Processamento preditivo: a representação nos olhos de quem vê

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Abstract
Desde os anos 90, a corporeidade vem ocupando um papel cada vez mais central nas explicações das ciências cognitivas. Com isso, surgiram críticas contundentes, tanto do ponto de vista empírico quanto conceitual, à suposição de que a representação é a marca do mental. Apesar disso, cientistas cognitivos parecem relutar em desfazer- se do vocabulário representacionalista. Este artigo tenta lançar luz sobre a questão do suposto representacionalismo de um dos principais paradigmas das ciências cognitivas, o Processamento Preditivo, revisando argumentos pela interpretação não- representacionalista de alguns de seus pontos, assim resgatando a ideia avançada pelas teorias da cognição corporificada segundo a qual a atividade exploratória de um organismo em seu ambiente não exige a geração de modelos representacionais acerca do ambiente.
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