É o Género uma Construção Social?

In A. P. Mesquita, C. Beckert, J. L. Pérez & Xavier M. L. L. O. (eds.), A Paixão da Razão. Homenagem a Maria Luísa Ribeiro Ferreira. Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa. pp. 561-578 (2014)
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Abstract
É muitas vezes aceite que certas categorias, tipicamente as de género, raça, orientação sexual ou doença mental, são construções sociais e não divisões naturais no mundo. A distinção entre categorias naturais e categorias sociais, como pretende ser a distinção entre o sexo e o género, tem servido no âmbito da crítica e ciência social para advogar a abolição de certas normas sociais, e para a implementação de políticas mais equitativas. Contudo, há aspectos centrais do construtivismo que são pouco claros. O que é que se nega ao rejeitar que as categorias construídas socialmente são naturais? E o que significa dizer que essas categorias são construções sociais? E será de todo verdade que certas categorias, como o género, são sociais e não naturais? Não tenho a pretensão de responder a todas estas complexas questões neste artigo, mas espero pelo menos iluminar parte do debate contemporâneo sobre estes problemas. Por uma questão de espaço, concentrar-me-ei na noção de género.
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