Results for 'Ida Sim'

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  1. National Center for Biomedical Ontology: Advancing Biomedicine Through Structured Organization of Scientific Knowledge.Daniel L. Rubin, Suzanna E. Lewis, Chris J. Mungall, Misra Sima, Westerfield Monte, Ashburner Michael, Christopher G. Chute, Ida Sim, Harold Solbrig, M. A. Storey, Barry Smith, John D. Richter, Natasha Noy & Mark A. Musen - 2006 - Omics: A Journal of Integrative Biology 10 (2):185-198.
    The National Center for Biomedical Ontology is a consortium that comprises leading informaticians, biologists, clinicians, and ontologists, funded by the National Institutes of Health (NIH) Roadmap, to (...)
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  2. Are You a Sim?Brian Weatherson - 2003 - Philosophical Quarterly 53 (212):425–431.
    Nick Bostrom argues that if we accept some plausible assumptions about how the future will unfold, we should believe we are probably not humans. The argument appeals (...)
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  3.  58
    Sim, May, Remastering Morals with Aristotle and Confucius[REVIEW]Bryan Van Norden - 2009 - Dao: A Journal of Comparative Philosophy 8 (1):109-111.
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  4. Transfer of Personality to Synthetic Human ("Mind Uploading") and the Social Construction of Identity.John Danaher & Sim Bamford - 2017 - Journal of Consciousness Studies 24 (11-12):6-30.
    Humans have long wondered whether they can survive the death of their physical bodies. Some people now look to technology as a means by which this might (...)
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  5. Filosofia da Linguagem.Teresa Marques & Manuel García-Carpintero - 2012 - In Pedro Galvão (ed.), Filosofia: Uma Introdução por Disciplinas. Edições 70.
    A filosofia da linguagem dedica-se ao estudo da linguagem natural. Não se dedica ao estudo de línguas particulares, tal como o português, o castelhano ou o (...)inglês, mas sim ao estudo filosófico de características gerais da linguagem e da nossa capacidade e proficiência linguística enquanto seres humanos. A investigação do desenvolvimento da linguagem é uma tarefa a ser desenvolvida pela ciênciaa paleontologia, a neurologia, etc. Mas a ciência ocupa-se de algo de que temos um conhecimento intuitivo prévioa linguagem natural. Ora, a filosofia da linguagem dedica-se em parte a tornar explícito o nosso conhecimento implícito da linguagem. Como tal, a filosofia da linguagem é uma disciplina central na filosofia. Este capítulo é uma introdução selectiva à filosofia da linguagem. A alternativa que se nos deparava era fazer uma breve apresentação de teorias do significado, da referência e da verdade, e ainda de alguns tópicos de pragmática, ou escolher um tópico em particular que é, tradicionalmente, o elegido nos cursos introdutórios à filosofia da linguagem. Este capítulo oferece assim uma introdução a alguns dos temas centrais e clássicos da filosofia da linguagem contemporânea. A maior parte do capítulo dedicar-se-á a teorias da referência, a de Frege e de Russell, e à sua crítica subsequente por filósofos como Saul Kripke. Isto poderia levar-nos a pensar que a filosofia da linguagem contemporânea continua, como era tradicional, focada simplificada da relação entre linguagem, mente e mundo. Nada podia estar mais longe da verdade, como se tornará claro. A grande alteração na perspectiva sobre o estudo da linguagem, que se deve a pessoas como Frege ou Russell, é que graças ao seu trabalho os filósofos passaram a reflectir sobre a contribuição semântica sistematicamente feita por diferentes categorias sintácticas nas diferentes construções frásicas em que possam ocorrer, por exemplo a de termos referenciais como os nomes próprios. A relação linguagem-mente-mundo continua a ser uma preocupação dos filósofos contemporâneos, mas de uma forma muito mais sofisticada, rigorosa e sistemática. Os filósofos preocupam-se agora, por exemplo, com as condições de verdade correctas de usos particulares de frases, com os estados de coisas reais ou possíveis que confeririam verdade ou falsidade às frases usadas, e com o valor cognitivo de distintos tipos de frases. Como indicaremos na última secção do capítulo, outros desenvolvimentos da filosofia da linguagem contemporânea dizem respeito àquilo que nós, enquanto seres humanos, conseguimos fazer por meio da linguagem, aos diferentes actos de fala possíveis, e aos diferentes níveis de significado que podemos comunicar por meio do uso de frases com um significado convencionalmente estabelecido. (shrink)
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  6. Evolving Perceptual Categories.Cailin O’Connor - 2014 - Philosophy of Science 81 (5):110-121.
    This article uses sim-max games to model perceptual categorization with the goal of answering the following question: To what degree should we expect the perceptual categories (...)of biological actors to track properties of the world around them? I argue that an analysis of these games suggests that the relationship between real-world structure and evolved perceptual categories is mediated by successful action in the sense that organisms evolve to categorize together states of nature for which similar actions lead to similar results. This conclusion indicates that both strongly realist and strongly antirealist views about perceptual categories are too simple. (shrink)
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  7. On the Different Ways of ‘‘Doing Theory’’ in Biology‘.Massimo Pigliucci - 2013 - Biological Theory 7 (4): 287-297.
    ‘‘Theoretical biology’’ is a surprisingly heter- ogeneous field, partly because it encompasses ‘‘doing the- ory’’ across disciplines as diverse as molecular biology, systematics, ecology, and evolutionary biology. (...)
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  8. Múltiplos Modos de Afirmar e Negar: Uma Refutação da Leitura Eleata de Espinosa Pelavia dos Modos de Perceber.Cristiano Novaes de Rezende - 2016 - Cadernos Espinosanos 35:135-165.
    A estrutura argumentativa deste artigo pode ser resumida no seguinte raciocínio: 1) Espinosa foi recorrentemente acusado de eleatismo; 2) há ruptura com o eleatismo quando se admite (...)
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  9. Identidad y poder en las sociedades de control.Antonio Tudela Sancho - 2009 - Revista de Filosofía (Venezuela) 61 (1):7-37.
    La finalidad del presente ensayo consiste en partir de las nociones interrelacionadas de "capitalismo mundial integrado" (Guattari) y de "sociedad de control" (Deleuze) para (...)intentar una deriva que cruce géneros, épocas y nombres propios: de la filosofía al cine y a la poesía (caminos de ida y vuelta), de Benjamin a Serres pasando por Homero, Kavafis, Cioran o Godard, del tardío imperio romano y sus incertidumbres a la imprecisión de nuestro propio tiempo. Posiblemente, pensar hoy la identidad humana sea como nunca antes un asunto de mezcla, de viaje a través de territorios viejos que demandan una nueva cartografía. -/- The purpose of this essay is to depart from the interrelated notions of "whole global capitalism" (Guattari) and the "control society" (Deleuze) to attempt a drift across genders, epochs and proper names: from philosophy to cinema and poetry (roundtrip roads), from Benjamin to Serres, passing through Homer, Kavafis, Cioran or Godard, from the late Roman empire and its uncertainties to our own time. Possibly, thinking today about human identity is as never before, a matter of mixture, of travel through old territories that demand new maps. (shrink)
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  10.  61
    Un llamado ético a la inclusión de mujeres embarazadas en investigación: Reflexiones del Foro Global de Bioética en Investigación.Carla Saenz, Jackeline Alger, Juan Pablo Beca, José Belizán, María Luisa Cafferata, Julio Arturo Canario Guzman, Jesica Candanedo, Lissette Duque, Lester Figueroa, Ana Garcés, Lionel Gresh, Ida Cristina Gubert, Dirce Guilhem, Gabriela Guz, Gustavo Kaltwasser, Roxana Lescano, Florencia Luna, Alexandrina Cardelli, Ignacio Mastroleo, Irene Melamed, Agueda Muñoz del Carpio Toia, Ricardo Palacios, Gloria Palma, Sofía Salas, Xochitl Sandoval, Sergio Surugi de Siqueira, Hans Vásquez & Bertha Villela de Vega - 2017 - Revista Panamericana de Salud Pública 41 (e13):1-2.
    El Foro Global de Bioética en Investigación (GFBR por sus siglas en inglés) se reunió el 3 y 4 de noviembre en Buenos Aires, Argentina, con el (...)
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  11. Religião e política no pensamento de Maquiavel.J. L. Ames - 2006 - Kriterion: Journal of Philosophy 47 (113):51-72.
    For Machiavelli, religion is valued not by the importance of its founder, the content of its teachings, the truth of its dogmas or the significance of its (...)
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  12.  6
    O progresso na Filosofia da História de Hegel.Gabriel Rodrigues da Silva & Pedro Geraldo Aparecido Novelli - manuscript
    A obra que aqui analisamos, denominada postumamente de Lições sobre a Filosofia da História (Vorlesungen über die Philosophie der Geschichte) foi publicada em 1837, seis anos após (...)
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  13.  60
    Efeitos sonoros enquanto fala audiovisual: Análise de Gerald McBoing-Boing à luz do §528 das Investigações Filosóficas.Rafael Duarte Oliveira Venancio - 2011 - Revista Ciberlegenda (PPGCOM - Universidade Federal Fluminense) 24:126-137.
    Dentro da produção da UPA, estúdio que buscou rivalizar esteticamente com os preceitos da Disney no cinema de animação nos anos 1950, Gerald McBoing-Boing é a (...)personagem mais emblemática, estrelando quatro curtas de animação que representam os preceitos do estúdio. No entanto, o mote narrativo de McBoing-Boing é que ele não se comunica com sons, mas sim por efeitos sonoros, e se fazendo entender. Para entender quais são as possibilidades linguísticas desse uso sonoro e como ele não nos aparece enquanto algo surreal, analisaremos tal representação à luz da segunda filosofia de Ludwig Wittgenstein, cuja obra-chave são as Investigações Filosóficas. Concentrando no §528, o objetivo é mostrar como McBoing-Boing se encaixa em um fenômeno language-like, representando um ponto central na crítica estética da UPA. (shrink)
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  14.  34
    Semantic Information Measure with Two Types of Probability for Falsification and Confirmation.Lu Chenguang - manuscript
    Logical Probability (LP) is strictly distinguished from Statistical Probability (SP). To measure semantic information or confirm hypotheses, we need to use sampling distribution (conditional SP function) to (...)
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