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Maria Irene Aparicio
New University of Lisbon
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    Art History for Filmmakers. The Art of Visual Storytelling. [REVIEW]Maria Irene Aparicio - 2018 - Cinema Journal of Philosophy and the Moving Image (10):193-197.
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  2.  25
    A Film-Philosophy of Ecology and Enlightenment. [REVIEW]Maria Irene Aparicio - 2020 - Cinema Journal of Philosophy and the Moving Image (12):217-221.
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  3. Retrato e fisionomia do Mundo em "Cristóvão Colombo, o enigma".Maria Irene Aparicio - 2017 - Journal of Lusophone Studies 2 (1):76-91.
    This article considers how Portuguese cinema questions the possibility of any cinematic representation of national identity. By exposing the subjective mechanisms and the artistic construction of Manoel de Oliveira's Cristóvão Colombo, o enigma (2007), I argue that the film serves as a portrait despite being an affective landscape—what John Caspar Lavater has referred to as a physiognomic. Oliveira achieves this through the atemporal depiction of his own experience of the facts and fictions of Portuguese history. I also examine the Wagnerian (...)
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  4.  25
    Sternberg and Dietrich: The Phenomenology of Spectacle. [REVIEW]Maria Irene Aparicio - 2019 - Cinema - Journal of Philosophy and the Moving Image (11):191-198.
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  5. The Cinema of Poetry. [REVIEW]Maria Irene Aparicio - 2018 - Cinema - Journal of Philosophy and the Moving Image (10):183-188.
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  6.  50
    Trajectos da memória e inscrição da identidade no filme Memento.Maria Irene Aparicio - 2011 - Trajectos, Revista de Comunicação, Cultura E Educação 18:99-112.
    Memória e identidade são conceitos frequentemente explorados por cineastas contemporâneos, nomeadamente Christopher Nolan em Memento (EUA, 2000), filme que nos propõe o tema desta reflexão. O nosso objectivo é compreender a forma como a obra entrelaça as temáticas em epígrafe, através de movimentos cruzados de criação e interpretação, recorrendo ao esboço de espaços de natureza diversa (e.g. imagéticos, diegéticos, plásticos, mnésicos, etc.) que interpelam continuamente o espectador. O filme configura o trajecto de múltiplas inscrições – da escrita da luz ao (...)
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  7. »Georges Didi-huberman: «.... Ce Qui Rend Le Temps Lisible, C`est L´image».Susana Duarte & Maria Irene Aparício - 2010 - Cinema:118-133.
    l'occasion de son passage à Lisbonne, à la Fondation Calouste Gulbenkian, pour la conférence "Peuples Exposés", intégrée dans le cycle de conférences A Républica por vir – arte, política e pensamento para o século XXI 1 (La République à venir – art, politique et pensée pour le XXIème siècle), nous avons rencontré Georges Didi-Huberman pour l'entretien qui suit, autour de son livre Remontages du temps Subi. L'oeil de l'histoire, 2 (Éditions de Minuit, 2010).
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