Results for 'Poder'

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    La colonialidad del poder y la lógica del capital.José Ramón Fabelo Corzo - 2013 - Perspectiva Filosófica 16 (16):91-98.
    En el presente trabajo se muestra cómo la colonialidad del poder surge, se desarrolla y se mantiene como derivación, parte y premisa de la lógica del capital. En tanto lógica cultural nacida con el capitalismo y mantenida hasta hoy, la colonialidad estuvo asociada, primero, a la acumulación originaria del capital y, después, a su reproducción ampliada.
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    Poder y valores instituidos.José Ramón Fabelo Corzo - 2001 - Memoria. Revista de Cultura y Política 144 (144):29-36.
    Explícita o implícitamente la relación entre poder y valor ha estado muy presente en la historia del pensamiento filosófico-político. Debido a que el poder, en cualquiera de sus formas, tiende siempre a normar y regular la convivencia y actividad conjunta entre grupos humanos, cualquier reflexión filosófica sobre su naturaleza habrá de cuestionarse, directa o indirectamente, el asunto de su racionalidad ética, de su vínculo con los valores humanos. Al mismo tiempo, pensar los valores debe conducir, tarde o temprano, (...)
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  3. Poder legítimo e formas de dominação weberianas.Emanuel Isaque Cordeiro da Silva - manuscript
    As formas de exercício do poder podem ser legítimas ou não. Segundo Max Weber, elas são legítimas quando a influência exercida é aceita por aqueles que se submetem à vontade do outro, como no caso dos moradores de uma cidade ante as decisões da prefeitura. E não são legítimas quando pressupõem apenas o uso da força para imposição da vontade, como no caso das ditaduras. O exercício legítimo do poder é chamado por Weber de dominação. Quando o (...) é exercido exclusivamente com o uso da força, a dominação não é legítima. Para a Sociologia, o que importa é a análise da dominação legítima, aquela em que o dominado aceita as condições em que o exercício do poder acontece. De acordo com Max Weber, existem três tipos puros de dominação legítima: a tradicional, a carismática e a racional-legal. A tradicional consiste na crença em instituições e regras transmitidas de geração em geração, conduzidas por um indivíduo ou grupo de pessoas, que se baseiam nos costumes para exercer a dominação. São exemplos desse tipo de dominação as relações feudais , o patriarcalismo e o coronelismo. 2 3 A dominação carismática é estabelecida quando os dominados possuem a crença de que há qualidad es excepcionais em determinado indivíduo, algo que o torna superior aos outros e lhe permite exercer liderança ou controle sobre eles. Pode ser ilustrada por figuras de lideranças religiosas ou políticas com grande poder de influência social. Para Weber, a dominação carismática se contrapõe à dominação tradicional e propicia a transformação social, visto que a crença nas qualidades excepcionais do líder permite a ele estender suas ações para além dos limites das normas vigentes. No Brasil, figuras como Getúlio Vargas, Juscelino Kubitschek e Lula são exemplos de lideranças carismáticas. A dominação racional-legal, fundamentada em normas e regras aprovadas e aceitas por todos, tem como exemplo a burocracia. Na concepção weberiana, esse tipo de dominação caracterizaria o Estado moderno, no qual as relações entre cidadãos e Estado seriam marcadas pela impessoalidade, ou seja, com base em regras e normas convencionadas e seguidas por todos os membros de uma coletividade, sem nenhuma distinção. No Brasil, como em outras nações, há graves e variados casos de corrupção política, situações nas quais integrantes do Estado, muitas vezes eleitos pela população, fazem uso indevido de verbas públicas, empregando-as para fins privados. Isso indica que mesmo em regimes democráticos, guiados por leis que criminalizam tais práticas, ainda há muito a ser feito para que as condutas de representantes políticos obedeçam ao princípio de impessoalidade determinado pela democracia moderna. (shrink)
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  4. La imbricación vida-poder en el pensamiento de Michel Foucault y Giorgio Agamben.Marcelo Raffin - 2018 - Cuestiones de Filosofía 22 (4):117-137.
    Este artículo pretende analizar la particular relación de imbricación que Michel Foucault y Giorgio Agamben han venido a establecer entre la vida humana y el poder. A tal fin, se propone un recorrido por los dos momentos centrales de su producción que permiten dar cuenta de dicha imbricación: en el caso de Agamben, el referido a la investigación “homo sacer” y, en el de Foucault, el de su investigación en torno de la biopolítica como acontecimiento decisivo de la modernidad. (...)
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  5. O Que É O Poder? As formas de exercício do poder na vida social e pragmática dos indivíduos.Emanuel Isaque Cordeiro da Silva - manuscript
    Como podemos observar na sociedade contemporânea, as relações de poder estão cada vez mais disseminadas por todos os lados, seja nas relações familiares, num grupo de amigos, numa instituição, numa empresa, em cargos públicos, etc, e essas relações podem-se caracterizar de forma simples (entre dois indivíduos) ou numa esfera mais complexa (empresa, cidade ou país). E cada uma dessas relações têm em comum o fato de servirem como meio de influência na consulta alheia. Na esfera social, são números demasiados (...)
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  6. A função do Poder Militar na vida política segundo Maquiavel.José Luiz Ames - 2005 - Etica E Politica 8 (1):0-0.
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  7.  79
    Filonazismo y poder en la Iglesia Católica.Eliseo Rabadán - 2003 - El Catoblepas.
    Se trata de un ensayo crítico basado en el film del director Costa Gavras que lleva por título AMEN Se enfoca en las relaciones entre el régimen nazi y el Vaticano, de modo polémico, crítico.
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  8. Identidad y poder en las sociedades de control.Antonio Tudela Sancho - 2009 - Revista de Filosofía (Venezuela) 61 (1):7-37.
    La finalidad del presente ensayo consiste en partir de las nociones interrelacionadas de "capitalismo mundial integrado" (Guattari) y de "sociedad de control" (Deleuze) para intentar una deriva que cruce géneros, épocas y nombres propios: de la filosofía al cine y a la poesía (caminos de ida y vuelta), de Benjamin a Serres pasando por Homero, Kavafis, Cioran o Godard, del tardío imperio romano y sus incertidumbres a la imprecisión de nuestro propio tiempo. Posiblemente, pensar hoy la identidad humana sea como (...)
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  9.  28
    Ética por la Vida. Elogio de la voluntad de poder.Enrique Leff - 2006 - Polis 5 (13).
    La pregunta por la ética y la voluntad de vivir, frente a la racionalidad y la ecología utilitarista dan forma al texto de Enrique Leff. ¿Cómo se puede superar el estado actual de cosas sin recuperar una ética primigenia, la cual se hacía la pregunta por la buena vida, aquella que merece ser vivida? Siguiendo a Nietzsche, el rechazo por el sentimiento y las pulsiones están en el centro de la mirada racional e instrumental respecto de la naturaleza. La búsqueda (...)
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  10. Corrupção Um Estudo Sobre Poder Público E Relações Pessoais No Brasil.Marcos Otávio Bezerra & Associação Nacional de Pós-graduação E. Pesquisa em Ciências Sociais - 1995
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  11.  68
    La Conservación Del Poder En David Hume.Santiago Álvarez García - 2013 - Eunomia 2:63-82.
    This article argues that the origin of the political principles and categories that Hume sets as essential to the preservation of political power and its effective exercise can be traced into the division of political agent that occurs as a result of the institution of justice and government in the origin of society. Their different roles and different degrees of freedom will determine, since then, and through political action and its irreversibility, the categories and the fundamental problems that Hume´s political (...)
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  12.  54
    Literalidad. Un acercamiento a la cuestión del "poder de la palabra".Francisco Barrón - 2011 - Alteridad y Exclusiones.
    Se revisa la cuestión del poder del lenguaje en una comparación entre las teorías del lenguaje de la sofística antigua y las de los pensadores franceses Gilles Deleuze y Louis Althusser.
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  13.  95
    Jason Frank, "Momentos constituyentes: paradojas y poder popular en los Estados Unidos de América posrevolucionarios" - Traducción de Facundo Bey.Facundo Bey & Jason Frank - 2012 - Revista Argentina de Ciencia Política EUDEBA 15:49-74.
    Los teóricos de la democracia dejaron de lado la pregunta de quién legalmente forma parte del "pueblo" autorizado, pregunta que atraviesa a todas las teoría de la democracia y continuamente vivifica la práctica democrática. Determinar quién constituye el pueblo es un dilema inabordable e incluso imposible de responder democráticamente; no es una pregunta que el pueblo mismo pueda decidir procedimentalmente porque la propia premisa subvierte las premisas de su resolución. Esta paradoja del mandato popular revela que el pueblo para ser (...)
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  14.  63
    Capital humano y voluntad de poder.Cristian De Bravo - 2015 - Thémata: Revista de Filosofía (51):(125-143).
    El presente artículo propone una interpretación ontológica del concepto de capital humano a la luz de la metafísica de Nietzsche y de “El Trabajador” de Jünger. En ese sentido cabe preguntarse por el fundamento y las implicancias de aquel concepto que habiendo crecido dentro del ámbito económico, supone sin embargo el suelo de una nueva comprensibilidad de la posición histórica del hombre.
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  15. El tiempo, buen colaborador. En torno a Aristóteles y el poder de obrar.Felipe Ledesma - 2010 - In Juan-Manuel Navarro & Nuria Sánchez-Madrid (eds.), Ética y metafísica. Sobre el ser del deber ser. Biblioteca Nueva. pp. 19-48.
    The temporality of human action is very peculiar: different from the cosmic time and even paradoxical, inasmuch as it is really a circular time. The aim of this essay is to study this circularity in the sphere of human activity through the relations between the notions of potency and habit in the Aristotelian Ethics, among others structural conditions of the action. These structural conditions are explored by Aristotle as those which make possible to judge the actions.
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  16.  14
    Hechos e ideas en la condena del Parlamento de París de la Defensio fidei de Suárez: poder indirecto del Papa in temporalibus, derecho de resistencia y tiranicidio.Leopoldo José Prieto López - 2020 - Relectiones 7:37-53.
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  17.  17
    Hechos e ideas en la condena del Parlamento de París de la Defensio fidei de Suárez: poder indirecto del Papa in temporalibus, derecho de resistencia y tiranicidio.Leopoldo José Prieto López - 2020 - Relectiones 7:37-53.
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  18. Sistema Nacional Anticorrupción: Whistleblowers O El Poder De Acción Ciudadana Directa En El Combate a La Corrupción En México.Carlos Medel-Ramírez (ed.) - 2016 - España: Editorial Eumed – España.
    El fenómeno de la corrupción es un cáncer que afecta a nuestro país y que es necesario erradicar; éste diluye las oportunidades de desarrollo económico y social, privilegiando la sola conjunción de intereses particulares, de actores políticos en acuerdos no legales en beneficio propio, los cuales derivan en actos de corrupción. Estudios recientes señalan que el nivel de corrupción presente en un sistema político está directamente relacionado con el tipo de estructura institucional que lo defina (Boehm y Lambsdorff, 2009), así (...)
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  19. El vínculo comunitatio y el poder en Ibn Jaldún.Ana Maria C. Minecan (ed.) - 2012 - Biblioteca Nueva.
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  20.  53
    Indagaciones foucaulteanas. Entre los sofistas y el bíos cínico: el poder de la verdad y el poder de la nada.Gustavo Romero - 2014 - El Banquete de Los Dioses. Revista de Filosofía y Teoría Política 3:58-97.
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  21. La biopolítica como diagramática del poder.Adán Salinas - 2016 - In Gubernamentalidad. Santiago: Escaprate.
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  22.  83
    Voltaire, Rousseau e o Cristianismo: História e poder.Otacílio Gomes da Silva Neto - 2019 - Revista Dialectus 15:232-252.
    The history of Christianity was a prevalent subject among 18th century philosophers. This article presents a historical perspective of the relationship between Christianity and power based on a comparative analysis of the ideas of Voltaire and Rousseau. Bibliographic research was undertaken using a philosophical approach to their works. This study examines Voltaire’s inquiry into Jesus Christ as a historical figure and a“genealogy” of Christianity in three of his works: Tumbeau du fanatisme(1736), Traité sur la tolérance(1763), and Catéchisme de l'honnête homme (...)
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  23. La naturaleza y ejercicio del poder y la autoridad política.Pedro J. Solís - 2009 - Revista de Filosofía de la Universidad de Costa Rica 47 (122):49-57.
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  24.  37
    ¿Nuestros comportamientos inconscientes automatizados revelan nuestros verdaderos seres y verdades ocultas sobre el universo? --Una revisión del ‘Poder Contra la Fuerza’ (Power versus Force) de David Hawkins--los determinantes ocultos del comportamiento humano – la edición oficial autorizada del autor ' 412p (2012) (edición original 1995)(revisión revisada 2019).Michael Richard Starks - 2019 - In Delirios Utópicos Suicidas en el Siglo 21 La filosofía, la naturaleza humana y el colapso de la civilización Artículos y reseñas 2006-2019 4a Edición. Las Vegas, NV USA: Reality Press. pp. 334-337.
    Estoy muy acostumbrado a libros extraños y gente especial, pero Hawkins se destaca debido a su uso de una técnica simple para probar la tensión muscular como una clave para la "verdad" de cualquier tipo de afirmación-es., no sólo para si la persona que está siendo probada lo cree, sino si es realmente cierto! Lo que es bien sabido es que las personas mostrarán respuestas fisiológicas y psicológicas automáticas e inconscientes a cualquier cosa a la que estén expuestos: imágenes, sonidos, (...)
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  25.  91
    Nossos comportamentos inconscientes automatizados revelam nossos verdadeiros eus e verdades escondidas sobre o universo? -Uma revisão de David Hawkins ' ‘Power vs Force’ (Poder vs Força )-os determinantes ocultos do comportamento humano-oficial do autor edição autoritária ' 412p (2012) (edição original 1995)(revisão revisada 2019).Michel Richard Starks - 2019 - In Delírios Utópicos Suicidas no Século XXI Filosofia, Natureza Humana e o Colapso da Civilization- Artigos e Comentários 2006-2019 5ª edição. Las Vegas, NV USA: Reality Press. pp. 237-240.
    Eu estou muito acostumado com livros estranhos e pessoas especiais, mas Hawkins se destaca devido ao seu uso de uma técnica simples para testar a tensão muscular como uma chave para a "verdade" de qualquer tipo de declaração qualquer-i. e., não apenas para se a pessoa que está sendo testada acredita , mas se é realmente verdade! O que é sabido é que os povos mostrarão respostas fisiológicas e psicológicas automáticas, inconscientes a apenas sobre qualquer coisa que são expor a (...)
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  26.  72
    O "Eu", a Autoria e os Vlogs: Formas Históricas do poder-dizer.Guilherme Adorno - 2015 - Anais Do SEAD 7:1-9.
    Uma entrada produtiva para explorar o funcionamento discursivo das textualidades digitais é o modo como a autoria se relaciona com a inscrição político-ideológica do sujeito, historizando o discurso em suas diferentes materialidades significantes2. Para este trabalho, trago compreensões sobre os vlogs (videologs) que circulam e são produzidos para a plataforma YouTube. Nos vlogs, a tomada de posição de um “eu”, no efeito de falar diretamente para a câmera e assumindo o “falar sobre” (a vida pessoal, fatos cotidianos, comentários sobre acontecimentos (...)
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  27.  15
    Book Review. "Sexual Citizens. A landmark study of sex, power, and assault on campus". Jennifer S. Hirsh and Shamus Khan. (Reseña. Ciudadanos sexuales. Un estudio crucial sobre el sexo, el poder, y el abuso en los campus universitarios).Carlos Alberto Rosas Jimenez - 2020 - Barataria Revista Castellano-Manchega de Ciencias Sociales 1 (28):136-140.
    Sexual Citizens es producto de una de las investigaciones más completas que existen hasta el momento sobre el abuso sexual en los campus de las universidades . Tomando como punto de referencia la Universidad de Columbia de Nueva York, este estudio aporta abundante luz para esclarecer no solo la dinámica del proceso que conduce al abuso sexual, sino que lanza tres conceptos fundamentales para aproximarse a la prevención del abuso en los campus universitarios. Combinando la atención de los proyectos de (...)
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  28. Lo radical y la libertad.Miriam Dolly Arancibia - 2010 - Revista IISE, Universidad Nacional de San Juan 2.
    Para Foucault las relaciones de dominación son el camino de acceso al análisis del poder. Cabe la pregunta si la relación de poder es lucha, enfrentamiento, guerra, siendo ésta última el motor de las instituciones y el orden en la visión foucaultiana de la realidad. Para responderla aparecen nociones como la del mal radical de Hanna Arendt o la de libertad de Leonardo Polo. Aún cuando se trata de posiciones filosóficas distintas todas ellas vislumbran que lo auténticamente radical (...)
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  29.  21
    La colonialidad cultural y la lógica del capital.José Ramón Fabelo Corzo - 2019 - In José Ramón Fabelo Corzo & Mayra Sánchez Medina (eds.), Coordenadas epistemológicas para una estética en construcción. Puebla, Pue., México: pp. 117-133.
    En el presente trabajo se muestra cómo la colonialidad cultural surge, se desarrolla y se mantiene como derivación, parte y premisa de la lógica del capital. En tanto lógica cultural nacida con el capitalismo y mantenida hasta hoy, la colonialidad estuvo asociada, primero, a la acumulación originaria del capital y, después, a su reproducción ampliada. El trabajo también indaga en las relaciones entre colonialidad, por una parte, y poder, colonialismo y eurocentrismo, por otra.
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  30.  40
    Sociologia e o conceito de democracia.Emanuel Isaque da Silva - manuscript
    O conceito de democracia como “poder do povo” surgiu na Grécia antiga, aproximadamente no século V a. C. O termo demokratia é composto dos vocábulos demos, “povo”, e kratos, “poder”. A democracia é, assim, um regime político que pressupõe a existência de um governo direto ou indireto da população mediante eleições regulares para os cargos administrativos do país, do estado ou do município. No entanto, o exato significado de “poder do povo” depende do período histórico e da (...)
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  31. Teoria Democrática Contemporânea.Emanuel Isaque Cordeiro da Silva - manuscript
    A partir do século XIX, a teoria democrática foi desenvolvida com base no confronto entre duas doutrinas políticas: o liberalismo e o socialismo. O liberalismo é um projeto que defende as limitações dos poderes governamentais, buscando a proteção dos direitos econômicos, políticos, religiosos e intelectuais dos membros da sociedade. Ou seja, para os liberais o poder do Estado deve ser limitado, pois eles acreditam que a verdadeira liberdade depende da menor interferência possível do Estado e das leis nesses direitos. (...)
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  32. Teoria Democrática Moderna.Emanuel Isaque Cordeiro da Silva - manuscript
    Em meados do século XVI, surgiu a ideia de autonomia do indivíduo, que deu origem ao individualismo e ao liberalismo político. A concepção de democracia que se desenvolveu com base nesses princípios assumiu um perfil bastante diferente daquele utilizado na Grécia antiga. Se antes a democracia estava diretamente ligada à ideia de igualdade, em sua nova versão passou a ser relacionar primordialmente com a ideia de liberdade. Em decorrência dos ideais desenvolvidos naquele momento histórico, o principal dilema político fundamentava-se na (...)
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  33.  92
    Movimentos e mobilizações sociais: originalidade e desafios.A. Duque, E. & Calheiros - 2017 - População E Sociedade 27:170-186.
    Resumo: A crise na União Europeia e os programas de austeridade subsequentes fizeram emergir uma miríade de movimentos sociais, diversos na sua natureza e nos seus propósitos. O que se pretende aferir neste artigo é a relação e a conexão existentes entre o Estado, o poder económico, a sociedade civil e os movimentos sociais neste contexto específico de crise. Procuraremos, nesta breve abordagem, explanar alguns elementos de originalidade intrínsecos aos movimentos sociais hodiernos, patentes na sua forma de participação e (...)
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  34.  13
    Elementos y alcances de la relación intelectual entre Foucault y la Teorı́a Crı́tica.Álvaro Muñoz Ferrer - 2019 - Mutatis Mutandis: Revista Internacional de Filosofía 14.
    Este trabajo argumenta que la noción de racionalidad gubernamental articulada por Michel Foucault pudo haber sido influenciada por la obra de la Escuela de Fráncfort, particularmente por Marcuse, en torno a la relación entre poder y racionalidad. La argumentación se construye sobre la base de un análisis genealógico del concepto de racionalidad en el contexto del capitalismo y concluye con una reflexión acerca de las contribuciones metodológicas al enfoque de la gubernamentalidad que pueden explorarse a partir de la relación (...)
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  35.  97
    El problema de la demarcación en estética: Una crítica del criterio de Danto.Andrés Páez - 2008 - Revista de Estudios Sociales 29:146-155.
    El desarrollo de las artes visuales durante el siglo XX desdibujó la frontera entre aquellos objetos y artefactos que llamamos obras de arte, y aquéllos que no son merecedores de ese título. Arthur Danto ha propuesto una teoría estética a la luz de la cual sería posible volver a definir los límites del arte. En este ensayo examino dos de los aspectos más problemáticos de la teoría: la importancia excesiva que Danto le otorga al concepto de mímesis y su concepción (...)
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  36. Power, Soft or Deep? An Attempt at Constructive Criticism.Peter Baumann & Gisela Cramer - 2017 - Las Torres de Lucca: Revista Internacional de Filosofía Política 6 (10):177-214.
    This paper discusses and criticizes Joseph Nye’s account of soft power. First, we set the stage and make some general remarks about the notion of social power. In the main part of this paper we offer a detailed critical discussion of Nye’s conception of soft power. We conclude that it is too unclear and confused to be of much analytical use. However, despite this failure, Nye is aiming at explaining an important but also neglected form of social power: the power (...)
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  37. El sujeto en cuestión. Abordajes contemporáneos.Pedro Karczmarczyk (ed.) - 2014 - Edulp.
    Resumen: Los trabajos abordan, desde diferentes perspectivas a la categoría de sujeto como una categoría crucial del pensamiento contemporáneo. El ámbito de preocupaciones es amplio: la perspectiva del filósofo norteamericano S Cavell quien hace una originalísima recepción de la herencia de Austin y Wittgenstein; la perspectiva fenomenológica de Sartre en diálogo y conflicto con la del psicoanálisis lacaniano y las reconceptualizaciones de la ideología realizadas por Louis Althusser; la constitución del sujeto en tensión entre la sujeción al poder y (...)
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  38.  40
    ¿Sobre qué bases mínimas podría construirse un acuerdo global cosmopolita?Juan Antonio Fernández Manzano - 2013 - Revista de Filosofía (Madrid) 38 (2):61-77.
    El artículo explora algunos de los principales rasgos políticos de la época globalizada y defiende la necesidad de entidades políticas representativas que superen el marco del Estado nación. A continuación se pregunta bajo qué presupuestos ético-políticos podría defenderse un modelo político-jurídico global para un mundo axiológicamente diverso y qué concepciones políticas y valores podrían proponerse como referente normativo para una gobernanza global cuya meta habría de ser el ejercicio legítimo del poder. Teniendo en cuenta las dificultades de tal empresa, (...)
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  39.  63
    A Interpretação condicional da possibilidade de agir diferentemente.Gilberto Gomes - 2005 - Ethica (Rio de Janeiro) 12 (1-2):115-121.
    Freedom is often defined by the possibility of doing otherwise. The conditional interpretation of this possibility, advanced by Moore, maintains that to say that someone could have done otherwise is to say that someone would have done otherwise if she had decided to do so. This conception is adequate for the thesis that freedom is compatible with natural causality. The present article presents a defense of this interpretation against the argument with which Lehrer purports to have refuted it. As used (...)
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  40. Hermenéutica y toma de decisiones en ética clínica.Oscar Vergara - 2017 - Revista Bioética 25 (2):255 - 263.
    Resumen Hermenéutica y toma de decisiones en ética clínica La moderna hermenéutica se interesa por las condiciones de posibilidad de la comprensión humana. Sus aportaciones son de indudable interés para el campo de la ética biomédica, donde médico y paciente tratan de comprenderse mutuamente con el fin de concretar determinado proyecto de cuidados. Sin embargo, esta aproximación está lejos de ser aprovechable para formar una pauta concreta de cara a la toma de decisiones en este campo. La hermenéutica acierta al (...)
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  41.  89
    A manutenção das desigualdades entre os homens.Sandro Rinaldi Feliciano - 2018 - IF-Sophia 4 (15):82.
    “Todo o poder emana do povo...” “ Todos são iguais perante a lei...” (BRASIL, 1988) Estes pequenos trechos, respectivamente do Parágrafo Único do Artigo 1º e do Artigo 5º da constituição brasileira de 1988 não foram redigidos por acaso, ou porque os legisladores assim quiseram, pois acharam que soaria bem; e nem porque de fato acreditavam nisso, mesmo enquanto representantes escolhidos pelo povo, quando de sua promulgação. O Brasil como membro fundador da Organização das Nações Unidas, incorporou em sua (...)
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  42. Un comentario sobre la libertad. Presentación del libro de Iskra Pavez: La niña liberada. [REVIEW]José Andrés Murillo - 2015 - Hybris, Revista de Filosofí­A 6 (2):161-165.
    Iskra Pavez Soto Editorial Forja Agosto 2015, 238 pp. ISBN: 978-956-338-184-9.
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  43. A estética política do ativismo através de novas mídias.Meg Stalcup - 2016 - In Marinyze Prates de Oliveira & Jonathan Warren (eds.), Miradas sobre o Brasil: cultura, arte e poder. Editora da Universidade Federal da Bahia. pp. 13-33.
    Neste capítulo, analisa-se a documentação visual dos protestos de 2013, contrastando a cobertura da grande mídia em São Paulo e Rio de Janeiro com a de ativistas usando as tecnologias de nova mídia. Os temas centrais são a forma como o exercício do poder político é mediado através de novas tecnologias de mídia e a racionalidade política que anima os ativistas. Dito de outro modo, pergunta-se: por que os atores criaram imagens da forma que o fizeram e que objetivos (...)
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    Metáforas del pensamiento en Peirce.Eduardo Dib - 2015 - In Hugo Aguilar & Marisa Moyano (eds.), Sentido y performatividad V - La norma social como matriz ideológica del poder ISBN 978-987-46031-2-8. Ediciones Cántaro de Piedra. pp. 311-324.
    Las «metáforas», «analogías» o «alegorías» tienen un lugar bien ganado en la tradición filosófica. Han sido atacadas por dar lugar a una interpretación poco rigurosa de las nociones que describen, pues permite asociarles propiedades que originalmente no se había pensado (ni resulta deseable) que formen parte de su concepto. Sin embargo, a pesar del reclamo en favor de procedimientos estrictos de definición, el uso de una imagen apropiada suele ser el mejor modo de explicar esas cuestiones que cada siglo escapan (...)
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  45. La democracia y el valor político de la tolerancia.Fuentes/Caro Eduardo Andres - 2015 - Filosofia Unisinos 16 (2):164-182.
    It is a widespread opinion that toleration, as a political practice, has merely instrumental value. The aim of this paper is to defend, on the contrary, that toleration has political value in itself. In more specific terms, I will claim that it is valuable in itself in virtue of its intrinsic relationship with democracy. Toleration is a constituent of democracy inasmuch as it is necessary for the existence of a democratic administration of political power. I will show that that relation (...)
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  46. Belleza, amor y desarraigo. Sobre Helena en la Ilíada.Aida Míguez Barciela - 2008 - Daimon: Revista Internacional de Filosofía 45:41-54.
    Se esboza una interpretación de Helena en la Ilíada atendiendo a la cuestión que hace de ella la figura escindida y desarraigada capaz de reflejar asuntos pertenecientes al telón de fondo del poema. La razón del desarraigo aparece en el canto tercero como la terrible experiencia de la belleza, es decir, como la inevitabilidad del poder de Afrodita. Por qué éros nombra el desarraigo inherente al reconocimiento de la belleza se aclara a través de ciertos fragmentos de Safo y (...)
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  47. Daño al futuro: ¿Puede el no comparativismo resolver el problema de la no-identidad?Santiago Truccone Borgogno - 2017 - Daimon: Revista Internacional de Filosofía 70:83-96.
    la tesis clásica del daño afirma que un sujeto daña a otro cuando lo coloca en una peor situación de la que podría estar de otro modo. Sin embargo, algunas acciones causan consecuencias malas en determinados sujetos pero no los colocan en una condición peor de la que podrían estar de otro modo. En tales casos el no-comparativismo parece poder aportar la solución correcta desde que, para tales tesis dañar a otro es colocar a un sujeto en una condición (...)
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  48. O Sermão pelo Bom Sucesso das Armas de Portugal Contra as da Holanda, do P. António Vieira: Uma Aborgadem á Luz das Teorias da Argumentação.Manuel Joaquim Ferro - 1997 - Revista Portuguesa de Filosofia 53 (3):459 - 473.
    No sermão pelo bom sucesso das armas de Portugal contra as da Holanda, Vieira explana todos os seus dotes de prosador invulgar, teólogo eminente, jurista incontornável, humanista convicto e, acima de tudo, patriota assumido. O presente trabalho pretende, sobretudo, relevar o poder argumentative do orador, seguindo de perto as considerações de Chaïm Perelman sobre a Retórica como "discurso que visa convencer ou persuadir". Simultaneamente, desta-cam-se os голоl ou valores universais patenteados no texto de Vieira e que constituem a base (...)
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  49. Zaratustra: El mito del superhombre filosófico.Santiago Lario Ladrón - 2003 - A Parte Rei 27:7.
    Zaratustra, y muy especialmente sus dos primeras partes, son un canto al Superhombre. La mayor parte de filósofos, capitaneados por Fink y Heidegger, ven ese nombre como una especie de seudónimo del hombre que conoce y acepta las doctrinas del eterno retorno y-o de la voluntad de poder. Y nos ponen en guardia contra el exceso de términos biológicos que Nietzsche utiliza e incluso sobre el que pueda ser su verdadero significado (empezando por el de la misma palabra “vida”). (...)
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    Philosophical Investigation Series: Selected Texts on Political Philosophy / Série Investigação Filosófica: Textos Selecionados de Filosofia Política.Everton Maciel (ed.) - 2021 - Pelotas: Editora da UFPel / NEPFIL Online.
    Nossa seleção de verbetes parte do interesse de cada pesquisador e os dispomos de maneira histórico-cronológica e, ao mesmo tempo, temática. O verbete de Melissa Lane, “Filosofia Política Antiga” vai da abrangência da política entre os gregos até a república e o império, às portas da cristianização. A “Filosofia Política Medieval”, de John Kilcullen e Jonathan Robinson, é o tópico que mais demanda espaço na nossa seleção em virtude das disputas intrínsecas ao período, da recepção de Aristóteles pelo medievo e (...)
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