cordeiro da Silva - manuscript
    Antes de entrar cuidadosamente no estudo de cada filósofo, em suas respectivas ordens cronológicas, é necessário dar um panorama geral sobre eles, permitindo, de relance, a localização deles em tempos históricos e a associação de seus nomes com sua teoria ou tema central. l. OS FILÓSOFOS PRÉ-SOCRÁTICOS - No sétimo século antes de Jesus Cristo, nasce o primeiro filósofo grego: Tales de Mileto2 . Ele e os seguintes filósofos jônicos (Anaximandro: Ἀναξίμανδρος: 3 610-546 a.C.) e Anaxímenes: (Άναξιμένης: 586-524 a.C.) tentaram (...)
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  17.  43
    Comentarios sobre los significados de la apercepción trascendental en la deducción trascendental de las categorías, de Inmanuel Kant.Gladys L. Portuondo - 2003 - Dikaiosyne 9.
    Resumen El presente trabajo aborda el entramado de condiciones en virtud de las cuales Kant muestra la posibilidad del conocimiento objetivo; esto es, la posibilidad de la ciencia, en tanto estructura trascendental cuya articulación, referida a la apercepción, convierte a ésta última en clave para descifrar(describir) los límites del entendimiento. En este sentido, se muestra el significado de la apercepción trascendental para interpretar la filosofía de Kant en términos de una filosofía de la posibilidad, en la que el tema de (...)
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  18.  70
    Jaspers, Husserl, Kant: Boundary Situations as a " Turning Point".Gladys L. Portuondo - manuscript
    Abstract: The article summarizes some comments -as discussed in my book La existencia en busca de la razón. Apuntes sobre la filosofía de Karl Jaspers (Existence in search of Reason. Notes on Karl Jaspers' Philosophy), Editorial Académica Española, LAP LAMBERT Academic Publishing GmbH&Co. KG, Alemania, 2012- about the meaning of the boundary situations in the philosophy of Karl Jaspers, as a turning point regarding Husserl's phenomenology and Kant's transcendental philosophy. For Jaspers, the meaning of the boundary situations as a (...)
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  19. Conhecimento histórico e conhecimento racional.Marcos Seneda - 2018 - Estudos Kantianos 6 (2):37-44.
    Conquanto seja utilizada somente no terceiro capítulo da Doutrina Transcendental do Método, designado “A arquitetônica da razão pura”, a distinção entre conhecimento histórico e conhecimento racional é um topos básico das Lógicas de Kant, marcando a diacronia de suas reflexões metafísicas. No percurso aqui proposto para esclarecer essas duas noções, remontamos a Christian Wolff. Para situar a posição epistemológica da Filosofia, no Discurso preliminar sobre a filosofia em geral, Wolff explicita a diferença entre os conhecimentos histórico, filosófico (...)
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  20. Acerca de la interpretación de Landgrebe sobre el cartesianismo de Husserl.Patricio Agustin Perkins - 2014 - Investigaciones Fenomenológicas 11:203-222.
    Critico la teoría hermenéutica de Landgrebe sobre el cartesianismo de Husserl mostrando la estructura argumentativa en la que se inserta, lo que pretende y lo que está forzada a pretender. Su núcleo duro radica en los conceptos de crítica inmanente y lógica interna y tiene como meta final promover una idea de trascendental no-entitativa voluntarista y correlacional opuesta a la de un yo absoluto. Para probar esto, analizo tres niveles del cartesianismo de Landgrebe: primero, la síntesis contradictoria entre apodicticidad y (...)
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  21. Trascendentale.Alberto Vanzo - 2016 - In Luca Illetterati & Paolo Giuspoli (eds.), Filosofia classica tedesca: Le parole chiave. Carocci.
    This chapter explores Kant’s, Reinhold’s, Fichte’s, and Hegel’s stances toward transcendental philosophy and transcendental arguments. Having explained the new meaning that Kant assigned to the term ‘transcendental’, the chapter surveys his attempt to develop a transcendental philosophy by employing transcendental arguments. Since these arguments presuppose unproven matters of fact, authors who were deeply concerned by scepticism deemed them unsuitable for the task. The chapter explains how Reinhold and Fichte sought to establish solid foundations for (...) philosophy without relying on transcendental arguments. The final section of the chapter discusses whether Hegel, who rejected transcendental philosophy, employed transcendental arguments. (shrink)
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  22. El problema del límite según Hegel.Pedro Karczmarczyk - 2007 - Revista Eletrônica Estudos Hegelianos 4 (6):1-20.
    Resumen: En este trabajo examino la concepción hegeliana del límite intentando clarificar sus principales características.Comienzo ubicando la filosofía hegeliana en el contexto filosófico más general del idealismo alemán, entendiendoeste movimiento como aquel comprometido en el proyecto de proporcionar una deducción trascendental de loabsoluto. Dado este contexto, procedo a examinar las críticas de Hegel a a la filosofía de Kant, principalmente en la“introducción a la Fenomenología del espíritu . El artículo concluye evaluando la adecuación de la elucidación deltratamiento hegeliano del problema (...)
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  23.  22
    Fenomenologia y Fisica en Husserl, Weyl y Neelamkavil: Materia-Campo basado en Extensión-Cambio.Ruth Castillo - 2020 - Dissertation, Universidad de Alicante
    FENOMENOLOGIA Y FISICA EN HUSSERL, WEYL Y NEELAMKAVIL: MATERIA-CAMPO BASADO EN EXTENSIÓN-CAMBIO Castillo Ochoa, Ruth Transferencias Interculturales e Históricas de la Europa Medieval Mediterránea RESUMEN La historia de la terminología científica posibilita dar cuenta de 'cambios lingüísticos' o contingencia de términos en Ciencia. La Fenomenología de Husserl resulta un marco filosófico completo para elucidar significados en terminología científica enfatizando el carácter a priori de conceptos fundacionales, su aspecto contingente (lenguaje), intersubjetividad, sujeto transcendental y epojé. En tal sentido, soportar las (...)
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  24. Phenomenology and Physics: Approximation of Husserl's Ideas to Einstein's Theory of General Relativity.Ruth Castillo - 2018 - In Fabio Minazzi (ed.), Centro Filosofico Internzionale Carlo Cattaneo e Giulio Pretti. VA, Italy:
    En las actividades ordinarias de nuestra vida cotidiana encontramos nuestros actos de percepción confrontados por las cosas materiales. A ellos ─actos de percepción─ les atribuimos una existencia "real" asumiéndolos de tal manera que los sumergimos y transfundimos, de forma múltiple e indefinida, dentro del entorno de realidades análogas que se unen para formar un único mundo al que yo, con mi propio cuerpo, pertenezco. Ahora bien sí frente a la cotidianidad descrita anteriormente asumimos una actitud escéptica acerca de lo que (...)
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  25.  38
    Sobre Virtudes E Vícios. Aristóteles - 2014 - Kriterion: Journal of Philosophy 55 (130):739-746.
    Tomando como ponto de partida o diálogo "Clara", escrito por Schelling, o autor faz da conexão da Natureza com o Espírito o fio condutor da trajetória do pensamento schellinguiano. É, antes de tudo, na disputa com as filosofias de Fichte e Hegel, que se revela a convergência entre a concepção transcendental do Espírito e a filosofia da Natureza, dando-se assim a entender a importância de um conceito especulativo da Natureza como acesso ao mundo real. Taking the dialogue "Clara", (...)
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  26.  75
    Sociologia do Trabalho: O Trabalho e a Sua Evolução Conceitual ao Longo Da História – Sobre A Definição de Trabalho.Emanuel Isaque Cordeiro da Silva - manuscript
    SOCIOLOGIA DO TRABALHO: O TRABALHO E A SUA EVOLUÇÃO CONCEITUAL AO LONGO DA HISTÓRIA – SOBRE A DEFINIÇÃO DE TRABALHO -/- -/- SOCIOLOGY OF WORK: WORK AND ITS CONCEPTUAL EVOLUTION THROUGH HISTORY – ON THE DEFINITION OF WORK -/- -/- Emanuel Isaque Cordeiro da Silva – IFPE-BJ, CAP-UFPE e UFRPE. E-mails: eisaque335@gmail.com e eics@discente.ifpe.edu.br. WhatsApp: (82)98143-8399. -/- -/- RESUMO -/- Começamos, diminuto, com uma análise da complexidade do conceito de “trabalho”. Apresento ao leitor as várias interpretações que o mesmo termo (...)
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  27. Produção de conhecimento: uma característica fundamental das sociedades humanas.Emanuel Isaque Cordeiro da Silva - manuscript
    Produção de conhecimento: uma característica fundamental das sociedades humanas -/- 1. As diferentes formas de conhecimento A espécie humana não se limita a sobreviver no mundo. Ela também procura entendê-lo e modificá-lo de acordo com as diferentes formas como percebe a realidade. Essa busca, que articula a realidade objetiva e a subjetiva, é a matriz sobre a qual se constrói o que convencionamos chamar de conhecimento. Podemos definir o conhecimento como toda compreensão e prática adquiridas, cuja memória e transmissão permitem (...)
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  28. Performative Transcendental Arguments.Adrian Bardon - 2005 - Philosophia 33 (1-4):69-95.
    ‘Performative’ transcendental arguments exploit the status of a subcategory of self-falsifying propositions in showing that some form of skepticism is unsustainable. The aim of this paper is to examine the relationship between performatively inconsistent propositions and transcendental arguments, and then to compare performative transcendental arguments to modest transcendental arguments that seek only to establish the indispensability of some belief or conceptual framework. Reconceptualizing transcendental arguments as performative helps focus the intended dilemma for the skeptic: performative (...)
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  29.  68
    No Limiar do Pensamento Social: Novas Formas de Pensar a Sociedade.Emanuel Isaque Cordeiro da Silva - manuscript
    INTRODUÇÃO Para compreender como a Sociologia nasceu e se desenvolveu, é essencial analisar as transformações que ocorreram a partir do século XIV, na Europa ocidental, marcando a passagem da sociedade feudal para a sociedade capitalista, ou a passagem da sociedade medieval para a sociedade moderna. Para isso, é necessário realizar uma pequena viagem histórica, já que, para entender as ideias de um autor e de determinada época, é fundamental contextualizá-las historicamente. Em cada sociedade, em todos os tempos, os seres humanos (...)
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  30. L'immanenza del cogito. Per una genealogia del trascendentale deleuziano.Fabio Vergine - 2019 - In Enrico Giannetto (ed.), Di stelle, atomi e poemi. Verso la physis. Volume 2. Roma RM, Italia: pp. 125-142.
    Il principale obiettivo teoretico di questo lavoro consiste nel tentativo di verificare, attraverso un’indagine storico-genealogica e concettuale, come nella filosofia di Gilles Deleuze si assista ad un radicale mutamento del paradigma relativo alla nozione di trascendentale. Si tratta, in altre parole, di ripercorrere alcune delle tappe fondamentali che conducono il filosofo parigino a “purificare” il trascendentale da ogni riferimento ad una coscienza soggettiva egologica che si fondi in quanto principio genetico del mondo. Si riterrà utile procedere analizzando, in primo (...)
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  31.  51
    Ontological-Transcendental Defence of Metanormative Realism.Michael Kowalik - 2020 - Philosophia 48 (2):573-586.
    If there is something (P) that every possible agent is committed to value, and certain actions or attitudes either enhance or diminish P, then normative claims about a range of intentional actions can be objectively and non-trivially evaluated. I argue that the degree of existence as an agent depends on the consistency of reflexive-relating with other individuals of the agent-kind: the ontological thesis. I then show that in intending to act on a reason, every agent is rationally committed to value (...)
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  32. Transcendental Arguments Against Eliminativism.Robert Lockie - 2003 - British Journal for the Philosophy of Science 54 (4):569-589.
    Eliminativism was targeted by transcendental arguments from the first. Three responses to these arguments have emerged from the eliminativist literature, the heart of which is that such arguments are question-begging. These responses are shown to be incompatible with the position, eliminativism, they are meant to defend. Out of these failed responses is developed a general transcendental argument against eliminativism (the "Paradox of Abandonment"). Eliminativists have anticipated this argument, but their six different attempts to counter it are shown to (...)
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  33. Transcendental Idealism and the Transcendental Deduction.Lucy Allais - 2011 - In Dennis Schulting & Jacco Verburgt (eds.), Kant's Idealism. Dordrecht: Springer. pp. 91-107.
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  34. Is Kant’s Transcendental Deduction of the Categories Fit for Purpose?Anil Gomes - 2010 - Kantian Review 15 (2):118-137.
    James Van Cleve has argued that Kant’s Transcendental Deduction of the categories shows, at most, that we must apply the categories to experience. And this falls short of Kant’s aim, which is to show that they must so apply. In this discussion I argue that once we have noted the differences between the first and second editions of the Deduction, this objection is less telling. But Van Cleve’s objection can help illuminate the structure of the B Deduction, and it (...)
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  35. Ontology as Transcendental Philosophy.Huaping Lu-Adler - 2018 - In Courtney Fugate (ed.), Kant's Lectures on Metaphysics: A Critical Guide. Cambridge: Cambridge University Press. pp. 53-73.
    How does the critical Kant view ontology? There is no shared scholarly answer to this question. Norbert Hinske sees in the Critique of Pure Reason a “farewell to ontology,” albeit one that took Kant long to bid (Hinske 2009). Karl Ameriks has found evidence in Kant’s metaphysics lectures from the critical period that he “was unwilling to break away fully from traditional ontology” (Ameriks 1992: 272). Gualtiero Lorini argues that a decisive break with the tradition of ontology is essential to (...)
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  36. The Transcendental Argument of the Novel.Gilbert Plumer - 2017 - Journal of the American Philosophical Association 3 (2):148-167.
    Can fictional narration yield knowledge in a way that depends crucially on its being fictional? This is the hard question of literary cognitivism. It is unexceptional that knowledge can be gained from fictional literature in ways that are not dependent on its fictionality (e.g., the science in science fiction). Sometimes fictional narratives are taken to exhibit the structure of suppositional argument, sometimes analogical argument. Of course, neither structure is unique to narratives. The thesis of literary cognitivism would be supported if (...)
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  37. Transcendental Idealism and Strong Correlationism: Meillassoux and the End of Heideggerian Finitude.Jussi Backman - 2014 - In Sara Heinämaa, Mirja Hartimo & Timo Miettinen (eds.), Phenomenology and the Transcendental. Routledge. pp. 276-294.
    The chapter discusses Quentin Meillassoux's recent interpretation and critique of Heidegger's philosophical position, which he describes as "strong correlationism." It emphasizes the fact that Meillassoux situates Heidegger in the post-Kantian tradition of transcendental idealism that he defines in terms of a focus on the correlation between being and thinking. It is argued that Meillassoux's "speculative" attempt to overcome the Kantian philosophical framework in the name of absolute contingency should be understood as a further development and dialectical overcoming of its (...)
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  38. Transcendental Idealism Without Tears.Nicholas Stang - 2017 - In Tyron Goldschmidt (ed.), Idealism: New Essays in Metaphysics. Oxford University Press. pp. 82-103.
    This essay is an attempt to explain Kantian transcendental idealism to contemporary metaphysicians and make clear its relevance to contemporary debates in what is now called ‘meta-metaphysics.’ It is not primarily an exegetical essay, but an attempt to translate some Kantian ideas into a contemporary idiom.
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  39. Moral Education and Transcendental Idealism.Joe Saunders & Martin Sticker - 2020 - Archiv für Geschichte der Philosophie 102 (4):646-673.
    In this paper, we draw attention to several important tensions between Kant’s account of moral education and his commitment to transcendental idealism. Our main claim is that, in locating freedom outside of space and time, transcendental idealism makes it difficult for Kant to both provide an explanation of how moral education occurs, but also to confirm that his own account actually works. Having laid out these problems, we then offer a response on Kant’s behalf. We argue that, while (...)
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  40. Why the Transcendental Deduction is Compatible with Nonconceptualism.Sacha Golob - 2016 - In Dennis Schulting (ed.), Kantian Nonconceptualism. Palgrave-Macmillan. pp. 27-52.
    One of the strongest motivations for conceptualist readings of Kant is the belief that the Transcendental Deduction is incompatible with nonconceptualism. In this article, I argue that this belief is simply false: the Deduction and nonconceptualism are compatible at both an exegetical and a philosophical level. Placing particular emphasis on the case of non-human animals, I discuss in detail how and why my reading diverges from those of Ginsborg, Allais, Gomes and others. I suggest ultimately that it is only (...)
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  41.  88
    The Transcendental Aesthetic.Lisa Shabel - 2010 - In Paul Guyer (ed.), The Cambridge Companion to Kant's Critique of Pure Reason. Cambridge University Press.
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  42.  98
    Transcendental Phenomenology as Radical Immanent Critique – Subversions and Matrices of Intelligibility.Andreea Smaranda Aldea - forthcoming - In Colin McQuillan & María del Rosario Acosta (ed.), Critique in German Philosophy. Stony Brook, NY, USA:
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  43.  69
    In Defence of Transcendental Idealism: Reply to McWherter.Guus Duindam - 2018 - Journal of Critical Realism 17 (5):514-518.
    I recently argued that critical realists ought to adopt transcendental idealism in favour of Bhaskar’s transcendental realism. In response, Dustin McWherter presents two arguments against transcendental idealism: it is inferior to transcendental realism because it cannot account for the epistemic significance of experimentation, and it is internally inconsistent because it affirms the existence of things-in-themselves. This brief reply defends transcendental idealism against both objections.
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  44. Kant’s Quasi-Transcendental Argument for a Necessary and Universal Evil Propensity in Human Nature.Stephen R. Palmquist - 2008 - Southern Journal of Philosophy 46 (2):261-297.
    In Part One of Religion within the Bounds of Bare Reason, Kant repeatedly refers to a “proof ” that human nature has a necessary and universal “evil propensity,” but he provides only obscure hints at its location. Interpreters have failed to identify such an argument in Part One. After examining relevant passages, summarizing recent attempts to reconstruct the argument, and explaining why these do not meet Kant’s stated needs, I argue that the elusive proof must have atranscendental form (called quasi- (...) because Kant never uses “transcendental” in Religion). With deceptive simplicity, the section titles of Part One, viewed as components in an architechtonic system of religion, constitute steps in just such a proof. (shrink)
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  45. Kant, Neo‐Kantians, and Transcendental Subjectivity.Charlotte Baumann - 2017 - European Journal of Philosophy 25 (3):595-616.
    This article discusses an interpretation of Kant's conception of transcendental subjectivity, which manages to avoid many of the concerns that have been raised by analytic interpreters over this doctrine. It is an interpretation put forward by selected C19 and early C20 neo-Kantian writers. The article starts out by offering a neo-Kantian interpretation of the object as something that is constituted by the categories and that serves as a standard of truth within a theory of judgment. The second part explicates (...)
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  46. Disentangling Heidegger’s Transcendental Questions.Chad Engelland - 2012 - Continental Philosophy Review 45 (1):77-100.
    Recapitulating two recent trends in Heidegger-scholarship, this paper argues that the transcendental theme in Heidegger’s thought clarifies and relates the two basic questions of his philosophical itinerary. The preparatory question, which belongs to Being and Time , I.1–2, draws from the transcendental tradition to target the condition for the possibility of our openness to things: How must we be to access entities? The preliminary answer is that we are essentially opened up ecstatically and horizonally by timeliness. The fundamental (...)
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  47.  34
    Conflict as the Quasi-Transcendental: Or, Why Spinoza’s Theologcal Political Treatise Matters for Transindividuality.Dimitris Vardoulakis - 2018 - Australasian Philosophical Review 2 (1):107-112.
    Vardoulakis explores what Balibar means by designating transindividuality as ‘quasi-transcendental.’ He does so by turning to Balibar’s readings of Part IV of Spinoza’s Ethics, the Part that is central to Balibar’s understanding of the transindividual in Spinoza. Vardoulakis shows that the quasi-transcendental in Spinoza can only be a form of agonistic relations if his political theory in the Theological Political Treatise is to account for political change.
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  48. On the Transcendental Freedom of the Intellect.Colin McLear - 2020 - Ergo: An Open Access Journal of Philosophy 7 (2):35-104.
    Kant holds that the applicability of the moral ‘ought’ depends on a kind of agent-causal freedom that is incompatible with the deterministic structure of phenomenal nature. I argue that Kant understands this determinism to threaten not just morality but the very possibility of our status as rational beings. Rational beings exemplify “cognitive control” in all of their actions, including not just rational willing and the formation of doxastic attitudes, but also more basic cognitive acts such as judging, conceptualizing, and synthesizing.
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  49. Contaminating the Transcendental: Toward a Phenomenological Naturalism.Anthony Vincent Fernandez - 2015 - Journal of Speculative Philosophy 29 (3):291.
    Edmund Husserl, in The Crisis of European Sciences and Transcendental Phenomenology, stumbles upon a curious paradox. He asks: How can I be a subject for the world, that is, the subject that constitutes the world, while at the same time being an object in the world? In other words, how can I be the very foundation of the world that my life seems to depend upon? In spite of the difficulties inherent in such a paradox, Husserl put forward a (...)
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  50. Emergence From What? A Transcendental Understanding of the Place of Consciousness.Kim Davies - 2014 - Journal of Consciousness Studies 21 (5-6):10-32.
    This paper argues that the standard formulations of the question of how consciousness emerges, both synchronically and diachronically, from the physical world necessarily use a concept of the physical without either a clear grasp of the concept or an understanding of the necessary conditions of its possibility. This concept will be elucidated and some of the necessary conditions of its possibility explored, clarifying the place of the mental and the physical as abstractions from the totality of an agent engaged in (...)
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