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  1. O Epicuro de Marx: Considerações Sobre a Controvérsia Ao Redor da Clinamen.Francisco Luciano Teixeira Filho - 2011 - Intuitio 4 (1):61-74.
    O presente trabalho teórico e bibliográfico se dedica a reconstruir o conceito de declinação espontânea do átomo em Epicuro, tal qual Marx defendeu em sua tese de doutorado. Seu objetivo é descobrir se a clinamen do átomo está presente em Epicuro e, se está, como se pode pensá-la. Percebe-se que a clinamen que aparece nos textos remanescentes de Epicuro não traz a noção de declinação espontânea, como aparece em Lucrécio e Marx, como Quartim de Moraes afirma. Entretanto, tendo como base (...)
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  2.  88
    A paixão e a linguagem na mecânica da paz política no leviatã de Thomas Hobbes.Francisco Luciano Teixeira Filho - 2015 - Argumentos 7 (14):100-112.
    O artigo trata da ideia de paz política desde a mecânica dos corpos no Leviatã de Thomas Hobbes. Buscou-se compreender como um pressuposto egoísta pode chegar a uma ideia de consenso pela linguagem.
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  3.  82
    E quando ser o que se é tornou-se uma fundada suspeita: elementos de um estética de classe e do preconceito.Francisco Luciano Teixeira Filho - 2016 - O Público E o Privado 14 (28):223-251.
    O presente artigo relata a estética de classe de um grupo social que foi chamado de pirangueiro. A partir de uma pesquisa observacional, com amparo referencial nas teorias do habitus e do campo, em Bourdieu, baseada na técnica de flanagem, reconstruiu-se a ideia do subcampo da moda de resistência, que se apresenta como contraposição ao campo da moda dominante. Com essa moda de resistência, o jovem pirangueiro traz um elemento de auto-distinção e, ao mesmo tempo, um critério de preconceito.
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  4.  8
    A razão unidimensional e as razões para a transformação da história: a arte entre Hegel e Marcuse.Francisco Luciano Teixeira Filho - 2011 - Intuitio 4 (2):183-196.
    O presente trabalho constrói uma ponte teórica entre Hegel e Marcuse, com intento de demonstrar a possibilidade de transformações históricas concretas, oferecida pela experiência estética. Tendo como paradigma a sociedade administrada, procurou-se estabelecer, a partir de Marcuse e Hegel, um caminho que demonstra como o indivíduo plasma a razão na história, o que pressupõe uma ação libertadora consciente. Todavia, em uma sociedade unidimensional, não há abertura para outras dimensões e, portanto, a razão unidimensional se torna totalitária, paralisando a história. Nesse (...)
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