CALL ME BY YOUR NAME E O PRESENTE DESLOCADO: ANOS 80 OU VISÃO DA ANTIGUIDADE?

Contemplação 1 (24):52-63 (2021)
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Abstract
Este artigo pretende fazer uma leitura possível do filme Call me by your name (2017), dirigido por Luca Guadagnino. O que se levanta como hipótese é que as relações entre Elio consigo mesmo, com seu ambiente e aqueles a sua volta não expressam o tempo lá representado, mas são um mascaramento de um momento em que as possibilidades eram outras. Para tal, apresentar-se-á uma breve introdução ao roteiro do filme, a fim de se entender quais são as problemáticas que o envolvem. Depois disso, será apresentado como eram as práticas sexuais (em especial as homoeróticas) na antiguidade clássica. Por fim, relacionar-se-á os signos dispostos no filme no intuito de se suplantar a hipótese supracitada: a de que que a história, apesar se se passar nos anos 80, reproduz um conjunto de relações inter e intrapessoais aos moldes da formação sócio-histórica da Grécia antiga.
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