Results for 'PODER'

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  1. O Que É O Poder? As formas de exercício do poder na vida social e pragmática dos indivíduos.Emanuel Isaque Cordeiro da Silva - manuscript
    Como podemos observar na sociedade contemporânea, as relações de poder estão cada vez mais disseminadas por todos os lados, seja nas relações familiares, num grupo de amigos, numa instituição, numa empresa, em cargos públicos, etc, e essas relações podem-se caracterizar de forma simples (entre dois indivíduos) ou numa esfera mais complexa (empresa, cidade ou país). E cada uma dessas relações têm em comum o fato de servirem como meio de influência na consulta alheia. Na esfera social, são números demasiados (...)
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  2. A função do Poder Militar na vida política segundo Maquiavel.José Luiz Ames - 2005 - Etica E Politica 8 (1):0-0.
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  3. Poder legítimo e formas de dominação weberianas.Emanuel Isaque Cordeiro da Silva - manuscript
    As formas de exercício do poder podem ser legítimas ou não. Segundo Max Weber, elas são legítimas quando a influência exercida é aceita por aqueles que se submetem à vontade do outro, como no caso dos moradores de uma cidade ante as decisões da prefeitura. E não são legítimas quando pressupõem apenas o uso da força para imposição da vontade, como no caso das ditaduras. O exercício legítimo do poder é chamado por Weber de dominação. Quando o (...) é exercido exclusivamente com o uso da força, a dominação não é legítima. Para a Sociologia, o que importa é a análise da dominação legítima, aquela em que o dominado aceita as condições em que o exercício do poder acontece. De acordo com Max Weber, existem três tipos puros de dominação legítima: a tradicional, a carismática e a racional-legal. A tradicional consiste na crença em instituições e regras transmitidas de geração em geração, conduzidas por um indivíduo ou grupo de pessoas, que se baseiam nos costumes para exercer a dominação. São exemplos desse tipo de dominação as relações feudais , o patriarcalismo e o coronelismo. 2 3 A dominação carismática é estabelecida quando os dominados possuem a crença de que há qualidad es excepcionais em determinado indivíduo, algo que o torna superior aos outros e lhe permite exercer liderança ou controle sobre eles. Pode ser ilustrada por figuras de lideranças religiosas ou políticas com grande poder de influência social. Para Weber, a dominação carismática se contrapõe à dominação tradicional e propicia a transformação social, visto que a crença nas qualidades excepcionais do líder permite a ele estender suas ações para além dos limites das normas vigentes. No Brasil, figuras como Getúlio Vargas, Juscelino Kubitschek e Lula são exemplos de lideranças carismáticas. A dominação racional-legal, fundamentada em normas e regras aprovadas e aceitas por todos, tem como exemplo a burocracia. Na concepção weberiana, esse tipo de dominação caracterizaria o Estado moderno, no qual as relações entre cidadãos e Estado seriam marcadas pela impessoalidade, ou seja, com base em regras e normas convencionadas e seguidas por todos os membros de uma coletividade, sem nenhuma distinção. No Brasil, como em outras nações, há graves e variados casos de corrupção política, situações nas quais integrantes do Estado, muitas vezes eleitos pela população, fazem uso indevido de verbas públicas, empregando-as para fins privados. Isso indica que mesmo em regimes democráticos, guiados por leis que criminalizam tais práticas, ainda há muito a ser feito para que as condutas de representantes políticos obedeçam ao princípio de impessoalidade determinado pela democracia moderna. (shrink)
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  4.  61
    La imbricación vida-poder en el pensamiento de Michel Foucault y Giorgio Agamben.Marcelo Raffin - 2018 - Cuestiones de Filosofía 22 (4):117-137.
    Este artículo pretende analizar la particular relación de imbricación que Michel Foucault y Giorgio Agamben han venido a establecer entre la vida humana y el poder. A tal fin, se propone un recorrido por los dos momentos centrales de su producción que permiten dar cuenta de dicha imbricación: en el caso de Agamben, el referido a la investigación “homo sacer” y, en el de Foucault, el de su investigación en torno de la biopolítica como acontecimiento decisivo de la modernidad. (...)
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  5.  34
    Capital humano y voluntad de poder.Cristian De Bravo - 2015 - Thémata: Revista de Filosofía (51):(125-143).
    El presente artículo propone una interpretación ontológica del concepto de capital humano a la luz de la metafísica de Nietzsche y de “El Trabajador” de Jünger. En ese sentido cabe preguntarse por el fundamento y las implicancias de aquel concepto que habiendo crecido dentro del ámbito económico, supone sin embargo el suelo de una nueva comprensibilidad de la posición histórica del hombre.
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  6.  95
    La biopolítica como diagramática del poder.Adán Salinas - 2016 - In Gubernamentalidad. Santiago: Escaprate.
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  7.  18
    Indagaciones foucaulteanas. Entre los sofistas y el bíos cínico: el poder de la verdad y el poder de la nada.Gustavo Romero - 2014 - El Banquete de Los Dioses. Revista de Filosofía y Teoría Política 3:58-97.
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  8. El tiempo, buen colaborador. En torno a Aristóteles y el poder de obrar.Felipe Ledesma - 2010 - In Juan-Manuel Navarro & Nuria Sánchez-Madrid (eds.), Ética y metafísica. Sobre el ser del deber ser. Biblioteca Nueva. pp. 19-48.
    The temporality of human action is very peculiar: different from the cosmic time and even paradoxical, inasmuch as it is really a circular time. The aim of this essay is to study this circularity in the sphere of human activity through the relations between the notions of potency and habit in the Aristotelian Ethics, among others structural conditions of the action. These structural conditions are explored by Aristotle as those which make possible to judge the actions.
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  9. Identidad y poder en las sociedades de control.Antonio Tudela Sancho - 2009 - Revista de Filosofía (Venezuela) 61 (1):7-37.
    La finalidad del presente ensayo consiste en partir de las nociones interrelacionadas de "capitalismo mundial integrado" (Guattari) y de "sociedad de control" (Deleuze) para intentar una deriva que cruce géneros, épocas y nombres propios: de la filosofía al cine y a la poesía (caminos de ida y vuelta), de Benjamin a Serres pasando por Homero, Kavafis, Cioran o Godard, del tardío imperio romano y sus incertidumbres a la imprecisión de nuestro propio tiempo. Posiblemente, pensar hoy la identidad humana sea como (...)
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  10.  50
    Sistema Nacional Anticorrupción: Whistleblowers O El Poder De Acción Ciudadana Directa En El Combate a La Corrupción En México.Carlos Medel-Ramírez (ed.) - 2016 - España: Editorial Eumed – España.
    El fenómeno de la corrupción es un cáncer que afecta a nuestro país y que es necesario erradicar; éste diluye las oportunidades de desarrollo económico y social, privilegiando la sola conjunción de intereses particulares, de actores políticos en acuerdos no legales en beneficio propio, los cuales derivan en actos de corrupción. Estudios recientes señalan que el nivel de corrupción presente en un sistema político está directamente relacionado con el tipo de estructura institucional que lo defina (Boehm y Lambsdorff, 2009), así (...)
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  11.  37
    Jason Frank, "Momentos constituyentes: paradojas y poder popular en los Estados Unidos de América posrevolucionarios" - Traducción de Facundo Bey.Facundo Bey & Jason Frank - 2012 - Revista Argentina de Ciencia Política EUDEBA 15:49-74.
    Los teóricos de la democracia dejaron de lado la pregunta de quién legalmente forma parte del "pueblo" autorizado, pregunta que atraviesa a todas las teoría de la democracia y continuamente vivifica la práctica democrática. Determinar quién constituye el pueblo es un dilema inabordable e incluso imposible de responder democráticamente; no es una pregunta que el pueblo mismo pueda decidir procedimentalmente porque la propia premisa subvierte las premisas de su resolución. Esta paradoja del mandato popular revela que el pueblo para ser (...)
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  12. La naturaleza y ejercicio del poder y la autoridad política.Pedro J. Solís - 2009 - Revista de Filosofía de la Universidad de Costa Rica 47 (122):49-57.
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  13.  12
    O "Eu", a Autoria e os Vlogs: Formas Históricas do poder-dizer.Guilherme Adorno - 2015 - Anais Do SEAD 7:1-9.
    Uma entrada produtiva para explorar o funcionamento discursivo das textualidades digitais é o modo como a autoria se relaciona com a inscrição político-ideológica do sujeito, historizando o discurso em suas diferentes materialidades significantes2. Para este trabalho, trago compreensões sobre os vlogs (videologs) que circulam e são produzidos para a plataforma YouTube. Nos vlogs, a tomada de posição de um “eu”, no efeito de falar diretamente para a câmera e assumindo o “falar sobre” (a vida pessoal, fatos cotidianos, comentários sobre acontecimentos (...)
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  14.  40
    La Conservación Del Poder En David Hume.Santiago Álvarez García - 2013 - Eunomia 2:63-82.
    This article argues that the origin of the political principles and categories that Hume sets as essential to the preservation of political power and its effective exercise can be traced into the division of political agent that occurs as a result of the institution of justice and government in the origin of society. Their different roles and different degrees of freedom will determine, since then, and through political action and its irreversibility, the categories and the fundamental problems that Hume´s political (...)
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  15.  22
    Filonazismo y poder en la Iglesia Católica.Eliseo Rabadán - 2003 - El Catoblepas.
    Se trata de un ensayo crítico basado en el film del director Costa Gavras que lleva por título AMEN Se enfoca en las relaciones entre el régimen nazi y el Vaticano, de modo polémico, crítico.
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  16. Corrupção Um Estudo Sobre Poder Público E Relações Pessoais No Brasil.Marcos Otávio Bezerra & Associação Nacional de Pós-graduação E. Pesquisa em Ciências Sociais - 1995
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  17. El vínculo comunitatio y el poder en Ibn Jaldún.Ana Maria C. Minecan (ed.) - 2012 - Biblioteca Nueva.
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  18.  81
    Lo radical y la libertad.Miriam Dolly Arancibia - 2010 - Revista IISE, Universidad Nacional de San Juan 2.
    Para Foucault las relaciones de dominación son el camino de acceso al análisis del poder. Cabe la pregunta si la relación de poder es lucha, enfrentamiento, guerra, siendo ésta última el motor de las instituciones y el orden en la visión foucaultiana de la realidad. Para responderla aparecen nociones como la del mal radical de Hanna Arendt o la de libertad de Leonardo Polo. Aún cuando se trata de posiciones filosóficas distintas todas ellas vislumbran que lo auténticamente radical (...)
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  19.  11
    Teoria Democrática Contemporânea.Emanuel Isaque Cordeiro da Silva - manuscript
    A partir do século XIX, a teoria democrática foi desenvolvida com base no confronto entre duas doutrinas políticas: o liberalismo e o socialismo. O liberalismo é um projeto que defende as limitações dos poderes governamentais, buscando a proteção dos direitos econômicos, políticos, religiosos e intelectuais dos membros da sociedade. Ou seja, para os liberais o poder do Estado deve ser limitado, pois eles acreditam que a verdadeira liberdade depende da menor interferência possível do Estado e das leis nesses direitos. (...)
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  20.  8
    Teoria Democrática Moderna.Emanuel Isaque Cordeiro da Silva - manuscript
    Em meados do século XVI, surgiu a ideia de autonomia do indivíduo, que deu origem ao individualismo e ao liberalismo político. A concepção de democracia que se desenvolveu com base nesses princípios assumiu um perfil bastante diferente daquele utilizado na Grécia antiga. Se antes a democracia estava diretamente ligada à ideia de igualdade, em sua nova versão passou a ser relacionar primordialmente com a ideia de liberdade. Em decorrência dos ideais desenvolvidos naquele momento histórico, o principal dilema político fundamentava-se na (...)
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  21.  55
    Movimentos e mobilizações sociais: originalidade e desafios.A. Duque, E. & Calheiros - 2017 - População E Sociedade 27:170-186.
    Resumo: A crise na União Europeia e os programas de austeridade subsequentes fizeram emergir uma miríade de movimentos sociais, diversos na sua natureza e nos seus propósitos. O que se pretende aferir neste artigo é a relação e a conexão existentes entre o Estado, o poder económico, a sociedade civil e os movimentos sociais neste contexto específico de crise. Procuraremos, nesta breve abordagem, explanar alguns elementos de originalidade intrínsecos aos movimentos sociais hodiernos, patentes na sua forma de participação e (...)
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  22. Un comentario sobre la libertad. Presentación del libro de Iskra Pavez: La niña liberada. [REVIEW]José Andrés Murillo - 2015 - Hybris. Revista de Filosofía 6 (2):161-165.
    Iskra Pavez Soto Editorial Forja Agosto 2015, 238 pp. ISBN: 978-956-338-184-9.
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  23. A estética política do ativismo através de novas mídias.Meg Stalcup - 2016 - In Marinyze Prates de Oliveira & Jonathan Warren (eds.), Miradas sobre o Brasil: cultura, arte e poder. Editora da Universidade Federal da Bahia. pp. 13-33.
    Neste capítulo, analisa-se a documentação visual dos protestos de 2013, contrastando a cobertura da grande mídia em São Paulo e Rio de Janeiro com a de ativistas usando as tecnologias de nova mídia. Os temas centrais são a forma como o exercício do poder político é mediado através de novas tecnologias de mídia e a racionalidade política que anima os ativistas. Dito de outro modo, pergunta-se: por que os atores criaram imagens da forma que o fizeram e que objetivos (...)
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  24.  56
    Power, Soft or Deep? An Attempt at Constructive Criticism.Peter Baumann & Gisela Cramer - 2017 - Las Torres de Lucca: Revista Internacional de Filosofía Política 6 (10):177-214.
    This paper discusses and criticizes Joseph Nye’s account of soft power. First, we set the stage and make some general remarks about the notion of social power. In the main part of this paper we offer a detailed critical discussion of Nye’s conception of soft power. We conclude that it is too unclear and confused to be of much analytical use. However, despite this failure, Nye is aiming at explaining an important but also neglected form of social power: the power (...)
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  25.  28
    Metáforas del pensamiento en Peirce.Eduardo Dib - 2015 - In Hugo Aguilar & Marisa Moyano (eds.), Sentido y performatividad V - La norma social como matriz ideológica del poder ISBN 978-987-46031-2-8. Ediciones Cántaro de Piedra. pp. 311-324.
    Las «metáforas», «analogías» o «alegorías» tienen un lugar bien ganado en la tradición filosófica. Han sido atacadas por dar lugar a una interpretación poco rigurosa de las nociones que describen, pues permite asociarles propiedades que originalmente no se había pensado (ni resulta deseable) que formen parte de su concepto. Sin embargo, a pesar del reclamo en favor de procedimientos estrictos de definición, el uso de una imagen apropiada suele ser el mejor modo de explicar esas cuestiones que cada siglo escapan (...)
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  26. Hacia una nueva topología de la juridicidad: contribuciones críticas al pensar iusfilosófico.Marina Gorali - 2015 - Revista Electronica Del Instituto Ambrosio Gioja 14.
    La Botella de Klein es una figura topológica no orientable que no posee exterior ni interior. Es una superficie que implica un autoatravesamiento: la torsión que conlleva hace que los giros que la rodean se in-viertan después de dar la primera vuelta. Su construcción se gesta a partir de dos bandas de Moebius de torsión diferente pegadas en su borde. Como el sin-fin de las mil y una noches o la escena dentro de la escena, el trazado topológico de la (...)
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  27. LOS DESAFÍOS DE LA ÉTICA AMBIENTAL.Miguel Acosta, Pablo Martínez de Anguita & Mª Angeles Martín Rodríguez-Ovelleiro - 2004 - In ¿Qué Cultura? V Congreso Católicos y Vida Pública, tomo II. Madrid, Spain: Fundación Santa María. pp. 955-968.
    En 1968 Raquel Carson comenzaba una revolución en el pensamiento, quizá una de las de mayor peso en la actualidad. En su libro "La primavera silenciosa" acusaba del deterioro ambiental al poder ilimitado del ser humano. La creencia surgida en la modernidad de que todo lo que el hombre decidía era en sí mismo lo mejor por haber sido fruto de una voluntad libérrima, daba primacía y legitimidad absoluta a su acción sobre la naturaleza. Surgieron con gran fuerza numerosos (...)
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  28. Cidadania Formal e Cidadania Real: Divergências e Direitos Infantis.Emanuel Isaque Cordeiro da Silva - manuscript
    Cidadania Formal e Cidadania Real: Divergências e Direitos Infantis -/- 1 Introdução sobre o que seria cidadania -/- Para o clássico sociólogo francês Durkheim, a ideia de cidadania é questão de coesão social, isto é, essa coesão social nada mais é do que uma ideia de um Estado que mantém os indivíduos unidos (mais parecido com a ideia do fascismo em seus primórdios, que consistia basicamente na união do povo como um feixe), integrados a um grupo social, ou simplesmente, um (...)
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  29. El hombre empresa como proyecto ético político. Lecturas de Michel Foucault.Adán Salinas - 2010 - Hermenéutica Intercultural (18-19):95-139.
    El artículo pretende explorar la categoría de hombre-empresa, que Foucault propuso como uno de los dispositivos o interfaces claves del poder en el contexto del neoliberalismo. A través de esta categoría se muestra una particular forma de poder sobre la vida, o biopoder, que es distinto al tipo de poder de la sociedad disciplinaria, aunque tiene relaciones de continuidad con este último. En tal sentido el artículo maneja la hipótesis de la superposición o coexistencia, de las formas (...)
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  30.  42
    La realidad de Dios: Entender el Argumento Olvidado.Jaime Nubiola - 2018 - In Julián Fernando Trujillo Amaya (ed.), El pragmaticismo de C. S. Peirce: comunidad, realismo y verdad. Cali, Valle del Cauca, Colombia: pp. 223-238.
    La atención relativamente escasa que los estudiosos del filósofo y científico norteamericano Charles S. Peirce (1839-1914) han prestado a lo largo de los años a la dimensión religiosa de su pensamiento siempre me ha resultado un tanto sorprendente. Desde mis primeras lecturas de Peirce me impresionó profundamente la ubicuidad de las referencias religiosas en sus escritos, especialmente en los años de madurez. En mis encuentros con reconocidos estudiosos peirceanos solía preguntarles acerca de Dios y la religión en Peirce, y la (...)
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  31. Sentido encarnado y expresión en Merleau-Ponty.Leonardo Verano Gamboa - 2008 - Daimon: Revista Internacional de Filosofía 44:105-116.
    El texto se propone abordar el problema de la expresión en la filosofía de Merleau-Ponty bajo tres aspectos generales: 1. Hacia una ontología de lo sensible, 2. Expresión y diferencia corporal y 3. Cuerpo y expresión creadora. A partir de la noción de naturaleza se busca, con el primer apartado, destacar el carácter ontológico de la percepción, con el fin de comprender por qué la percepción es ya expresión. En segundo lugar, se pretende ahondar en la tesis del cuerpo como (...)
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  32.  44
    Teoría Filosófica de la Historia: Rudimentos Para el Estudio del Fenómeno Comunicativo.Julio Horta - 2008 - Andamios. Revista de Investigación Social 4 (8):81-109.
    El propósito de este ensayo es mostrar un ámbito especulativo, necesario para el investigador social de la comunicación, para el entendimiento e investigación del fenómeno comunicativo en tanto hecho histórico-cultural. En razón de esto, se intenta describir una parte de Filosofía Alemana de la Historia, para exponer la utilidad de su lenguaje, categorías y relaciones, como instrumento teórico en la actividad analítica e interpretativa del comunicólogo, en aras de poder determinar, de manera general e integradora, el proceso histórico de (...)
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  33. La encrucijada de la metafísica tomista: la circularidad de la tesis de la causalidad recíproca entre el ser y la esencia.Hector Ferreiro - 2012 - Studium : revista de filosofía y teología 29:173-183.
    Tomás de Aquino diferencia como dos principios metafísicos diferentes la suma de de-terminaciones que especifican como tal a un ente y el hecho de que dicho ente efecti-vamente exista en la realidad. Ahora bien, al definirse como lo otro de la esencia el ser tiende a devenir él mismo una especie de esencia que requiere, al igual que la esencia propiamente dicha, ser puesto a su vez en la existencia. Este corolario fue derivado de la tesis de la distinción real (...)
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  34.  10
    El estudio de C. S. Peirce en el mundo hispánico.Jaime Nubiola - 2019 - In John Alexander Cruz Morales, Lorena Ham & Arnold Oostra (eds.), Universales relativos. Festschrift Zalamea 2019. Bogotá, Colombia: pp. 97-104.
    Es realmente un honor y un gusto para mí poder acompañar a Fernando Zalamea y a sus numerosos discípulos en la celebración de sus 60 años. En mi breve texto, deseo dar noticia de su colaboración con nuestro Grupo de Estudios Peirceanos y del importantísimo catálogo que constituye la Bibliografía Peirceana Hispánica (1883- 2000) por él preparada y que publicamos en un volumen conjunto en el año 2006 [Nubiola & Zalamea 2006].
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  35.  73
    Interpretaciones de Wittgenstein por marxistas ingleses: una crítica.Robert Vinten - 2017 - Tópicos 33:112-135.
    Resumen: Tanto Perry Anderson como Alex Callinicos y Terry Eagleton han desarrollado un trabajo cultural y filosófico sobresaliente. Sin embargo, los tres han malinterpretado la obra de Ludwig Wittgenstein. La concepción de la filosofía de Wittgenstein no está en tensión con la filosofía marxista en el modo en el que ellos lo sugirieron y Wittgenstein no cometió los errores que le atribuyeron Anderson, Callinicos e Eagleton. Los marxistas se beneficiarían si consideraran más seriamente la obra de Wittgenstein porque ello los (...)
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  36.  85
    Máquinas como símbolos: Kant, Wittgenstein y la tesis disposicionalista en torno a la normatividad.Miguel Angel Quintana Paz - 2005 - In Ana Andaluz Romanillos (ed.), Kant: Razón y experiencia. Salamanca: Servicio de Publicaciones de la Universidad Pontificia de Salamanca. pp. 625-636.
    Además de las numerosas concomitancias que a menudo se han venido señalando en los últimos años entre la filosofía de Immanuel Kant y la de Ludwig Wittgenstein, es posible detectar una coincidencia ulterior entre ambos en el ataque que los dos realizan a la teoría disposicionalista de la normatividad (esto es, la tesis según la cual el agente que sigue una regla correctamente debe contar para ello en su interior con una especie de mecanismo causal o disposición que produzca, ante (...)
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  37.  38
    Sobre a questão do Sujeito em Michel Foucault.Marcio Miotto & Giovana Temple - 2017 - In Giovana Temple (ed.), Subjetividade no Pensamento Contemporâneo - Uma Introdução. Curitiba: Appris. pp. 227-266.
    O presente capítulo compõe a obra organizada por Giovana Temple, "Subjetividade no Pensamento do Século XX - uma introdução". Como tal, o capítulo sobre Foucault se reúne com outros de demais autores importantes sobre a questão da "subjetividade" no século XX. No capítulo em questão, aborda-se a questão do "sujeito", sob panorama geral, desde os escritos dos anos 50 até o fim da obra. A respeito dos textos dos anos 50, busca-se uma breve dedução de como os textos de 1954 (...)
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  38. El sujeto en cuestión. Abordajes contemporáneos.Pedro Karczmarczyk (ed.) - 2014 - Edulp.
    Resumen: Los trabajos abordan, desde diferentes perspectivas a la categoría de sujeto como una categoría crucial del pensamiento contemporáneo. El ámbito de preocupaciones es amplio: la perspectiva del filósofo norteamericano S Cavell quien hace una originalísima recepción de la herencia de Austin y Wittgenstein; la perspectiva fenomenológica de Sartre en diálogo y conflicto con la del psicoanálisis lacaniano y las reconceptualizaciones de la ideología realizadas por Louis Althusser; la constitución del sujeto en tensión entre la sujeción al poder y (...)
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  39.  20
    A Interpretação condicional da possibilidade de agir diferentemente.Gilberto Gomes - 2005 - Ethic@ 12 (1-2):115-121.
    Freedom is often defined by the possibility of doing otherwise. The conditional interpretation of this possibility, advanced by Moore, maintains that to say that someone could have done otherwise is to say that someone would have done otherwise if she had decided to do so. This conception is adequate for the thesis that freedom is compatible with natural causality. The present article presents a defense of this interpretation against the argument with which Lehrer purports to have refuted it. As used (...)
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  40.  97
    Garreta Leclercq, Mariano; Legitimidad Política y Neutralidad Estatal. Buenos Aires, 2007, Eudeba [Reseña]. [REVIEW]Facundo García Valverde - 2007 - Análisis Filosófico 27 (2):221-226.
    Legitimidad política y neutralidad estatal puede ser considerado como un intento de responder a la pregunta que un defensor de una doctrina comprehensiva religiosa, filosófica o de la buena vida, podría realizarle a un Estado liberal: ¿por qué debo aceptar que las decisiones sobre políticas públicas se justifiquen por valores neutrales y no por los de la doctrina a la cual adhiero, los cuales considero como verdaderos y correctos? La importancia de una respuesta adecuada radica en que, de acuerdo con (...)
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  41.  45
    Wolff E Kant Sobre Obrigação E Lei Natural: A Rejeição Do Voluntarismo Teológico Na Moral.Cunha Bruno - 2015 - Trans/Form/Ação 38 (3):99-116.
    RESUMO:O objetivo deste artigo é discutir sobre os conceitos de obrigação e lei natural, tendo como referência o polêmico debate moderno envolvendo intelectualismo e voluntarismo. Em um primeiro momento, destacaremos a rejeição de Wolff ao voluntarismo de Pufendorf e sua orientação em direção ao intelectualismo de Leibniz. Conforme essa nova orientação, uma teoria da lei natural não deve basear seu conceito de obrigação na autoridade das leis e em seu poder coercitivo, mas, por outro lado, unicamente na ideia de (...)
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  42.  10
    Zaratustra: El mito del superhombre filosófico.Santiago Lario Ladrón - 2003 - A Parte Rei 27:7.
    Zaratustra, y muy especialmente sus dos primeras partes, son un canto al Superhombre. La mayor parte de filósofos, capitaneados por Fink y Heidegger, ven ese nombre como una especie de seudónimo del hombre que conoce y acepta las doctrinas del eterno retorno y-o de la voluntad de poder. Y nos ponen en guardia contra el exceso de términos biológicos que Nietzsche utiliza e incluso sobre el que pueda ser su verdadero significado (empezando por el de la misma palabra “vida”). (...)
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  43.  19
    ¿Sobre qué bases mínimas podría construirse un acuerdo global cosmopolita?Juan Antonio Fernández Manzano - 2013 - Revista de Filosofía (Madrid) 38 (2):61-77.
    El artículo explora algunos de los principales rasgos políticos de la época globalizada y defiende la necesidad de entidades políticas representativas que superen el marco del Estado nación. A continuación se pregunta bajo qué presupuestos ético-políticos podría defenderse un modelo político-jurídico global para un mundo axiológicamente diverso y qué concepciones políticas y valores podrían proponerse como referente normativo para una gobernanza global cuya meta habría de ser el ejercicio legítimo del poder. Teniendo en cuenta las dificultades de tal empresa, (...)
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  44.  75
    Cognition and Content.João Branquinho - 2005 - Lisboa, Portugal: Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa.
    Os tópicos e problemas filosóficos discutidos no volume são de natureza bastante variada: a natureza da complexidade computacional no processamento de uma língua natural; a relação entre o significado linguístico e o sentido Fregeano; as conexões entre a a agência e o poder; o conteúdo semântico da ficção; a explicação dos impasses éticos; a natureza dos argumentos cépticos; as conexões entre as dissociações cognitivas e o carácter modular da mente; a relação entre a referência e o significado. Estes tópicos (...)
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  45. Practicas Estéticas E Identidades Sociales: Prosaica Ii.Katya Mandoki - 2006 - Siglo Xxi.
    Desde una perspectiva matricial de la cultura, la autora aborda el estudio de las identidades sociales en su dimensión estética. La presentación dramatúrgica de la persona propuesta por Goffman adquiere un perfil más concreto al enfocar a las identidades a partir de sus procesos de gestación y proyección, pues nunca brotan en el vacío sino a través de matrices que ineludiblemente las conforman. Mandoki explora identidades colectivas religiosas como la cristiana, la musulmana y la judía, así como prácticas familiares, escolares, (...)
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  46. La experiencia espiritual.Pablo Juan D'ors - 1998 - Diálogo Filosófico 41:185-200.
    A partir de la constatación de la inflación lingüística del vocablo "experiencia" y de la imposibilidad-necesidad de una experiencia extrasensigle, estas páginas se aproximan a la realidad de la experiencia desde el tipo de conocimiento que procura -la intuición- y desde la metamorfosis del ego que suscita -construcción de una biografía-. Se muestra, de igual modo, cómo libertad y destino coinciden en la experiencia de sí mismo, y cómo las nupcias entre experiencia y lenguaje son indisolubles. Por último, teniendo en (...)
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  47.  83
    Produção de conhecimento: uma característica fundamental das sociedades humanas.Emanuel Isaque Cordeiro da Silva - manuscript
    Produção de conhecimento: uma característica fundamental das sociedades humanas -/- 1. As diferentes formas de conhecimento A espécie humana não se limita a sobreviver no mundo. Ela também procura entendê-lo e modificá-lo de acordo com as diferentes formas como percebe a realidade. Essa busca, que articula a realidade objetiva e a subjetiva, é a matriz sobre a qual se constrói o que convencionamos chamar de conhecimento. Podemos definir o conhecimento como toda compreensão e prática adquiridas, cuja memória e transmissão permitem (...)
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  48. Belleza, amor y desarraigo. Sobre Helena en la Ilíada.Aida Míguez Barciela - 2008 - Daimon: Revista Internacional de Filosofía 45:41-54.
    Se esboza una interpretación de Helena en la Ilíada atendiendo a la cuestión que hace de ella la figura escindida y desarraigada capaz de reflejar asuntos pertenecientes al telón de fondo del poema. La razón del desarraigo aparece en el canto tercero como la terrible experiencia de la belleza, es decir, como la inevitabilidad del poder de Afrodita. Por qué éros nombra el desarraigo inherente al reconocimiento de la belleza se aclara a través de ciertos fragmentos de Safo y (...)
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  49. Inteligencia artificial y ética de la responsabilidad.Antonio Luis Terrones Rodriguez - 2018 - Cuestiones de Filosofía 22 (4):141-170.
    La Inteligencia Artificial (IA) ha supuesto un gran avance para la humanidad en diversos campos; sin embargo, eso no implica que su actividad esté exenta de reflexión ética. La humanidad está enfrentado, y va a enfrentar en el futuro, numerosos desafíos que van a obligar a elaborar nuevas ideas para poder vivir a la altura de los tiempos. Entre esos desafíos encontramos el laboral y económico, el de mejoramiento humano, el militar y de seguridad y el político y jurídico, (...)
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  50.  34
    Émile Durkheim: Coesão e Fato Social.Emanuel Isaque Cordeiro da Silva - unknown
    Émile Durkheim: Coesão e Fato Social -/- Emanuel Isaque Cordeiro da Silva E-mails: eisaque335@gmail.com / eics@discente.ifpe.edu.br WhatsApp: (82)9.8143-8399 -/- Émile Durkheim: Coesão e Fato Social Nascido em 1858, Durkheim era francês e foi bastante influenciado pela obra do filósofo também francês Augusto Comte (1798-1857), que metodizou pela primeira vez o estudo da sociedade (Sociologia) como uma ciência particular e peculiar, e que também conectou a Sociologia com alguns artífices peculiares das Ciências Naturais. Em contrapartida, Durkheim procurou alicerçar a Sociologia como (...)
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