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Marcos Seneda [23]Marcos César Seneda [6]
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Marcos Seneda
Universidade Federal de Uberlândia
  1. A fundamentação das ciências compreensivas: a posição de Dilthey reconstruí­da a partir de Leibniz, Wolff e Kant.Marcos César Seneda - 2007 - Princípios 14 (22):123-144.
    A obra de Dilthey desempenha um papel fundamental para a filosofia contemporânea, na medida em que Dilthey distingue duas esferas por meio das quais temos acesso ao todo da realidade: a experiência objetiva ( die Erfahrung ) e a vivência ( das Erlebnis ). É esta distinçáo que possibilita a Dilthey, em oposiçáo às ciências da natureza, conceber as condições de evidência e validade das ciências do espírito. Ainda que náo nomeada com estes termos, esta distinçáo vai estar na base (...)
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  2.  69
    O Ceticismo Inacabado de Descartes.Marcos Seneda - 2011 - Educação E Filosofia 25 (Especial):215-238.
    Este texto pretende mostrar que, do ponto de vista das ciências empíricas, o projeto de demolição do ceticismo, conduzido por Descartes, perdura até a VI Meditação e nela não pode ser concluído. Se isto assim ocorre, é porque há dois modelos de superação do ceticismo em Descartes. O primeiro modelo diz respeito à superação da dúvida metafísica. Esse modelo alcança algum êxito já na II Meditação, na qual, por analogia com o procedimento matemático, a descoberta de uma evidência irrecusável conduz (...)
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  3.  77
    Conceitos de filosofia na escola e no mundo e a formação do filósofo segundo I. Kant.Marcos César Seneda - 2009 - Kriterion: Revista de Filosofia 50 (119):233-249.
    Este texto pretende discutir, do ponto de vista kantiano, o que pode ser ensinado e o que pode ser aprendido em Filosofia. Seu objetivo é construir os argumentos hipotéticos de Kant em face do método estruturalista de leitura de textos filosóficos. Para circunscrever este tema, aparentemente muito amplo, tomaremos como fio condutor um célebre texto de aula de I. Kant, publicado por G. B. Jäsche sob o título Manual dos Cursos de Lógica Geral. Kant ministrou este curso por mais de (...)
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  4.  19
    Concepts of philosophy in the school and world and training of the philosopher according to E. Kant.Marcos Cesar Seneda - 2009 - Kriterion: Revista de Filosofia 50 (119):233-249.
    Este texto pretende discutir, do ponto de vista kantiano, o que pode ser ensinado e o que pode ser aprendido em Filosofia. Seu objetivo é construir os argumentos hipotéticos de Kant em face do método estruturalista de leitura de textos filosóficos. Para circunscrever este tema, aparentemente muito amplo, tomaremos como fi o condutor um célebre texto de aula de I. Kant, publicado por G. B. Jäsche sob o título Manual dos Cursos de Lógica Geral. Kant ministrou este curso por mais (...)
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  5. Solução de Aristóteles e David Hume aos Paradoxos de Zenão: um estudo sobre o conceito de espaço.Marcos César Seneda & Arthur Falco de Lima - 2017 - Horizonte Científico 11 (1):1-28.
    Este trabalho é uma investigação sobre os conceitos de espaço presentes tanto no livro IV da Física de Aristóteles, bem como no Livro 1, parte 2, do Tratado da Natureza Humana de David Hume. Nosso ponto de partida são os paradoxos de Zenão. Sabemos que Aristóteles debate diretamente com Zenão no livro IV da Física, enquanto Hume, no Tratado da Natureza Humana discute com a posição de Zenão acerca do espaço renovada por Bayle. Tendo isto em vista, o principal objetivo (...)
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  6.  8
    The Extra-Logical Strategy Constructed by Kant to Define Concepts and Intuitions as Inversely Polar Representations.Marcos Seneda - 2018 - In Violetta Waibel, Margit Ruffing & David Wagner (eds.), Natur und Freiheit: Akten des XII. Internationalen Kant-Kongresses. Berlim, Alemanha: De Gruyter. pp. 1395–1404.
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  7.  7
    Conhecimento racional por conceitos (filosofia) e conhecimento racional por construção de conceitos (matemática).Marcos Seneda - 2018 - Estudos Kantianos 6 (2):45-52.
    A distinção entre filosofia e matemática enquanto modos de operação da razão tem presença marcante nos cursos de Lógica de Kant, mas igualmente articula diversas soluções de problemas no interior do pensamento crítico. No entanto, ela data do período pré-crítico, tendo se tornado bem explícita já na obra Investigação sobre a distinção dos princípios da teologia natural e da moral (1764). Quase duas décadas depois, essa distinção será retomada na “Doutrina transcendental do método”, contida na Crítica da razão pura (1781). (...)
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  8.  7
    Simmel e a hipótese da compreensão como reconstrução de processos psíquicos no conhecimento histórico.Marcos Seneda - 2018 - Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 63 (3):1073-1091.
    Esse texto procura explicitar a tese da compreensão atual que Simmel pressupõe como lócus de apreensão e interpretação dos processos humanos dotados de sentido. Para explicitá-la, confronta as posições de Dilthey e Simmel sobre o papel da vivência na fundamentação do conhecimento histórico. Ao contrário de Dilthey, no entanto, Simmel não pressupõe uma vivência que possa ser apreendida em outrem ou circunscrita a partir de um objeto, porque põe o fundamento da compreensão na atualidade daquele que compreende. Assim, opera com (...)
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  9.  21
    Teoria crítica da sensibilidade e contrapartidas incongruentes em Kant.Marcos Seneda - 2017 - Kant E-Prints 12 (2):10-27.
    A Estética Transcendental é uma peça chave no programa de pesquisa que Kant desenvolveu e nomeou de filosofia transcendental. Ela se anuncia na Dissertação de 1770 e se configura de forma bem explícita na primeira edição da Crítica da razão pura, de 1781. O modo como Kant a concebeu permitiu-lhe separar radicalmente intelecto e sensibilidade, mas seria importante compreender a raiz dessa separação. Nesse texto procuramos mostrar que o opúsculo “Sobre o primeiro fundamento da distinção de direções no espaço”, de (...)
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  10. O que é filosofia? [REVIEW]Marcos Seneda - 1997 - Educação E Filosofia 11:293-298.
    Resenha - DIAS, Maria Clara (org.). O que é filosofia? Ouro Preto: Instituto de Filosofia, Artes e Cultura / Universidade Federal de Ouro Preto, 1996. 154 p.
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  11.  5
    Max Weber: movimento cíclico da dominação legítima.Marcos Seneda - 2018 - In Anor Sganzerla, Antonio José Romera Valverde & Ericson Falabretti (eds.), O pensamento político em movimento: ensaios de filosofia política. Curitiba, Brasil: PUCPress. pp. 147-165.
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  12. Entrevista Com Fausto Castilho.Alexandre de Soares, Luciene Torino & Marcos Seneda - 2013 - Educação E Filosofia 27 (53).
    Com toda uma vida dedicada à reflexão, Fausto Castilho teve a sua trajetória marcada por duas grandes paixões: a Filosofia e o Brasil. Ambas o acompanharam desde a infância e a adolescência, tendo atravessado o seu caminho personagens emblemáticos, que o ajudaram a demarcar o traçado peculiar do seu destino. Formado na Sorbonne, numa época em que ela reunia, com seu corpo docente, um dos mais significativos e completos departamentos de filosofia do ocidente, Fausto Castilho trouxe consigo diversos métodos rigorosos (...)
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  13.  4
    Conhecimento histórico e conhecimento racional.Marcos Seneda - 2018 - Estudos Kantianos 6 (2):37-44.
    Conquanto seja utilizada somente no terceiro capítulo da Doutrina Transcendental do Método, designado “A arquitetônica da razão pura”, a distinção entre conhecimento histórico e conhecimento racional é um topos básico das Lógicas de Kant, marcando a diacronia de suas reflexões metafísicas. No percurso aqui proposto para esclarecer essas duas noções, remontamos a Christian Wolff. Para situar a posição epistemológica da Filosofia, no Discurso preliminar sobre a filosofia em geral, Wolff explicita a diferença entre os conhecimentos histórico, filosófico e matemático, na (...)
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  14. O problema da abstração no realismo e no empirismo: um confronto entre Tomás de Aquino e David Hume.Marcos Seneda - 2012 - Ágora Filosófica 1:49-67.
    Este texto compara duas possibilidades epistêmicas de se construir conhecimento a partir da experiência registrada pelos sentidos: a defendida por Tomás de Aquino e a proposta por David Hume. O objetivo do texto é mostrar em que se separam autores assumidos como tão distanciados um do outro, mas que principiam aparentemente de uma noção cognoscitiva que parte da apreensão dos sentidos. O texto defende, por um lado, que os pressupostos ontológicos de Tomás de Aquino geram um modelo em que a (...)
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  15.  18
    Apresentação do dossiê: Immanuel Kant.Marcos César Seneda & Olavo Calábria Pimenta - 2013 - Educação E Filosofia 27 (Especial).
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  16.  78
    Uma leitura equívoca de Jellinek: Weber e a elaboração da noção de tipo ideal.Marcos César Seneda - 2016 - In Marcos César Seneda & Henrique F. F. Custódio (eds.), Max Weber: religião, valores e teoria do conhecimento. Uberlândia: EDUFU. pp. 201-234.
    Uma leitura equívoca de Jellinek: Weber e a elaboração da noção de tipo ideal.
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  17.  81
    A Natureza Da Inteligência No Tomismo E Na Filosofia De Hume. [REVIEW]Marcos Seneda - 2011 - Educação E Filosofia 25 (50).
    A obra ora noticiada foi apresentada inicialmente como tese de doutorado à Sorbonne, perante banca de doutorado presidida pelo Professor Ferdinand Alquié , e da qual participaram os Professores De Gaudillac e Paul Ricoeur.
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  18.  63
    Da imaterialidade da alma: a desconstrução mais incisiva de Hume de um pressuposto metafísico.Marcos Seneda - 2016 - Ensaios Sobre a Filosofia de Hume.
    Da imaterialidade da alma: a desconstrução mais incisiva de Hume de um pressuposto metafísico .
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  19.  62
    Giambattista Vico: a filosofia e a educação da humanidade. [REVIEW]Marcos Seneda - 2005 - Educação E Filosofia 19.
    Resenha - Giambattista Vico: a filosofia e a educação da humanidade.
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  20.  51
    A Gênese Das Condições De Possibilidade De Toda A Síntese Teórica No Pensamento Pré-crítico De Kant.Marcos Seneda - 2013 - Educação E Filosofia 27 (Especial).
    A distinção entre conhecimento filosófico e conhecimento matemático constitui um dos temas centrais da construção do pensamento kantiano durante a década de 1760. Conquanto operasse com a distinção entre Filosofia e Matemática, Wolff não pressupunha uma radical oposição entre o modo de operação dessas duas ciências. Essa oposição radical surge pela distinção entre conceitos arbitrários e conceitos dados, que Kant propõe já em 1764, no texto Investigação sobre a evidência dos princípios da teologia natural e da moral. Tomando essa distinção (...)
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  21.  50
    KANT E O ESCLARECIMENTO COMO ESTRATÉGIA POLÍTICA PARA A EDUCAÇÃO DA HUMANIDADE.Marcos Seneda - 2012 - Revista Sul-Americana de Filosofia E Educação 19:89-102.
    Esse texto procura investigar a seguinte questão: como pode ser conduzido um processo de Esclarecimento que não seja apenas individual, mas social e político? Uma resposta para esta questão pode ser obtida na medida em que concebemos o conceito de autonomia como fundamento da estratégia do Esclarecimento, que aqui será compreendido como um processo arquetípico de educação da humanidade. Nosso objetivo é mostrar que a proposta de educação elaborada por Kant tem de ser compreendida de um ponto de vista cosmopolita.
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  22.  42
    Entrevista: Valerio Rohden.Marcos Seneda - 1999 - Educação E Filosofia 13:9-26.
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  23.  30
    O Platão Tomista.Marcos Seneda - 1999 - Educação E Filosofia 13 (25):171-191.
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  24.  25
    A AQUISIÇÃO DA MEMÓRIA E DA IMAGINAÇÃO NA FILOSOFIA EXPERIMENTAL DE DAVID HUME.Marcos Seneda - 2013 - Síntese 40 (126):05-23.
    Reduzindo a fonte dos conhecimentos aos dados sensíveis, o empirismo pode ser concebido basicamente de dois modos: a partir da aquisição dos conteúdos do pensamento, ou a partir da constituição empírica da própria subjetividade. A segunda hipótese, em suas linhas gerais, foi apresentada explicitamente por G. Deleuze. Este texto, ao examinar esta segunda hipótese, restringe-se a uma análise exaustiva da memória e da imaginação, procurando expor os passos pelos quais Hume constitui distintos modos de operar da mente humana em conformidade (...)
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  25.  18
    A COMPATIBILIDADE ENTRE O RETORNO DA FILOSOFIA AO ENSINO MÉDIO E A INCLUSÃO DA FILOSOFIA NOS PROGRAMAS DOS VESTIBULARES.Marcos Seneda - 2008 - FRAGMENTOS DE CULTURA 18:393-405.
    Duas questões têm ocupado recentemente a comunidade filosófica: o retorno da Filosofia aos currículos do Ensino Médio e o ingresso da Filosofia nos vestibulares. A partir da experiência de inclusão da Filosofia no vestibular, levada a efeito pela Universidade Federal de Uberlândia, este texto pretende apresentar algumas reflexões sobre a compatibilidade entre o retorno da Filosofia aos currículos do Ensino Médio e a sua inclusão nos programas de vestibular.
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  26.  20
    Max Weber e o problema da evidência e da validade nas ciências empíricas da ação.Marcos Seneda - 2008 - Campinas, SP, Brasil: Editora da Unicamp.
    Max Weber e o problema da evidência e da validade nas ciências empíricas da ação.
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  27.  12
    Max Weber: religião, valores e teoria do conhecimento.Marcos Seneda & Henrique F. F. Custódio (eds.) - 2016 - EDUFU.
    Max Weber: religião, valores e teoria do conhecimento.
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