Results for 'ação'

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  1. A ação no livro III da ética a nicômaco.Diego Ramos Mileli - 2015 - Cadernos Do Pet Filosofia 6 (11):34-42.
    Este trabalho tem por objetivo a compreensão da ação em Aristóteles. Para este fim será utilizado o livro III da Ética a Nicômaco, passando antes por uma breve definição da virtude, tal como aparece no livro II, a qual, pode-se dizer ser o bem para a ação, na medida em que é aquilo que se deve alcançar com ela. No campo específico da ação será visto como ela pode ser distinguida entre voluntária, involuntária e não-voluntária. Neste espectro (...)
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  2. Max Weber: Ação Social e Tipos Ideais.Emanuel Isaque Cordeiro da Silva - manuscript
    Emanuel Isaque Cordeiro da Silva E-mails: eisaque335@gmail.com e eics@discente.ifpe.edu.br WhatsApp: (82)9.8143-8399 -/- Max Weber: Ação Social e Tipos Ideais Nascido na Alemanha, em 1864. Os trabalhos de Weber estão condensados entre as duas primeiras décadas do século XX e estipulam uma nova estruturação para as Ciências Sociais. Weber, assim como outros cientistas sociais, dedicou-se a metodizar a Sociologia, não obstante, sua perspectiva sociológica diverge do pensamento de Durkheim, particularmente no que tange à transcendência do sujeito e de sua (...) social. Divergente de Émile Durkheim, o autor em questão, não considerava o corpo social como algo externo e eminente aos sujeitos. Para Weber, o corpo social careceria ser ponderado sobre o alicerce do conjunto das ações individuais. Todavia, o que seria o supracitado? Para o autor, qualquer ação individual é norteada por outras ações, isto é, quando procedemos, levamos em consideração e nos norteamos pela ação de outrem. Alicerçados na expectação de como nossa ação será vista, procedemos de uma ou outra maneira, sempre com base no olhar de outrem. Logo, nossa ação individual é acatada por Weber como sendo social, uma vez que ela está inserida em um contexto histórico e social que caracteriza todas as ações individuais. Com isso, os acontecimentos sociais são resultados diretos de ações individuais, o que nos dá ideia de que não há objeção entre o sujeito e o corpo social, visto que, para o autor, somente é possível captar o corpo social no momento em que a ação individual a divulga. Logo, o sujeito não é visto como um produto de um todo coercitivo. O sujeito é, antagonicamente, consciente pelos seus atos. O corpo social não tem uma essência própria, mas é reproduzido pelos sujeitos que o conformam, que mediante suas ações lhe conferem essa essência que o falta. Por conseguinte, os estudos de Weber tem como fundamental âmago a indicação de que o entendimento de acontecimentos sociais organizacionais (como o capitalismo, as formas de poder, as formas de dominação, os Estados, os regimes políticos e as religiões) situa-se na observação e no entendimento das ações individuais ou de um agrupamento dessas ações. Mediante tais análises supracitadas, Weber explana: [a sociologia é a] ciência que tem como meta a compreensão interpretativa da ação social de maneira a obter uma explicação de suas causas, de seu curso e de seus efeitos. Por “ação” se designará toda a conduta humana, cujos sujeitos vinculem a esta ação um sentido subjetivo. Tal comportamento pode ser mental ou exterior; poderá consistir de ação ou de omissão no agir. O termo “ação social” será reservado à ação cuja intenção fomentada pelos indivíduos envolvidos se refere à conduta de outros, orientando-se de acordo com ela. Para o autor, o sujeito é singular, e que essa singularidade é um alusivo cêntrico, tanto para si próprio quanto para o corpo social. Logo, significa dizer que a análise weberiana parte do sujeito e de sua ação individual para elucidar os acontecimentos ou fenômenos sociais que se decorrera. Como exemplo pragmático do texto supra, não seria exequível elucidar o ascendente número de suicídios provenientes da crise econômica em certo país. Contrariamente, seria imprescindível partir da observação e entendimento empírico das ações solitárias que serviram como motivação para essa ascensão e suicídios. Logo, somos capazes de compreender que a ação social é o agente de investigação cêntrica da sociologia de Max Weber. Todavia, o que é uma ação social? Para o autor em questão, a ação social nada mais é do que quaisquer ação de um sujeito que é norteada pela a ação de outrem. Como exemplo pragmático do antes citado, temos as eleições. O sujeito vota, tendo como norte os comentários, pelas intenções, pelas pesquisas realizadas por instituições como Ibope, Datafolha, etc. e até mesmo pelo votos de outros votantes. Isto é, a ação de votar em urna eletrônica é individual, mas só se torna cognoscível sociologicamente ao passo em que a escolha de estipulado candidato tem como norte o conjunto dos demais votantes. A seguir, imagens que representam uma eleitora exercendo seu papel democrático na urna eletrônica no Rio de Janeiro, outubro de 2010 e, logo depois uma charge de 2010. As observações e as compreensões de Weber ante os corpos sociais e de seus acontecimentos peculiares tem como centralidade o referencial da ação do agente individual. Com isso, a protestação histórica de determinados acontecimentos devem ser entendidos mediante o agrupamento das ações individuais. Tendo como estopim as ações individuais, o autor objetiva entender problemas sociais genéricos. Destarte, para analisar problemas que afetam e caracterizam o corpo social como um todo, é preciso partir da investigação de ações individuais intrínsecas. Para Weber, o conhecimento sociológico, só pode ter finalidade se tiver como alicerce o estudo dessas ações individuais supracitadas. Não obstante, o que deve ser posto em análise? Segundo Weber, a realidade é desmesurável e, com isso, deverá ser fragmentada para que se possa compreendê-la. O instrumento de investigação é, assim, criado pelo sociólogo. O especialista social faz uma escolha dos fatos que vai investigar: sua escolha é intrínseca. É o sociólogo que decide o que estudar e analisar alicerçado em julgamentos que se fundamentam de acordo com seus valores pessoais. Mediante essa escolha do que analisar, que é peculiarmente intrínseca, Max Weber constrói um método de investigação para alcançar a imparcialidade científica. Os resultados são considerados objetivos, ao passo em que os procedimentos de investigação da ação social são aplicados na prática efetiva. Quanto mais longe da finalidade da investigação o sociólogo se coloca, mais concretos e objetivos serão os resultados de sua análise. As metodologias de investigação, que asseguram a imparcialidade dos resultados, estão diretamente relacionadas à construção de tipos ideais ou tipos puros. O alcunhado tipo ideal é um “instrumento” que o analista e pesquisador utiliza para se aproximar da realidade subjetiva. Cotejando com a Física, digamos que o tipo ideal é uma régua que serve para medição de determinado elemento. Nada mais é do que um artífice para medir a realidade, bem como para tentar compreender o conteúdo dessa realidade em questão. Todavia, como a realidade é plural e múltipla e impossível de ser elucidada em toda sua totalidade, o autor elabora tipos ideais para se apropinquar o máximo possível da realidade pragmática e subjetiva em análise. Tais tipos ideais são obrados mediante as regularidades sociais que ele observou. Frisando que a edificação de um tipo ideal, apesar de se espelhar na realidade pragmática, nada mais é do que um artífice teórico do pesquisador. Algo como escolher certas características regulares de determinada sociedade e construir um tipo ideal de pai de família . Quando o pesquisador for investigar um corpo social especifico, esse tipo ideal antes citado, ainda que não insira-se exatamente na realidade, servirá de alicerce para compreender como, citando caso análogo, alguns pais estipulam relações com suas famílias em certas comunidades. Como conclusão, Weber edificou quatro tipos ideais de ação social, são elas: 1. A ação social com relação a fins; 2. A ação social com base na relação de valores; 3. A ação tradicional e, por fim, 4. A ação afetiva. Por se tratar de tipos ideais, essas ações não são formalmente reconhecíveis na realidade. Todavia, alicerçados pela construção teórica de weber, podemos analisar a realidade e a verificar algumas ações individuais definidas por um único ou mais tipos ideais de ação social. A essência aqui é enxergar e entender que esse artífice favorece o entendimento do corpo social ao passo em que apropinqua o pesquisador da realidade estudada. -/- AVALIAÇÃO DE FIXAÇÃO DO ASSUNTO: MAX WEBER: AÇÃO SOCIAL E TIPOS IDEAIS PROF. Lic. EMANUEL ISAQUE CORDEIRO DA SILVA SOCIOLOGIA GERAL II – 24 de Maio de 2019 TURMA: 2° __ -/- Estudante: __________________________________________________________ N°: ___ -/- 1 Amparados pelas aulas ministradas, aclare a suma importância dos estudos de Weber para a estruturação do novo estágio das Ciências Sociais do século XX. 2 A sociologia de Weber diverge da de Durkheim. Aponte as principais divergências entre o pensamento dos autores sobre o indivíduo e sobre a sociedade. 3 Para Weber, quaisquer ação individual é orientada por ações de outros sujeitos. Aclare a ideia, antes citada, alicerçados por fundamentos de sua vida pragmática em sodalício. 4 Segundo Weber, só é possível compreender a sociedade mediante a manifestação da ação individual do sujeito. Elucide a ideia defendida pelo estudioso e, embasados pelas aulas em sala de aula, cite exemplos de manifestações contemporâneas no nosso país que servem de alicerce para entender a realidade social do Brasil. 5 Elucide a teoria de que a compreensão dos fenômenos sociais estruturais estão alicerçados na análise e entendimento das ações individuais ou de um conjunto dessas ações. 6 Debruçados a citação do livro Conceitos básicos de Sociologia, elucide por quê a meta da Sociologia, como ciência, é a compreensão interpretativa das ações dos indivíduos. 7 Amparados pela citação do livro de Weber, supracitada no texto, defina o que seria “ação” e “ação social” para o autor, posteriormente, use tais alcunhas weberianas e dê uma nova definição para os termos, embasados pela sua observação quanto a sociedade contemporânea. 8 Ao votar, o eleitor pratica uma ação individual que é orientada pela ação dos outros indivíduos. Explique por quê. 9 Para Weber, a realidade é infinita e deve ser recortada para ser compreendida. Aclare a ideia. 10 Elucide por quê a escolha do pesquisador sobre o que vai se analisar deverá ser subjetiva. 11 Elucide o que seria um tipo ideal weberiano. 12 Elucide por quê é fundamental o conceito de tipo ideal para que o pesquisador se apropinquar da realidade subjetiva. 13 O tipo ideal, comparando com a Física, é uma régua que serve para medir um elemento. Aclare a ideia weberiana. 14 Defina os tipos ideias de ação social construídos por Weber e, posteriormente, cite exemplos de ambos os tipos na sociedade atual em que vivemos. a) Ação Tradicional; b) Ação Afetiva; c) Ação Racional orientada a valores, e d) Ação Racional orientada a fins. 15 Como conclusão, debruçados sobre o texto introdutório, leio atentamente após todas as questões resolvidas, para um melhor entendimento profundo, e disserte sobre todas as ideias explanadas, expondo seu ponto de vista sobre o tema, isto é, se concorda ou não, sempre usando uma fundamentação que alicerce seu ponto de vista. (Mínimo – 35 linhas/Máximo – 65 linhas). -/- De coração, boa sorte! (shrink)
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  3.  97
    A construção do grau de evidência da ação subjetivamente visada concebida intelectualmente por meio dos padrões teóricos de deliberação na metodologia weberiana.Henrique F. F. Custódio - 2016 - Revista de Teoria da História 16 (2):116-132.
    O propósito deste artigo é analisar sobre a maneira pela qual, na metodologia weberiana, o grau de evidência poderá ser construído por meio dos padrões teóricos de deliberação imputados idealmente à ação subjetivamente visada pelo agente. Para Max Weber, a evidência da interpretação é baseada em procedimentos lógico-metodológicos que permitem ao cientista conceber conexões de sentido na ação empírica do agente. Portanto, será mediante certa caracterização promovida pelo pesquisador, a partir dos dados da pesquisa, que se produzirá em (...)
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  4.  27
    Bricolagem metafísica ao pensar a ação política e o Estado.Pedro Gontijo - 2016 - Prometeus: Filosofia em Revista 9 (21).
    O presente texto tem como objetivo pensar a ação política interrogando sobre a sua relação com o Estado. Parte de uma problematização sobre a política a partir da experiência do cotidiano afirma a importância da abordagem filosófica do problema e se situa como um pensar em sintonia com grupos que fazem oposição às perspectivas neoliberais que submetem a política ao econômico. Discute algumas ideias de John Holloway e Alain Badiou sobre ação política em composição com formulações relativas ao (...)
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  5. HISTÓRIA E AçÃo POLÍTICA EM MAQUIAVEL.José Luiz Ames - 2004 - Mediações 9 (1):101-118.
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  6.  17
    Considerações acerca das noções de ação e liberdade em Espinosa. Temporalidade e Contingência.Lia Levy - 2000 - Revista de Filosofia Política 6:43-61.
    Nesse primeiro momento da análise do problema da liberdade em Espinosa, gostaria de mostrar que, embora Espinosa trate o conceito de contingência como relacionado à finitude do entendimento humano, o que sugere uma abordagem meramente negativa, ele, na verdade, desenvolve uma abordagem positiva, a saber : a contingência, assim como o tempo , é uma forma necessária do pensamento humano que tem um fundamento na realidade das coisa s às quais ele se aplica, embora não possa ser considerado uma propriedade (...)
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  7.  27
    Do Ensino de Filosofia ao Filosofar: Reflexões Sobre o Conceito de Ação em Hannah Arendt.Edvan Tito Carneiro Guerra - 2018 - Saberes 18 (3):59-75.
    O objetivo deste artigo é discutir aspectos do ensino de Filosofia na educação básica à luz do conceito de ação firmado no capítulo V de ACondição Humana de Hannah Arendt, identificado na revelação do agente através do discurso e da ação. Sugerimos a reflexão do conceito de ação como consciência motivadora para o ensino de Filosofia, investindo em políticas educacionais que consideram a diversidade como um elemento favorável para a construção do conhecimento entre professores e alunos. Estamos (...)
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  8.  72
    Elementos de Pragmática Musical: A Ação Linguística do Leitmotiv e da Fórmula.Rafael Duarte Oliveira Venancio - 2015 - Arte Filosofia (UFOP) 19.
    O presente artigo deseja estudar a questão da música enquanto linguagem e como seria a sua ação linguística dentro do campo da comunicabilidade e das mediações. Para isso, utilizando as ideias da Filosofia Analítica da Linguagem (especialmente Ludwig Wittgenstein, J. L. Austin e John Searle), serão analisados dois elementos da linguagem musical de épocas distintas e antagônicas: o leitmotiv (com enfoque em O Anel do Nibelungo, de Richard Wagner) e a fórmula (com enfoque em Licht, de Karlheinz Stockhausen). A (...)
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  9.  83
    Max Weber e o problema da evidência e da validade nas ciências empíricas da ação.Marcos Seneda - 2008 - Campinas, SP, Brasil: Editora da Unicamp.
    Max Weber e o problema da evidência e da validade nas ciências empíricas da ação.
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  10. A responsabilidade moral pela ação e pelo caráter em Aristóteles.Fernando Martins Mendonça - 2011 - Horizonte Científico 5 (1):1-22.
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  11. Uma análise crítica das relações entre cognição, paixões e ação na perspectiva cartesiana.Marcos Antonio Alves - 2016 - Revista Estudos Filosóficos 16:55-74.
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  12. O "Melhor" no âmbito da ação humana – Ética Eudêmia I 8.Raphael Zillig - 2012 - Dissertatio 36:299-316.
    Neste trabalho, pretendemos investigar como deve ser compreendida a questão “o que é o melhor?”, enunciada por Aristóteles no início de Ética Eudêmia I 8. Pretendemos, com isso, determinar quais são as suposições a partir das quais Aristóteles aborda essa pergunta em I 8, qual o tipo de resposta que a ela deve ser fornecida e como essa questão insere-se na investigação desenvolvida nos capítulos anteriores. Sustentaremos que, em I 8, Aristóteles pretende dar continuidade à tarefa que é iniciada em (...)
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  13.  43
    Conhecimento e ação na perspectiva de Hegel.Gabriel Rodrigues da Silva - manuscript
    I propose to present a relation between knowledge (Wissen) and human action (Handlung) from the perspective of the German philosopher Georg Wilhelm Friedrich Hegel (1770-1831). For this, I will use mainly of the Phenomenology of Spirit (Phenomenologie des Geistes) - published in 1807. According the philosopher himself, this work is a science of the experience of consciousness – this was the first name chosen by Hegel for this work (Vaz, 2014, p. 11-12). Throughout the work, it we can see that (...)
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  14. Ação Ética e Virtude Cívica em Aristóteles.Marisa Lopes - 2004 - Dissertation, University of São Paulo, Brazil
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  15. Da Ação à Habituação: a finalidade poiética da ação na Ética Aristotélica.Débora Mariz - 2007 - Dissertation, UFMG, Brazil
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  16. Introdução ao Estudo Histórico-Filosófico da Técnica e da Ação Cômica do ator.Douglas Rodrigues Novais - 2012 - Dissertation, University of Campinas, Brazil
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  17.  75
    Ações, razões e causas.D. Davidson & Marcelo Fischborn - 2012 - Critica:NA.
    Qual é a relação entre uma razão e uma ação quando a razão explica a ação, dando a razão do agente para fazer o que fez? Podemos chamar tais explicações de racionalizações, e dizer que a razão racionaliza a ação. Neste artigo quero defender a posição antiga — e de senso comum — de que a racionalização é uma espécie de explicação causal b. A defesa sem dúvida exige alguma reelaboração, mas não parece necessário abandonar a posição, (...)
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  18.  31
    Utopia: Um Exercício Dialético Político-Social.Diego Mileli - 2017 - Saberes 1 (16):6-23.
    Este artigo tem por objetivo analisar o significado do termo 'utopia'. Para isso, é fundamental tratar da obra de Morus – origem do termo. O estudo aborda a formação do termo e a atribuição de significado negativo de fantasia e impossibilidade, o qual é rechaçado como incompreensão do movimento completo que caracteriza a utopia. Tal impressão de ilusão repousaria sobre o focar-se apenas no exercício imaginativo eutópico. A utopia é compreendida aqui como processo dialético fundado na análise de uma sociedade (...)
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  19. AS RELAÇÕES ENTRE “FINS” E “MEIOS” E A RELEVÂNCIA MORAL DA PHRONESIS NA ÉTICA DE ARISTÓTELES.Lucas Angioni - 2009 - Revista Filosófica de Coimbra 18 (35):185-204.
    I discuss three kinds of relationship between ends and means (or "things that promote ends") in the Aristotelian ethical theory, in order to clarify how moral virtues and phronesis are related both in adopting ends and in determining means for virtuous actions. Phronesis seems to be mainly charged with determining means for an end given by the moral virtues, but it must involve some conception of ends too. Phronesis cannot be parasitic on moral virtue concerning the conception of ends, for (...)
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  20. EM QUE SENTIDO A VIRTUDE É MAIS EXATA QUE A TÉCNICA? NOTAS SOBRE ETHICA NICOMACHEA 1106B 14-16.Lucas Angioni - 2009 - Dissertatio 29:43-58.
    This paper examines what Aristotle could have meant in Nicomachean Ethics 1106b 14-16, when he says that moral virtue is more exact than craft. Aristotle’s meaning cannot be that moral knowledge is more exact than technical knowledge. Neither the practical knowledge that an agent has about the precepts guiding his actions nor the philosophical knowledge framed in a moral theory could be described as “more exact than craft- knowledge”. My point is that Aristotle’s meaning is better understood if he is (...)
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  21.  98
    Necessidade e contigencia a partir da potencia racional em Aristoteles.Reinaldo Sampaio Pereira - 2006 - Dissertation, University of Campinas
    Advertimos que não temos como propósito a releitura de algum ponto específico de alguma parte da obra de Aristóteles ou uma nova interpretação acerca de alguma passagem, conceito ou ‘doutrina’ do corpus. Pretendemos tão somente estabelecer certo percurso de análise de um dos importantes conceitos da sua filosofia, a saber, o lógos, a partir da investigação de outro conceito de fundamental importância nos seus textos, a potência, percurso esse que conduz a um aparente paradoxo (o qual constituir-se-á no objeto norteador (...)
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  22.  37
    Fundamentos Schelerianos da Logoterapia.Nathalie de la Cadena & Gustavo Castañon - 2020 - Phenomenology, Humanities and Sciences 1 (1):121-131.
    Resumo: A Logoterapia proposta por Viktor Frankl está fundamentada na teoria dos valores e antropologia de Max Scheler. Frankl constrói seu pensamento psicológico baseado em conceitos-chave do pensamento scheleriano como (i) o valor e os bens, (ii) o querer e os sentimentos, (iii) a hierarquia de valores e (iv) a ideia de pessoa. É com eles que desenvolve suas teses originais da (i) motivação espiritual da ação humana, (ii) busca de sentido e (iii) inconsciente espiritual. Ao fazê-lo, ofereceu não (...)
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  23.  46
    A tese da mente estendida à luz do externismo ativo: Como tornar Otto responsivo a razões?Eros Carvalho - forthcoming - Trans/Form/Ação 43.
    The extended mind thesis claims that some mental states and cognitive processes extend onto the environment. Items external to the organism or exploratory actions may constitute in part mental states and cognitive processes. In Clark and Chalmers’ original paper, ‘The Extended Mind’, this thesis receives support from the parity principle and from the active externalism. In their paper, more emphasis is given to the parity principle, which is presented as neutral regarding the nature of cognition. It would be advantageous to (...)
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  24. "Kierkegaard não se desprendeu de Hegel": Notas sobre o juízo de Heidegger sobre Kierkegaard em A hermenêutica da facticidade.Gabriel Ferreira - 2020 - Trans/Form/Ação 1 (43):51-76.
    The course delivered by Heidegger during the Summer semester of 1923, and published later under the title of Ontology – The hermeneutics of facticity, is one of the most important loci in which we can have a glimpse of Kierkegaard’s influence on and importance to Heidegger, as well as of some of his interpretations about the thought of the Dane philosopher. One of them, notwithstanding puts forward a very interesting assessment of the relation between Kierkegaard and Hegel – through F. (...)
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  25. A Influência de Aristóteles Na Obra Astrológica de Ptolomeu (o Tetrabiblos).R. Martins - 1995 - Trans/Form/Ação 18:51-78.
    This work describes the main basic concepts of the astrological work of Ptolemy, through an analysis of his Tetrabiblos. Comparing his ideas to those of other authors of his time, it is shown that Ptolemy does not present stoic influences, as claimed by some historians. The conclusion of the article is that the basis of Ptolemy's astrology was Aristotle's physics.
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  26.  11
    A Jangada do Self: Usos Soteriológicos do Eu e do Não-Eu no Buddhismo Antigo.Felipe Nogueira de Carvalho - 2019 - Paralellus 10 (24):279-294.
    O objetivo deste artigo é sugerir que os ensinamentos Buddhistas sobreanattā(não-eu) não devem ser entendidos como uma negação categórica do eu, mas fazem parte de uma estratégia soteriológica comumente empregada pelo Buddha, de utilizar algo como ferramenta para o seu próprio fim. Tomando o kamma(ação) como o elemento central que estrutura todos os ensinamentos, podemos pensar na identificação do eu como um tipo de ação. Algumas instâncias desta ação serão hábeis e condutoras à libertação, e outras inábeis (...)
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  27. Projecting the Trees but Ignoring the Forest: A Brief Critique of Alfredo Pereira Jr.'s Target Essay.Gregory Michael Nixon - 2018 - Trans/Form/Ação 41 (s1):269-292.
    Pereira’s “The Projective Theory of Consciousness” is an experimental statement, drawing on many diverse sources, exploring how consciousness might be produced by a projective mechanism that results both in private selves and an experienced world. Unfortunately, pulling together so many unrelated sources and methods means none gets full attention. Furthermore, it seems to me that the uncomfortable breadth of this paper unnecessarily complicates his project; in fact it may hide what it seeks to reveal. If this conglomeration of diverse sources (...)
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  28. Eugenio d'Ors y el pragmatismo.Marta Torregrosa & Jaime Nubiola - 2016 - In Pedro Russi (ed.), Eugenio d'Ors e Charles S. Peirce: jogo e pragmatismo em açao. Sarapuí, Brasil: OJM. pp. 18-46.
    El objetivo de este trabajo es dar noticia de la recepción del pragmatismo en la obra y el pensamiento de Eugenio d’Ors, reuniendo algunos resultados de nuestros trabajos preceden- tes. Dedicamos una primera parte a describir el encuentro de Eugenio d’Ors con el pragmatismo. En segundo lugar describimos su conexión con William James a quien llegó a conocer en París. En tercer lugar, damos cuenta de en qué consiste la denominada “superación del pragmatismo” por parte de Eugenio d’Ors y, por (...)
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  29. A Metodologia de Lamarck.Lilian Al-Chueyr Pereira Martins & Roberto de Andrade Martins - 1996 - Trans/Form/Ação 19:115-140.
    This paper studies Lamarck's scientific method both from the point of view of his methodological discourse and according to his scientific praxis. Lamarck's methodology is compared to Condillac's as well as to that of the idéologues - a group in which Lamarck is usually included. The analysis of this paper shows that Lamarck's methodological discourse is very similar to Condillac's, but his scientific praxis does not follow this view. Instead of following an empiricist approach, Lamarck's work is grounded upon general (...)
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  30. A estética política do ativismo através de novas mídias.Meg Stalcup - 2016 - In Marinyze Prates de Oliveira & Jonathan Warren (eds.), Miradas sobre o Brasil: cultura, arte e poder. Editora da Universidade Federal da Bahia. pp. 13-33.
    Neste capítulo, analisa-se a documentação visual dos protestos de 2013, contrastando a cobertura da grande mídia em São Paulo e Rio de Janeiro com a de ativistas usando as tecnologias de nova mídia. Os temas centrais são a forma como o exercício do poder político é mediado através de novas tecnologias de mídia e a racionalidade política que anima os ativistas. Dito de outro modo, pergunta-se: por que os atores criaram imagens da forma que o fizeram e que objetivos políticos (...)
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  31. Machiavelli and the education: the formation of the good citizen.José Luiz Ames - 2008 - Trans/Form/Ação 31 (2):137-152.
    Machiavelli is commonly known by a political theory associated to his name: "machiavellism". The initial effort of the article is to take apart Machiavellian thought from such a conception. After this it tries a detailed analysis of all occurrences of the term "education", which amounts to eleven times in his work. The hypothesis by which our reflexion is guided is that education is conceived by Machiavelli as a force addressed to control the desire's as well as the nature's inherent movement (...)
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  32. Em busca do nada: considerações sobre os argumentos a favor do vácuo ou do éter.Roberto de Andrade Martins - 1993 - Trans/Form/Ação 16:07-27.
    This paper discusses the possibility of an absolute vacuum - a space without any substance. The motivation of this study is the contrast between most philosophers, up to Descartes, who stated that a vacuum was impossible, and the 17th century change of outlook, when the possibility and effective existence of the vacuum was accepted after the experiments of Torricelli and Pascal. This article attempts to show that, contrary to the received opinion, the acceptance of an ether is preferable to the (...)
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  33. Heidegger and Blumenberg on Modernity.Teodor Negru - 2012 - Trans/Form/Ação 35 (2):93-119.
    The debate surrounding the way in which Heidegger and Blumenberg understand the modern age is an opportunity to discuss two different approaches to history. On one hand, from Heidegger’s perspective, history should be understood as starting from how Western thought related to Being, which, in metaphysical thinking, took the form of the forgetfulness of Being. Thus, the modern age represents the last stage in the process of forgetfulness of Being, which announces the moment of the rethinking of the relationship with (...)
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  34.  24
    Against the metaphysical necessity of the law 'salt dissolves in water' / Contra a necessidade metafísica da lei 'o sal se dissolve em água'.Rodrigo Cid - 2010 - Abstracta : Linguagem, Mente E Ação 6:65-70.
    In this paper, I intend to argue against Alexander Bird‟s thesis (2001) that the law salt dissolves in water is metaphysically necessary. I briefly indicate Bird‟s argument for the necessity of such law, and then I provide a counter-argument to his thesis. In a general way, Bird wants to show that the existence of certain substances depends on the truth of certain laws, and that because of this the existence of such substances implies the existence of such laws. That would (...)
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  35. Huenemann, C. racionalismo. Tradução: Jacques A. Wainberg. Petrópolis: vozes, 2012. 231p.César Schirmer dos Santos - 2014 - Trans/Form/Ação 37 (1):247-256.
    Tanto desde el punto de vista teórico como desde una perspectiva práctica, el fenómeno de la "estetización" no parece ser portador de buenos augurios. En el ámbito teórico, la estetización ha sido vinculada con la crisis de los discursos orientados en términos de verdad, mientras que en el terreno práctico, ella ha sido asociada a ciertos procesos culturales que conducirían a la debacle de los principios normativos. Dejando de lado la problemática teórica, el presente trabajo se concentra en el debate (...)
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  36. O realismo interno confrontado com "seus inimigos".Edna de Souza Alves - 2007 - Trans/Form/Ação 30 (2):75-91.
    Our investigation on Hilary Putnam’s internal realist perspective(internalism) traces parallels and identifies differences between Putnam’s ideasand their antipodes: metaphysical realist (externalism) and radical relativist. Ourresearch has focused upon the contemporary debate in which it is inserted, par-ticularly, upon the challenge that radical relativism to impose on contemporaryepistemology. Such challenge will not be surmounted through classical project tofind absolute certainties. The history of science to point out that theories are notnets that to catch the reality as it is in itself. But (...)
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  37. Deleuze em Diálogo com Frémont: tentativas de ler leibniz.Gonzalo Montenegro - 2016 - Deleuze Em Diálogo Com Frémont Artigos / Articles Trans/Form/Ação, Marília (n. 2, Abr./Jun., 2016):p. 147-174.
    Gilles Deleuze’s research during the 1980s focused on the 17th century German thinker G. W. Leibniz. In 1988, Deleuze published Le Pli, which forms part of a series of works on modern philosophy. This book displays Deleuze’s attention to the interpretations of contemporary commentators on modern philosophy, in this case, on Leibniz. In this context, there occurred a brief and important dialogue between Deleuze and Christiane Frémont, the French commentator and translator of Leibniz, with regard to their respective interpretations of (...)
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  38. Razão e irracionalidade na representação do conhecimento.Walter A. Carnielli & Mamede Lima Marques - 1991 - Trans/Form/Ação 14:165-177.
    How is it possible that beginning from the negation of rational thoughts one comes to produce knowledge? This problem, besides its intrinsic interest, acquires a great relevance when the representation of a knowledge is settled, for example, on data and automatic reasoning. Many treatment ways have been tried, as in the case of the non-monotonic logics; logics that intend to formalize an idea of reasoning by default, etc. These attempts are incomplete and are subject to failure. A possible solution would (...)
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  39. Law and violence or legitimizing politics in Machiavelli.J. L. Ames - 2011 - Trans/Form/Ação 34 (1):21-42.
    One of the Machiavelli's most famous and innovative thesis states that good laws arise from social conflicts, according to the Roman Empire example of the opposition between plebs and nobles. Conflicts are able to bring about order in virtue of the characteristic constrictive force of necessity, which prevents the ambition to prevail. Nonetheless, law does not neutralize the conflict; just give it a regulation. So, law is subjected to history, to the continuous change, which means that it is potentially corruptible. (...)
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  40.  43
    La ontología social y el círculo virtuoso de la educación pública.Rodrigo A. González F. & María Soledad Krause M. - 2018 - Trans/Form/Ação 41 (2):157-176.
    En este artículo argumentamos que la naturaleza pública o privada de la educación tiene una incidencia directa en las instituciones que conforman la realidad social. Para sustentar lo anterior, en primer lugar discutimos cómo, según Searle, habitamos un mundo de instituciones gobernadas por reglas y poderes deónticos, ontológicamente irreductibles. Luego, postulamos que la intencionalidad colectiva requiere de la confianza para mantenerse, y esta aumenta cuando gobiernan reglas y poderes deónticos en circunstancias normales. Finalmente, planteamos que la educación pública es una (...)
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  41. Freedom, Determinism, and Causality de Elliott Sober.Rodrigo Cid - 2010 - Filosofia Unisinos 11 (3):348-350.
    A primeira tese de Sober é que não podemos agir livremente, a não ser que o Argumento da Causalidade ou o Argumento da Inevitabilidade tenham alguma falha. O Argumento da Causalidade é o seguinte: nossos estados mentais causam movimentos corporais; mas nossos estados mentais são causados por fatores do mundo físico. Nossa personalidade pode ser reconduzida à nossa experiência e à nossa genética. E tanto a experiência quanto a genética foram causados por itens do mundo físico. Assim, o meio ambiente (...)
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  42. A Forma Do Paradoxo: Friedrich Schlegel E a Ironia Romântica.Constantino Luz de Medeiros - 2014 - Trans/Form/Ação 37 (1):51-70.
    Definida como beleza lógica e forma do paradoxo, a ironia romântica de Friedrich Schlegel (1772-1829) assimila a antiga ironia socrática e a reinterpreta, inserindo-a como elemento central de sua teorização crítico-literária. O presente artigo analisa a ironia romântica, buscando situar sua alteração e abrangência no final do século XVIII, quando o conceito passa a significar metacrítica, reflexão filosófica, ruptura ficcional, distância estética e forma de exposição da arte literária. Defined as logical beauty and form of paradox, Friedrich Schlegel's (1772-1829) romantic (...)
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  43.  72
    Wolff e Kant sobre obrigação e lei natural: a rejeição do voluntarismo teológico na moral.Cunha Bruno - 2015 - Trans/Form/Ação 38 (3):99-116.
    RESUMO:O objetivo deste artigo é discutir sobre os conceitos de obrigação e lei natural, tendo como referência o polêmico debate moderno envolvendo intelectualismo e voluntarismo. Em um primeiro momento, destacaremos a rejeição de Wolff ao voluntarismo de Pufendorf e sua orientação em direção ao intelectualismo de Leibniz. Conforme essa nova orientação, uma teoria da lei natural não deve basear seu conceito de obrigação na autoridade das leis e em seu poder coercitivo, mas, por outro lado, unicamente na ideia de necessidade (...)
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  44.  19
    Radical Enactivism and Self-Knowledge.Giovanni Rolla - 2018 - Kriterion: Journal of Philosophy 59 (141):723-743.
    ABSTRACT I propose a middle-ground between a perceptual model of self-knowledge, according to which the objects of self-awareness are accessed through some kind of causal mechanism, and a rationalist model, according to which self-knowledge is constituted by one's rational agency. Through an analogy with the role of the exercises of sensorimotor abilities in rationally grounded perceptual knowledge, self-knowledge is construed as an exercise of action-oriented and action-orienting abilities. This view satisfies the privileged access condition usually associated with self-knowledge without entailing (...)
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  45.  41
    Whistlin’ Past the Graveyard: Quietism and Philosophical Engagement.Manuel de Pinedo Garcia - 2005 - Philósophos - Revista de Filosofia 10 (2):141-161.
    nos últimos anos, John McDowell tem proposto uma concepção de filosofia em que o objetivo da disciplina não é oferecer teses substanciais, mas antes revelar modos de pensar e premissas ocultas que estão na base da filosofia construtiva. Esta visão terapêutica tem sido chamada ‘quietismo’ e deve muito a algumas idéias favoritas de Wittgenstein ao longo de toda a sua vida. No entanto, a obra de Wittgenstein (e, talvez, também a de McDowell) parece oscilar entre duas compreensões de quietismo: pode-se (...)
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  46.  68
    A fundamentação do conceito de possibilidade objetiva na metodologia weberiana.Henrique F. F. Custódio - 2012 - Dissertation,
    Esta dissertação investiga a fundamentação do conceito de possibilidade objetiva, elaborado por Max Weber em sua obra Estudos críticos sobre a lógica das ciências da cultura. Foi aqui examinado, particularmente, a segunda seção intitulada “Possibilidade objetiva e causação adequada na consideração causal da história”. Na primeira parte deste trabalho, procurou-se analisar a fundamentação do conceito de possibilidade objetiva na metodologia weberiana, que refere-se basicamente a um modo de imputação causal aplicado às ciências da ação. Desse modo, o propósito inicial (...)
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  47. Expressões Históricas da Democracia.Emanuel Isaque Cordeiro da Silva - manuscript
    Emanuel Isaque Cordeiro da Silva1 eisaque335@gmail.com WhatsApp: (81) 97109-4655 -/- Somente a partir do século XX, a democracia passou a ser considerada por muitos um critério de legitimação da vida política. Ao longo de sua trajetória, o pensamento democrático se modificou, incorporando e abolindo diferentes elementos. Desse modo, duas expressões da democracia, a direta e a representativa, tiveram lugar na história ocidental. Democracia direta Na democracia clássica, em Atenas, todos aqueles que fossem considerados cidadãos podiam e deviam participar da criação (...)
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  48.  90
    Fisiologia da Reprodução Animal: Ovulação, Controle e Sincronização do Cio.Emanuel Isaque Cordeiro da Silva - manuscript
    UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO DEPARTAMENTO DE ZOOTECNIA – 50 ANOS EMANUEL ISAQUE CORDEIRO DA SILVA REPRODUÇÃO ANIMAL: OVULAÇÃO, CONTROLE E SINCRONIZAÇÃO -/- REPRODUÇÃO ANIMAL: OVULAÇÃO, CONTROLE E SINCRONIZAÇÃO DO CICLO ESTRAL -/- ANIMAL REPRODUCTION: OVULATION, CONTROL AND SYNCHRONIZATION OF THE ESTRAL CYCLE -/- Autor: Emanuel Isaque Cordeiro da Silva – IFPE-BJ/CAP-UFPE/EEFCC-BJ/UFRPE 1. INTRODUÇÃO As fêmeas dos animais domésticos possuem em seus ovários, desde praticamente o nascimento, a dotação completa de gametas dos quais vão dispor para o resto de sua (...)
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  49.  31
    Aborto em Bovinos: Principais Causas Nutricionais.Emanuel Isaque Cordeiro da Silva - manuscript
    Relação e Efeitos Bioquímico-nutricionais Sobre o Aborto em Vacas -/- -/- E. I. C. da Silva Departamento de Agropecuária – IFPE Campus Belo Jardim -/- ABORTO EM BOVINOS -/- INTRODUÇÃO -/- O aborto é a expulsão involuntária do produto da gestação entre os 45 dias de gestação e os 250 dias. O aborto, tem diferentes origens, as mais frequentes são de caráter infeccioso, daqui, a pouca atenção dada aos abortos de outra origem, em especial os causados por problemas nutricionais. O (...)
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  50.  31
    Nutrição Sobre as Falhas Reprodutivas dos Bovinos.Emanuel Isaque Cordeiro da Silva - manuscript
    NUTRIÇÃO SOBRE AS FALHAS REPRODUTIVAS DOS BOVINOS -/- E. I. C. da Silva Departamento de Agropecuária – IFPE Campus Belo Jardim Departamento de Zootecnia – UFRPE sede -/- -/- FALHAS REPRODUTIVAS DE BOVINOS -/- INTRODUÇÃO -/- Os bovinos, assim como tantos outros mamíferos e demais espécies, podem sofrer distúrbios durante o ciclo reprodutivo. Transtornos, alterações ou patogenias afetam diretamente a saúde do sistema reprodutor desses animais. As causas podem ser individuais ou multifatoriais, de caráter parasitário, patogênico, climático, nutricional etc. As (...)
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