The relativity of evaluative sentences: disagreeing over disagreement

Kriterion: Journal of Philosophy 54 (127):211-226 (2013)
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Abstract
Evaluative sentences (moral judgments, expressions of taste, epistemic modals) are relative to the speaker's standards. Lately, a phenomenon has challenged the traditional explanation of this relativity: whenever two speakers disagree over them they contradict each other without being at fault. Hence, it is thought that the correction of the assertions involved must be relative to an unprivileged standard not necessarily the speaker's. I will claim instead that so far, neither this nor any other proposal has provided an explanation of the phenomenon. I will point out several problems presented by them and I will hint to how this phenomenon could be explained by making minor adjustments to our semantic theory. Sentenças avaliativas (julgamentos morais, expressões de gosto, modos epistêmicos) são relativas aos padrões do falante. Recentemente, um fenômeno desafiou a explicação tradicional dessa relatividade: sempre que dois falantes discordam entre si, eles contradizem um ao outro sem estarem errados. Por isso, pensa-se que a correção das asserções envolvidas deve ser relacionada a um padrão desprovido de privilégio e não necessariamente ao padrão do falante. Eu sustentarei, ao contrário, que até agora nem esta nem alguma outra proposta forneceu uma explicação do fenômeno. Eu assinalarei diversos problemas apresentados por essas propostas e sugerirei o modo como este fenômeno poderia ser explicado ao fazer pequenos ajustes em nossa teoria semântica
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