Results for 'Fundamentação da moral'

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  1. As limitações das éticas tradicionais e a fundamentação da ética da responsabilidade segundo Hans Jonas.Daniel Alves da Silva Lopes Diniz - 2012 - Cadernos Do Pet Filosofia 3 (5):2-14.
    Embora elaborada principalmente na década de 1970 a ética de Hans Jonas permanece atual e é particularmente relevante pelo uso da metafísica em um contexto pós-moderno (algo inusitado e ousado) e por sua teoria dos valores que podem ser atribuídos ao ser e ao não-ser. Pretende-se aqui apresentar as limitações que Jonas detectou nas éticas tradicionais (judaico-cristã, kantiana, por exemplo) e analisar as soluções por ele propostas (notadamente heurística do medo e futurologia comparada). Compreender também a fundamentação de tais (...)
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  2.  22
    A Conversão da Consciência como princípio da moralidade.Konrad Utz - 2016 - Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 61 (3):578-602.
    Kant mostra que uma teoria fundamental da normatividade e da moralidade não pode dar nem uma explanação nem uma prova da normatividade, mas apenas pode articular e explicitar sua origem. Ela pode fazer isso indicando o lugar ou o topos e a virada ou a trope de seu originar. Conforme Kant, o topos da normatividade é a vontade enquanto razão prática e sua trope é o uso geral desta razão que tipicamente é instrumental, no sentido da reflexão. A trope da (...)
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  3.  29
    Kant e a questão "por quê ser moral?".Konrad Christoph Utz - 2018 - Ethic@ - An International Journal for Moral Philosophy 17 (1):81-98.
    A questão “por quê ser moral”, que foi formulada expressamente no contexto do debate filosófico acadêmico por Francis Herbert Bradley, divide os leitores quando buscam sua resposta em Kant. Uns acham, como Gerold Prauss, que Kant negue a possibilidade de tal resposta e diga que a moral precisa ser aceita como um fato simplesmente dado, o “fato da razão”. Contudo, como tal imediatismo ou “decisionismo transcendental” parece insatisfatório, um outro grupo defende a assim chamada “interpretação do agente racional”, (...)
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  4. AS RELAÇÕES ENTRE “FINS” E “MEIOS” E A RELEVÂNCIA MORAL DA PHRONESIS NA ÉTICA DE ARISTÓTELES.Lucas Angioni - 2009 - Revista Filosófica de Coimbra 18 (35):185-204.
    I discuss three kinds of relationship between ends and means (or "things that promote ends") in the Aristotelian ethical theory, in order to clarify how moral virtues and phronesis are related both in adopting ends and in determining means for virtuous actions. Phronesis seems to be mainly charged with determining means for an end given by the moral virtues, but it must involve some conception of ends too. Phronesis cannot be parasitic on moral virtue concerning the conception (...)
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  5. A Ética da Crença (verbete).Eros Carvalho - manuscript
    Há pelo menos três modos pelos quais o debate sobre a conduta doxástica se relaciona com a ética. O primeiro e menos contencioso assinala que o ato de crer, analogamente às ações morais, responde a um tipo de normatividade, não necessariamente moral. Por exemplo, as normas para o ato de crer podem ser puramente epistêmicas. Nesse caso, essas normas diriam respeito a como o agente deve visar ou buscar a verdade. O segundo modo como o debate da ética da (...)
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  6. Sobre a natureza da teoria moral de Hume.Jaimir Conte - 2006 - Kriterion: Journal of Philosophy 47 (113):131-146.
    RESUMO -/- Este artigo discute duas variedades de interpretação para a teoria moral de Hume. De um lado, ela é representada como uma forma de subjetivismo e, de outro, como uma forma de realismo. Ao final, é proposto que esta filosofia pode ser melhor descrita como uma forma de intersubjetivismo. -/- ABSTRACT -/- This paper discusses two varieties of interpretations of Hume's moral theory. On the one side the attempt to represent Hume's moral theory as a form (...)
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  7. A Gênese da Ética de Kant: o desenvolvimento moral pré-crítico em sua relação com a teodiceia (Extrato).Bruno Cunha - 2017 - São Paulo: LiberArs Press.
    Kant‘s moral philosophy is one of the great cornerstones of the Western ethical reflection. The little that is known is that the basic conception on which Kantian ethics was built – videlicet, the concept of autonomy of the will – was developed from the attempt to solve a set of problems of metaphysical and theological character that could only have been overcome through the adoption of a new practical metaphysics. With this in mind, this research is an attempt at (...)
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  8.  47
    Para além da lei moral: morte de Deus e gratuidade de Feuerbach a Sartre.Paolo Stellino - 2017 - Revista Trágica: Estudos de Filosofia da Imanência 10 (1):60-72.
    O presente trabalho tem por objetivo mostrar o contexto filosófico e literário no qual evolui o seguinte problema: quais são as consequências da morte de Deus para a moral? Para responder a esta questão, focarei minha atenção sobre um período específico do pensamento ocidental, a saber, o que vai de Feuerbach (ou, da publicação da Crítica da razão pura de Kant em 1781) a Sartre e Camus, passando particularmente por Dostoievski e Nietzsche. Mais especificamente, analisarei a relação existente entre (...)
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  9.  97
    O Conflito Moral de Neoptólemo : uma leitura aristotélica da tragédia Filoctetes (EN VII 1146a16-21e 1151b17-22).Angelo Antonio Pires de Oliveira - 2017 - Hypnos 38:72-92.
    Contrapondo-se às interpretações que sobrevalorizam o papel da razão nas escolhas dos fins morais, pretendo resgatar o papel positivo que a virtude do caráter, uma virtude não-racional, pode exercer em tais escolhas. Isto será feito levando em consideração a análise que Aristóteles faz da crise moral de Neoptólemo na tragédia Filoctetes.
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  10. Dignity of the Human Person in Kant's Moral Philosophy (Dignidade da Pessoa Humana Na Filosofia Moral de Kant).Bruno Cunha Weyne - 2007 - Themis: Revista da Escola Superior da Magistratura do Estado do Ceará 5 (1):15-41.
    The present article aims to analyze systematically the formularization of Kant on the dignity of the human person, in order to offer a interpretative direction to the jurists at the moment of the application of this principle, which today appears as one of the beddings of the Democratic State of Law(art. 1o, III, of the Federal Constitution of 1988). To carry through such task, the work is divided in two parts: the first one studies the conceptual elements of the (...) philosophy of Kant, having as base the book Groundwork of the Metaphysics of Morals. The second one investigates the main aspects of the principle of the dignity of the human person - its origin, its meaning and its limits - according to the thought of this philosopher. In this perspective, the kantian's categorical imperative prescribes that the rational being never must be treated merely as a mean, but always as end in itself. (shrink)
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  11.  87
    Lições de Ética - Immanuel Kant (Estudo Introdutório [extrato]).Bruno Cunha - 2018 - In Bruno Cunha & Charles Feldhaus (eds.), Lições de Ética - Immanuel Kant. São Paulo, SP, Brasil: pp. p.7-53.
    No centro da filosofia moral de Kant está sem dúvida sua doutrina do imperativo categórico. Por esse motivo não é de se surpreender que a Fundamentação da Metafísica dos Costumes (1785), na qual Kant explica, em detalhes, essa doutrina pela primeira vez, tenha sido o foco da atenção por décadas. Mas há alguns anos é observável uma significativa mudança na literatura que é univocamente bem vinda: ao lado da pesquisa das Doutrinas da Virtude e do Direito publicadas por (...)
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  12. A DIMENSÃO POLÍTICO-MORAL DA PRUDÊNCIA EM ARISTÓTELES E KANT.Pedro Bernardino Nascimento Filho - 2012 - In Agemir Bavaresco, Konrad Utz & Paulo Roberto Konzen (eds.), Sujeito e Liberdade na Filosofia Moderna Alemã. Porto Alegre, Brazil: Evangraf. pp. 157-166.
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  13.  42
    A Crise Moral: a responsabilidade de administradores de instituições financeiras e o argumento da inevitabilidade.Ramiro Ávila Peres - 2016 - Revista da Procuradoria-Geral Do Banco Central 10 (2):15-36.
    This essay argues, through conceptual analysis, against an objection to reproaches addressed to financiers after the Crisis of 2007-8: the idea that they could not have acted otherwise (at least, not rationally) and that no one should be blamed for a fact one could not have avoided. If correct, this would threaten the justifiability of corporate social responsibility and legal responsibility of directors. Identified as the “thesis of inevitability”, this objection is illustrated by an analysis of the film Margin Call (...)
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  14. Do ato heroico à construção da noção de responsabilidade do agente moral, paralelos entre a Ética Nicomaqueia e a Poética de Aristóteles.Rosely de Fátima Silva - 2013 - Dissertation, Universidade de São Paulo
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  15.  65
    Immanuel Kant - As Anotações às Observações Sobre o Sentimento do Belo e do Sublime [seleção de notas].Bruno Cunha - 2016 - Kant E-Prints 11 (2):51-79.
    A publicação do volume XX dos escritos completos de Kant publicado pela Academia de Berlin, editado por Lehmann em 1942, representou uma contribuição fundamental para a interpretação do desenvolvimento da filosofia moral de Kant, uma vez que, pela primeira vez, os intérpretes tiveram acesso ao extrato completo das decisivas Anotações (Bemerkungen) kantianas em seu exemplar particular de Observações sobre o Sentimento do Belo e do Sublime. De fato, pouca progressão havia sido observada no trabalho dos primeiros intérpretes do desenvolvimento, (...)
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  16.  57
    Sobre Uma faculdade superior de apetição compreendida como razão prática: Kant em diálogo com Wolff.Bruno Cunha - 2016 - Kriterion: Journal of Philosophy 57 (135):641-657.
    RESUMO Neste artigo, busco identificar, por meio de algumas passagens da "Fundamentação da Metafísica dos Costumes" e da "Crítica da Razão Prática", o debate de Kant com a Filosofia Prática Universal de Wolff. Em um primeiro momento, apresento, de forma sucinta, alguns aspectos gerais da metafísica e da ética wolffiana com o intuito de, em um segundo momento, explicitar como algumas considerações de Kant, em suas duas primeiras obras morais, incidem diretamente nas teses de seu predecessor. A crítica de (...)
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  17.  56
    Crítica à Metafísica.Emanuel Isaque Cordeiro da Silva & Alana Thaís da Silva - manuscript
    -/- FILOSOFIA: CRÍTICA À METAFÍSICA -/- PHILOSOPHY: CRITICISM TO METAPHYSICS -/- Por: Emanuel Isaque Cordeiro da Silva - UFRPE Alana Thaís Mayza da Silva - CAP-UFPE RESUMO: A Metafísica (do grego: Μεταφυσική) é uma área inerente à Filosofia, dito isto, é uma esfera que compreende o mundo e os seres humanos sob uma fundamentação suprassensível da realidade, bem como goza de fundamentação ontológica e teológica para explicação dos dilemas do nosso mundo. Logo, não goza da experiência e explicação (...)
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  18. Émile Durkheim: Coesão e Fato Social.Emanuel Isaque Cordeiro da Silva - unknown
    Émile Durkheim: Coesão e Fato Social -/- Emanuel Isaque Cordeiro da Silva E-mails: eisaque335@gmail.com / eics@discente.ifpe.edu.br WhatsApp: (82)9.8143-8399 -/- Émile Durkheim: Coesão e Fato Social Nascido em 1858, Durkheim era francês e foi bastante influenciado pela obra do filósofo também francês Augusto Comte (1798-1857), que metodizou pela primeira vez o estudo da sociedade (Sociologia) como uma ciência particular e peculiar, e que também conectou a Sociologia com alguns artífices peculiares das Ciências Naturais. Em contrapartida, Durkheim procurou alicerçar a Sociologia como (...)
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  19.  31
    Morte e Renascimento das Utopias.Emanuel Isaque Cordeiro da Silva, Alana Thaís da-Silva & Eduarda Carvalho Fontain - manuscript
    Estamos cansados das utopias. Estamos cansados das utopias literárias e dos devaneios sobre a Cidade ideal: as utopias em ação que foram os totalitarismos do século XX nos nausearam. Os horrores reais de uns nos impedem de sonhar com os outros. Nossas antigas utopias De Platão a Thomas More, de Étienne Cabet a Fourier, as utopias falavam da rejeição do presente e do real: “Existe o mal na comunidade dos homens”. Mas não lhe contrapunham o futuro nem o possível; elas (...)
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  20.  79
    Immanuel Kant - Lições sobre a Doutrina Filosófica da Religião (estudo introdutório [extrato]) [Extrato].Bruno Cunha - 2019 - In Lições sobre a Doutrina Filosófica da Religião. Petrópolis - Cascatinha, Petrópolis - RJ, Brasil: pp. 7-53.
    O manuscrito estudantil das Lições sobre a Doutrina Filosófica da Religião, ministradas muito provavelmente no semestre de inverno de 1783/84, foi publicado pela primeira vez em 1817 por Karl Heinrich Ludwig Pölitz. Kant ministrou essas Lições tendo como base escritos metafísicos e teológicos que tinham sido publicados por influentes filósofos alemães de sua época (Alexander Gottlieb Baumgarten, Johann August Eberhard und Christoph Meiners). Mas, em suas Lições, Kant não apenas faz referência à posição desses filósofos. Ao contrário, ele também os (...)
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  21. Immanuel Kant: Reflexões de filosofia moral [seleção de notas].Bruno Cunha - 2019 - Estudos Kantianos 7 (1):81-102.
    Apresentamos aqui a tradução de uma pequena seleção das notas kantianas sobre ética. A maioria dos fragmento traduzidos é parte das chamadas Reflexões de Filosofia Moral publicadas no tomo XIX de Kants gesammelte Schriften, que se constituem, em sua maior parte, como as anotações de Kant (algumas em folhas soltas) na margem de um dos exemplares de referência para seus cursos de ética17, a Initia philosophiae practicae primae de Alexander Baumgarten, em sua edição de 1760. Acrescentamos à mesma seleção, (...)
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  22. Sobre a recepção do conceito de Verantwortlichkeit de Wilhelm Windelband na antinomia das éticas da convicção e da responsabilidade de Max Weber/The reception of Wilhelm Windelband’s concept of Verantwortlichkeit in Max Weber’s antinomy between the ethic of conviction and the ethic of responsibility.Luis F. Roselino - 2013 - Seara Filosófica 7:1-12.
    In the following pages, the main proposal is to indicate how Max Weber has dialogued directly with some prerogatives from Kant’s Critic of practical Reason, following the reception of Wilhelm Windelband’s concept of “responsibility” (Verantwortlichkeit) and his theory of values. In sight of these influences, in this paper will be argued how Weber adherence to the neo-Kantian value concept has made possible a review on the categorical imperatives, which has turned his reading from Kantian philosophy to the proposal of an (...)
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  23. Should We Consult Kant When Assessing Agent's Moral Responsibility for Harm?Friderik Klampfer - 2009 - Balkan Journal of Philosophy 1 (2):131-156.
    The paper focuses on the conditions under which an agent can be justifiably held responsible or liable for the harmful consequences of his or her actions. Kant has famously argued that as long as the agent fulfills his or her moral duty, he or she cannot be blamed for any potential harm that might result from his or her action, no matter how foreseeable these may (have) be(en). I call this the Duty-Absolves-Thesis or DA. I begin by stating the (...)
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  24.  71
    Os a priori da Psicologia em História da Loucura.Marcio Miotto - 2005 - Acheronta 22:282-290.
    O artigo busca trabalhar um aspecto pouco explorado da argumentação de "História da Loucura": a questão, brevemente enunciada por Foucault, de um "a priori concreto" das ciências "psi". Nisso, serão trabalhadas duas questões principais, a saber: a do estatuto do conhecimento sobre as doenças mentais como tributário de uma demanda moral (não científica), e a do estatuto do médico como "cientista" da loucura. Dentro desses dois âmbitos críticos, o Foucault que escreve seu primeiro grande livro não poupa nem mesmo (...)
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  25. Simmel e a hipótese da compreensão como reconstrução de processos psíquicos no conhecimento histórico.Marcos César Seneda - 2018 - Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 63 (3):1073-1091.
    Esse texto procura explicitar a tese da compreensão atual que Simmel pressupõe como lócus de apreensão e interpretação dos processos humanos dotados de sentido. Para explicitá-la, confronta as posições de Dilthey e Simmel sobre o papel da vivência na fundamentação do conhecimento histórico. Ao contrário de Dilthey, no entanto, Simmel não pressupõe uma vivência que possa ser apreendida em outrem ou circunscrita a partir de um objeto, porque põe o fundamento da compreensão na atualidade daquele que compreende. Assim, opera (...)
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  26. EM QUE SENTIDO A VIRTUDE É MAIS EXATA QUE A TÉCNICA? NOTAS SOBRE ETHICA NICOMACHEA 1106B 14-16.Lucas Angioni - 2009 - Dissertatio 29:43-58.
    This paper examines what Aristotle could have meant in Nicomachean Ethics 1106b 14-16, when he says that moral virtue is more exact than craft. Aristotle’s meaning cannot be that moral knowledge is more exact than technical knowledge. Neither the practical knowledge that an agent has about the precepts guiding his actions nor the philosophical knowledge framed in a moral theory could be described as “more exact than craft- knowledge”. My point is that Aristotle’s meaning is better understood (...)
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  27. A fundamentação das ciências compreensivas: a posição de Dilthey reconstruí­da a partir de Leibniz, Wolff e Kant.Marcos César Seneda - 2007 - Princípios 14 (22):123-144.
    A obra de Dilthey desempenha um papel fundamental para a filosofia contemporânea, na medida em que Dilthey distingue duas esferas por meio das quais temos acesso ao todo da realidade: a experiência objetiva ( die Erfahrung ) e a vivência ( das Erlebnis ). É esta distinçáo que possibilita a Dilthey, em oposiçáo às ciências da natureza, conceber as condições de evidência e validade das ciências do espírito. Ainda que náo nomeada com estes termos, esta distinçáo vai estar na base (...)
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  28. Boa educação e busca pelos princípios no Livro I da Ética Nicomaquéia (EN) de Aristóteles.Priscilla Spinelli - 2012 - Dissertatio 36:277-297.
    Buscando apresentar uma interpretação para EN I 4 1095a31-b13, este artigo defende que a digressão nela feita por Aristóteles pretende caracterizar a investigação recém iniciada como promissora, opondo-a, ainda que não explicitamente, ao modo rígido socrático-platônico de fazer Ética ou Política. Para tanto, propõe-se uma interpretação pouco usual do termo que como o princípio buscado e não como ponto de partida da investigação. Recusa-se igualmente ver na passagem mencionada uma referência ao modo ou etapas de aquisição de virtude moral (...)
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  29.  84
    Wolff e Kant sobre obrigação e lei natural: a rejeição do voluntarismo teológico na moral.Cunha Bruno - 2015 - Trans/Form/Ação 38 (3):99-116.
    RESUMO:O objetivo deste artigo é discutir sobre os conceitos de obrigação e lei natural, tendo como referência o polêmico debate moderno envolvendo intelectualismo e voluntarismo. Em um primeiro momento, destacaremos a rejeição de Wolff ao voluntarismo de Pufendorf e sua orientação em direção ao intelectualismo de Leibniz. Conforme essa nova orientação, uma teoria da lei natural não deve basear seu conceito de obrigação na autoridade das leis e em seu poder coercitivo, mas, por outro lado, unicamente na ideia de necessidade (...)
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  30.  71
    A fundamentação do conceito de possibilidade objetiva na metodologia weberiana.Henrique F. F. Custódio - 2012 - Dissertation,
    Esta dissertação investiga a fundamentação do conceito de possibilidade objetiva, elaborado por Max Weber em sua obra Estudos críticos sobre a lógica das ciências da cultura. Foi aqui examinado, particularmente, a segunda seção intitulada “Possibilidade objetiva e causação adequada na consideração causal da história”. Na primeira parte deste trabalho, procurou-se analisar a fundamentação do conceito de possibilidade objetiva na metodologia weberiana, que refere-se basicamente a um modo de imputação causal aplicado às ciências da ação. Desse modo, o propósito (...)
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  31.  71
    O Conceito do Trabalho: da antiguidade ao século XVI.Emanuel Isaque Cordeiro da Silva - manuscript
    SOCIOLOGIA DO TRABALHO: O CONCEITO DO TRABALHO DA ANTIGUIDADE AO SÉCULO XVI -/- SOCIOLOGY OF WORK: THE CONCEPT OF WORK OF ANTIQUITY FROM TO THE XVI CENTURY -/- RESUMO -/- Ao longo da história da humanidade, o trabalho figurou-se em distintas posições na sociedade. Na Grécia antiga era um assunto pouco, ou quase nada, discutido entre os cidadãos. Pensadores renomados de tal época, como Platão e Aristóteles, deixaram a discussão do trabalho para um último plano. Após várias transformações sociais entre (...)
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  32.  63
    Tucídides: A Guerra do Peloponeso e a Busca da Objetividade.Emanuel Isaque Cordeiro da Silva - manuscript
    TUCÍDIDES: GUERRA DO PELOPONESO E A BUSCA DA OBJETIVIDADE1 TUCÍDIDES: PELOPONNESE WAR AND THE SEARCH OF OBJECTIVITY Emanuel Isaque Cordeiro da Silva2 IFPE - Belo Jardim 1 CONTEXTO HISTÓRICO: GUERRA DE PELOPONESO Os gregos liderados por Atenas e Esparta venceram os persas na batalha naval, em Salamina (480 a.C.), e terrestre, em Plateia (479 a.C.), expulsando-os definitivamente da sua terra. Nos anos seguintes, Atenas consolidou seu poder sobre outras cidades, especialmente nas ilhas do Mar Jônico, formando a Confederação de Delos. (...)
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  33.  45
    Sociologia do Trabalho: O Trabalho e a Sua Evolução Conceitual ao Longo Da História – Sobre A Definição de Trabalho.Emanuel Isaque Cordeiro da Silva - manuscript
    SOCIOLOGIA DO TRABALHO: O TRABALHO E A SUA EVOLUÇÃO CONCEITUAL AO LONGO DA HISTÓRIA – SOBRE A DEFINIÇÃO DE TRABALHO -/- -/- SOCIOLOGY OF WORK: WORK AND ITS CONCEPTUAL EVOLUTION THROUGH HISTORY – ON THE DEFINITION OF WORK -/- -/- Emanuel Isaque Cordeiro da Silva – IFPE-BJ, CAP-UFPE e UFRPE. E-mails: eisaque335@gmail.com e eics@discente.ifpe.edu.br. WhatsApp: (82)98143-8399. -/- -/- RESUMO -/- Começamos, diminuto, com uma análise da complexidade do conceito de “trabalho”. Apresento ao leitor as várias interpretações que o mesmo termo (...)
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  34. Natureza humana, dever moral e finalidade do Estado em Maquiavel.José Luiz Ames - 2006 - Reflexão 31 (90):63-70.
    Partimos do estudo na noção de homem presente no pensamento de Maquiavel para estabelecer a idéia de Estado e sua relação com a ética. Existe, quanto a esta questão, uma vasta polêmica na tradição interpretativa e que podemos reduzir a duas perspectivas fundamentais. Primeira: Maquiavel compreende a natureza humana como corrompida de forma definitiva, o que transforma o Estado em instrumento puramente coator da malevolência humana. Nesta ótica, não há espaço para pensar em finalidades éticas do Estado. Segunda: mesmo partindo (...)
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  35. Vozes da metafísica : sobre a crítica da linguagem e da negatividade na obra de Giorgio Agamben.Roan Costa Cordeiro - 2016 - Dissertation, University of Campinas
    O projeto de crítica das categorias éticas e políticas ¿ estéticas e jurídicas ¿ fundamentais do Ocidente tendo em vista a sua operatividade, o modo como estruturam a composição do tempo presente, segundo o tem perseguido Giorgio Agamben, desde antes, porém, de Homo sacer (1995-2015), seu mais vasto projeto filosófico, articula-se a partir do lugar de uma crítica à fundamentação da linguagem (e do ser) na negatividade. Tal é a proposta analítica que conduz as investigações deste trabalho. Se o (...)
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  36. Aristóteles desvelado por Martha Nussbaum: As raízes trágicas da ética e a condição humana em Hannah Arendt.Harley Juliano Mantovani - 2015 - Theoria: Revista Eletrônica de Filosofia 7 (18):221-250.
    Neste artigo, tivemos o objetivo de analisar como o racionalismo ético limita a ética. Frente a este propósito, expomos a fonte trágica da ética de Aristóteles, para quem a ética não é ciência e não tem uma fonte metafísica. A revelação de Aristóteles mostrou como o seu pensamento ético, por ultrapassar o racionalismo filosófico, inaugura uma corrente de pensamento moral cuja modéstia é mais adequada à fragilidade da condição humana.
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  37.  89
    Rigor e Aquisição de Conhecimento Moral em Aristóteles.Mariane Oliveira & J. Alexandre Durry Guerzoni - 2015 - Prometheus 8 (18):149-161.
    No livro I da Ethica Eudemia, Aristóteles dedica um capítulo a considerações acerca de seu método. No entanto, analisando passagens de outros tratados do autor, é possível concluir que há algo comum que perpassa as diversas considerações acerca de seu método, a saber: que o ponto de partida de toda investigação é dado pelo que é mais cognoscível a nós, e todo o procedimento de investigação visa chegar ao que é mais cognoscível em si mesmo – o conhecimento estrito do (...)
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  38. O NATURALISMO PSICOLÓGICO E O PROBLEMA DA NATURALIZAÇÃO DA CONSCIÊNCIA.Fernanda Pires Bertuol M. Scheer - 2016 - Dissertation, University of Campinas, Brazil
    O problema da naturalização da consciência se coloca como uma forma de consumação de um projeto de psicologia como uma ciência natural da mente que abranja todas as dimensões do que se considera como constituindo o mental. O principal paradigma para um tal projeto é fornecido hoje em dia pelo programa interdisciplinar de investigação que veio a ser denominado, coletivamente, como Ciência Cognitiva. Entretanto, mesmo com os seus avanços, que se destacam na interação das áreas da Filosofia, Psicologia, Biologia, Neurociência, (...)
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  39.  48
    Comentários sobre Biologia, Psicologia e Política da Religião.Michael Richard Starks - 2020 - las Vegas, NV USA: Reality Press.
    Na minha opinião, um comportamentoque eu é uma expressão de nossa psicologia evoluiu e tão intimamente relacionada à religião, moralidade e ética, se alguém sabe olhar para eles. -/- Muitos vão achar estranho que ele passe pouco tempo discutindo os temas comuns à maioria das discussões religiosas, mas na minha opinião é essencial primeiro entender as generalidades do comportamento e isso requer uma boa compreensão da biologia e psicologia que são principalmente notáveis por sua ausência em trabalhos sobre religião, política, (...)
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  40. Kant e a Defesa da Causa de Deus: algumas considerações acerca do opúsculo kantiano sobre a teodiceia.Bruno Cunha - 2018 - Ética E Filosofia Política 1 (21):5-21.
    The article On the Miscarriage of All Philosophical Trials in Theodicy was published in 1791 on the pages of the monthly periodical berlinische Monatsschrift. By itself, the title of the article already seems to us quite enlightening. What would it be but a criticism of every attempt to justify the God's cause? Nevertheless, there are evidences that there is much more at stake. Thus, the purpose of this paper is to raise the question about the true meaning of the Kant`s (...)
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  41.  70
    Campos de deméter: da impossibilidade de separar a ciência, a ética e a estética na Hermenêutica da paisagem.António Queirós - 2012 - Philosophica -- Revista Do Departamento de Filosofia da Faculdade de Letras de Lisboa 40:69-94.
    Central conceptual terms, such as ‘culture’, ‘environment’, ‘nature’ and‘landscape’, are far from being neutral scientific objects. They are academic constructions which need to be understood in their emergence across their historic contexts. -/- Moral it is a cultural expression determined by social dominance and historical context, who gives them a sectary character. We need a moral theory that can be universal, trans-temporal and available to light human individual conduct and the human science and their political ideologies, but not (...)
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  42.  61
    Reprodução Humana Assistida E Suas Consequências Nas Relações de Família: A Filiação E a Origem Genética Sob a Perspectiva da Repersonalização.Ana Cláudia Brandão de Barros Correia Ferraz - 2009 - Juruá Editora.
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  43.  40
    Arquétipos Morais: ética na pré-história.Roberto Thomas Arruda (ed.) - 2020 - Terrra à Vista.
    A tradição filosófica das abordagens da moral tem predominantemente como base conceitos e teorias metafísicas e teológicas. Entre os conceitos tradicionais de ética, o mais proeminente é a Teoria do Comando Divino (TCD). De acordo com a TCD, Deus dá fundamentos morais à humanidade desde sua criação e por meio de revelações. Assim, moralidade e divindade seriam inseparáveis desde a civilização mais remota. Esses conceitos submergem em uma estrutura teológica e são principalmente aceitos pela maioria dos seguidores das três (...)
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  44. A Ética da Crença: uma Defesa Moderada da Posição Indiciária.Eros Carvalho - 2018 - Sofia 7 (1):17-40.
    In this paper, I articulate and discuss Clifford's two main arguments in favor of the norm that it is illegitimate to believe based on insufficient evidence. The first argument appeals to the instrumental value of belief, and the second one appeals to our intrinsic interest in the truth. Both arguments bring to the fore the relevance of moral and social factors to determine norms for belief. I sustain that the first argument is insufficient to establish Clifford's norm in general. (...)
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  45.  16
    Especismo.Ricardo Miguel - 2020 - Compêndio Em Linha de Problemas de Filosofia Analítica.
    Em analogia com outras discriminações, como o racismo ou o sexismo, o especismo é concebido como uma forma de discriminação moral com base na espécie. Em grande medida, a discussão contemporânea sobre a importância moral dos animais surgiu e desenvolveu-se em torno da crítica e da defesa do especismo. Este artigo oferece uma visão da discussão filosófica contemporânea sobre o especismo. Após uma breve introdução, apresenta-se uma definição de especismo e caracterizam-se vários tipos de especismo, sendo o Antropocentrismo (...)
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  46.  69
    Sobre a distinção entre prudência e moralidade em Kant e Crusius: considerações sobre a origem da doutrina do imperativo categórico.Bruno Cunha - 2019 - Studia Kantiana 17 (1):101-126.
    The extent of the originality and relevance of Kant's ethics is undeniable. But it is not so evident the fact that the Kant's moral philosophy as a whole was not suddenly built, but it was dependent on a profound debate with the philosophical tradition, especially with the German scholastic tradition, a debate which led to the assimilation or appropriation of several of its aspects. With special regard to the history of the development of the categorical imperative, it is not (...)
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  47. Aristotle on The Cognition of Value.Hasse Hamalainen - 2015 - Journal of Ancient Philosophy 9 (1):88.
    In my paper, I defend an interpretation according to which Aristotle thinks in Nicomachean Ethics (EN) that the rational aspect of soul is needed in discerning which ends of desire would be good. Many interpreters have traditionally supported this, ‘rationalist’ line of interpreting Aristotle’s theory of value cognition. The rationalist interpretation has, however, recently come under a novel challenge from Jessica Moss (2011, 2012), but has not yet received a defence. Moss attempts to resurrect now virtually abandoned ‘anti-rationalist’ interpretation, which (...)
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  48.  40
    A fundamentação dos conceitos lógico-metodológicos na metodologia weberiana.Henrique F. F. Custódio - 2009 - Revista Eletrônica de Ciências Sociais 1 (1):84-96.
    Na tentativa de resolver problemas concretos para a ciência, Max Weber toma por objeto de estudo o trabalho histórico, em especial o de um renomado historiador, Eduard Meyer. Para demonstrar e fundamentar o trabalho histórico, Eduard Meyer torna-se um exemplo para Weber da confusão lógica em que se encontram as ciências especializadas. Partindo deste fato, este artigo pretende mostrar como Max Weber fundamenta os conceitos lógico metodológicos que o auxiliam na construção da objetividade das ciências histórico-sociais. Nosso objetivo é demonstrar (...)
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  49. Moralni, Politički I Društveni Odgovori Na Društvene Devijacije (Eng. Moral, Political, and Social Responses to Antisocial Deviation).Snježana Prijić-Samaržija, Luca Malatesti & Elvio Baccarini (eds.) - 2016 - Faculty of Humanities and Social Sciences in Rijeka.
    Ovaj je zbornik nastao kao rezultat istraživanja provedenog unutar istoimenoga znanstveno-istraživačkoga projekta na kojemu su urednici istovremeno bili i glavni istraživači, a ostali autori članovi istraživačke skupine. Kao svjedoci različitih vrsta otklona od prevladavajućeg, uobičajenoga, normalnoga, pozitivnog ili ponašanja koje se karakterizira kao asocijalno, zapitali smo se – što postojeće čini normom, treba li odstupanje od norme nužno smatrati devijacijom i kakvi su poželjni društveni odgovori na odstupanja od normi. Često se smatra ispravnim upravo ono što je prevladavajuće, a ono (...)
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  50. Kant and Moral Motivation: The Value of Free Rational Willing.Jennifer K. Uleman - 2016 - In Iakovos Vasiliou (ed.), Moral Motivation (Oxford Philosophical Concepts). New York: Oxford University Press. pp. 202-226.
    Kant is the philosophical tradition's arch-anti-consequentialist – if anyone insists that intentions alone make an action what it is, it is Kant. This chapter takes up Kant's account of the relation between intention and action, aiming both to lay it out and to understand why it might appeal. The chapter first maps out the motivational architecture that Kant attributes to us. We have wills that are organized to action by two parallel and sometimes competing motivational systems. One determines us by (...)
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