Duas teorias realistas para a interpretação da semântica dos mundos possíveis

Inquietude 1 (1):72-79 (2010)
Download Edit this record How to cite View on PhilPapers
Abstract
O discurso a respeito dos Mundos Possíveis pode ser uma ferramenta bastante útil para a filosofia. Pode ser útil, por exemplo, para a compreensão das modalidades, da necessidade e da possibilidade. No entanto, para utilizar o discurso dos Mundos Possíveis devemos ter uma explicação satisfatória do caráter ontológico da Semântica dos Mundos Possíveis. Para isso, precisamos responder a questões do tipo: O que é um Mundo Possível? De que forma eles existem? Em quantos Mundos Possíveis podemos falar? Há diversas formas de responder a estas perguntas. Neste trabalho pretendemos apresentar duas teorias que possuem uma abordagem realista para a noção de Mundo Possível. Cada uma dessas teorias atribuiu um caráter ontológico diferente para a noção de Mundo Possível e, portanto, uma metafísica diferente. A primeira delas é o Realismo Modal Extremo, teoria atribuída a David Lewis que defende a existência genuína de uma pluralidade de Mundos Possíveis. A segunda teoria é a teoria combinatória da possibilidade de David Armstrong. Essa teoria é uma versão das teorias do atualismo modal que também são teorias realista em relação à existência de mundos possíveis, mas que dão prioridade ao mundo atual. Por fim, pretendemos comparar as duas teorias e avaliar qual é mais vantajosa levando em consideração o custo ontológico de cada uma delas, (i.e., em relação ao número de entidades postuladas) para termos uma metafísica mais econômica.
PhilPapers/Archive ID
ROCDTR
Upload history
Archival date: 2015-11-21
View other versions
Added to PP index
2013-11-27

Total views
338 ( #19,075 of 2,448,218 )

Recent downloads (6 months)
60 ( #10,232 of 2,448,218 )

How can I increase my downloads?

Downloads since first upload
This graph includes both downloads from PhilArchive and clicks on external links on PhilPapers.