Results for 'dos Reis'

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    Review of Budismo E Filosofia Em Diálogo. [REVIEW]Lucas dos Reis Martins - 2016 - European Journal of Japanese Philosophy 1:369-370.
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  2. Filosofia e Budismo em Diálogo, organizado por Antonio Florentino Neto. [REVIEW]Lucas Dos Reis Martins - 2016 - European Journal of Japanese Philosophy 1 (1):369-371.
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    Linguagem e línguas - uma orientação básica filosófica, por Rolf Elberfeld. [REVIEW]Lucas Dos Reis Martins - 2013 - Ekstasis: Revista de Fenomenologia E Hermenêutica 2 (2):06-10.
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  4. O Mito De Sísifo Enquanto Base Do Pensar Existencial.Patrícia dos Reis Costa de Arruda - 2015 - In Maurício Castanheira (ed.), Capim Limão: Ensaios sobre produção do conhecimento, material didático e outros textos. Rio de Janeiro, Brazil: Publit. pp. 84-98.
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  5. PEIRCE, FREGE, RUSSELL E O SURGIMENTO DA PREDICAÇÃO LÓGICA CONTEMPORÂNEA.Rafael dos Reis Ferreira - 2016 - Kinesis 8 (17):115-135.
    Apresentamos neste artigo explicitações histórico-conceituais sobre o surgimento da predicação lógica contemporânea. Quando se trata de predicação, remete-se de imediato à obra de Aristóteles, mas, com as transformações trazidas pela Lógica Contemporânea, o estudo da predicação deixa o plano do estudo lógico-gramatical para o estudo do plano da análise lógicomatemática. Veremos, nesse sentido, a importância dos trabalhos de Peirce, Frege e Russell para o surgimento da predicação lógica contemporânea. Embora Peirce tenha sido o precursor da introdução do conceito de função (...)
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  6. Pensar ensino, pensar a prática – uma proposta de ensino baseada da filosofia de Platão e Aristóteles.Patrícia dos Reis Costa - 2015 - Actas 3:1-13.
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  7. Sobre o significado da função proposicional no Tractatus de Wittgenstein.Rafael dos Reis Ferreira - 2016 - Dissertation, University of Campinas
    The analysis of logical predication has long philosophical tradition in which one of the central subjects of study is the analysis of the logical form of the proposition. We contemporaneously can say that the way more well-finished of logic predication is propositional function. Historically, the propositional function arises as a logical analysis of the proposition scheme resulting from the convergence of mathematics and logic between the XIX and XX centuries. Two of the main responsible for this convergence were Gottlob Frege (...)
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    Aristóteles: De Anima.Maria Cecília Gomes dos Reis - 2006 - São Paulo, Brazil: Editora 34.
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    Rank Offence: The Ecological Theory of Resentment.Samuel Reis-Dennis - forthcoming - Mind:fzab006.
    I argue that fitting resentment tracks unacceptable ‘ecological’ imbalances in relative social strength between victims and perpetrators that arise from violations of legitimate moral expectations. It does not respond purely, or even primarily, to offenders’ attitudes, and its proper targets need not be fully developed moral agents. It characteristically involves a wish for the restoration of social equilibrium rather than a demand for moral recognition or good will. To illuminate these contentions, I focus on cases that I believe demonstrate a (...)
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  10. Uma apologia da filosofia / An apology for philosophy (Book: Against Socrates / Contra Sócrates).Rodrigo Reis Lastra Cid (ed.) - 2019 - Porto Alegre: Editora Fundação Fênix.
    This book talks about the city's reception of philosophy. The purpose of this chapter is to show that philosophy is essential for the maintenance of human security in our cities. The importance of this apology for philosophy is precisely to undo a common but erroneous conception of the nature and disadvantages of this discipline and to politically base its existence. To do this, we will present a characterization of philosophy and some of the most important criticisms of its development within (...)
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  11.  89
    Uma Ideologia de Centro / A Center Ideology.Rodrigo Reis Lastra Cid (ed.) - 2020 - Porto Alegre: Editora Fi.
    O objetivo deste livro é propor uma reflexão sobre o ideário de centro, se perguntando se ele seria possível e como. Preferi chamar de “Uma Ideologia de Centro” em vez de “Ideário”, pois o termo “Ideologia” é instigante para um título. Entretanto tenho a noção de que essa palavra é bastante carregada de significados teóricos. No modelo marxista, grosso modo, a ideologia é um conjunto de crenças, construído pela parcela dominante da sociedade, para naturalizar a dominação. Não é nesse sentido (...)
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  12. O Conceito do Trabalho: da antiguidade ao século XVI.Emanuel Isaque Cordeiro da Silva - manuscript
    SOCIOLOGIA DO TRABALHO: O CONCEITO DO TRABALHO DA ANTIGUIDADE AO SÉCULO XVI -/- SOCIOLOGY OF WORK: THE CONCEPT OF WORK OF ANTIQUITY FROM TO THE XVI CENTURY -/- RESUMO -/- Ao longo da história da humanidade, o trabalho figurou-se em distintas posições na sociedade. Na Grécia antiga era um assunto pouco, ou quase nada, discutido entre os cidadãos. Pensadores renomados de tal época, como Platão e Aristóteles, deixaram a discussão do trabalho para um último plano. Após várias transformações sociais entre (...)
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  13. A Educação de Jovens e Adultos como Transformação Social.Emanuel Isaque Cordeiro da Silva & Meuri Rusy Maria do Nascimento - 2017 - Dissertation,
    Monografia apresentada à banca examinadora da Escola Municipal Manuel Teodoro de Arruda, anexa do Colégio Frei Cassiano de Comacchio em Belo Jardim, para a obtenção do título de concluinte do curso de Normal Médio, oferecido pela instituição. A natureza do trabalho, em suma, consiste em apresentar perspectivas de trans formação social para a comunidade de jovens e adultos, o principal programa cunho do trabalho é a Educação de Jovens e Adultos a EJA, e como esse programa intervém na sociabilidade e (...)
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  14. Teoria Democrática Moderna.Emanuel Isaque Cordeiro da Silva - manuscript
    Em meados do século XVI, surgiu a ideia de autonomia do indivíduo, que deu origem ao individualismo e ao liberalismo político. A concepção de democracia que se desenvolveu com base nesses princípios assumiu um perfil bastante diferente daquele utilizado na Grécia antiga. Se antes a democracia estava diretamente ligada à ideia de igualdade, em sua nova versão passou a ser relacionar primordialmente com a ideia de liberdade. Em decorrência dos ideais desenvolvidos naquele momento histórico, o principal dilema político fundamentava-se na (...)
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  15.  79
    Sociologia: Transformações Sociais e Políticas.Emanuel Isaque Cordeiro da Silva - manuscript
    SOCIOLOGIA: TRANSFORMAÇÕES SOCIAIS E POLÍTICAS -/- SOCIOLOGY: SOCIAL AND POLITICAL TRANSFORMATIONS -/- Emanuel Isaque Cordeiro da Silva – IFPE-BJ, CAP-UFPE e UFRPE - [email protected] e [email protected] e WhatsApp:(82)98143-8399 -/- -/- 1. PREMISSA -/- Muitas foram as transformações sociais e políticas vividas em nossa sociedade. Algumas foram violentas e transformaram radicalmente as sociedades. Outras levaram à independência do jugo colonial ou neocolonial. Há também aquelas que brotaram de acordos entre classes dominantes ou que se constituíram movimentos liderados pela burguesia ascendente. -/- (...)
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  16. Termos Singulares Indefinidos: Frege, Russell e a tradição matemática.Daniel Durante Pereira Alves - 2016 - Saberes: Filosofia E Educação (Filosofia Lógica e Metafísica An):33-53.
    É bem conhecida a divergência entre as posições de Gottlob Frege e Bertrand Russell com relação ao tratamento semântico dado a sentenças contendo termos singulares indefinidos, ou seja, termos singulares sem referência ou com referência ambígua, tais como ‘Papai Noel’ ou ‘o atual rei da França’ ou ‘1/0 ’ ou ‘√4’ ou ‘o autor de Principia Mathematica’. Para Frege, as sentenças da linguagem natural que contêm termos indefinidos não formam declarações e portanto não são nem verdadeiras nem falsas. Já para (...)
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  17. Produção de conhecimento: uma característica fundamental das sociedades humanas.Emanuel Isaque Cordeiro da Silva - manuscript
    Produção de conhecimento: uma característica fundamental das sociedades humanas -/- 1. As diferentes formas de conhecimento A espécie humana não se limita a sobreviver no mundo. Ela também procura entendê-lo e modificá-lo de acordo com as diferentes formas como percebe a realidade. Essa busca, que articula a realidade objetiva e a subjetiva, é a matriz sobre a qual se constrói o que convencionamos chamar de conhecimento. Podemos definir o conhecimento como toda compreensão e prática adquiridas, cuja memória e transmissão permitem (...)
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  18. Reification and Truthmaking Patterns.Nicola Guarino, Giancarlo Guizzardi & Tiago Prince Sales - 2018 - In J. Trujillo (ed.), Proceedings of 37th International Conference on Conceptual Modeling, ER 2018, Xi'an, China, October 22-25, 2018. Cham: Springer. pp. 151-165.
    Reification is a standard technique in conceptual modeling, which consists of including in the domain of discourse entities that may otherwise be hidden or implicit. However, deciding what should be rei- fied is not always easy. Recent work on formal ontology offers us a simple answer: put in the domain of discourse those entities that are responsible for the (alleged) truth of our propositions. These are called truthmakers. Re-visiting previous work, we propose in this paper a systematic analysis of truthmaking (...)
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  19.  84
    Heródoto E A Primeira Tipologia de Governo.Emanuel Isaque Cordeiro da Silva - manuscript
    HERÔDOTOS iniciou o estudo histórico, pois antes dele só havia logógrafos, ou seja, escritores gregos em prosa, que se limitavam a transcrever dados e a repetir os mitos e as lendas locais. A história, com esse autor, passou a ter um significado de pesquisa e estudo, contrapondo-se ao momento anterior, sem compromisso com a veracidade e a investigação. A vida pessoal do autor, fazendo inúmeras e interessantes viagens, permitiu-lhe escrever com um caráter novo, baseado no conhecimento efetivo. Houve, porém, muito (...)
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  20.  93
    Heródoto pai da história.Emanuel Isaque Cordeiro da Silva - manuscript
    O Primeiro Império Persa (550-330 a.C.) representava a maior e a mais populosa organização política até então erguida. A crise e a dissensão provocada pelo militarismo agressivo dos assírios permitiram que esse Império pudesse dominar a Ásia Central. A ocupação de toda Anatólia fez com que os gregos habitantes do litoral fossem submetidos aos persas, quebrando-lhes a autonomia política. Não obstante, não se submeteram facilmente revoltando-se sob a liderança de Mileto e pedindo aos outros gregos que os ajudasse. Logo, em (...)
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  21.  72
    Sófocles: Teatro, Política e Desobediência Civil.Emanuel Isaque Cordeiro da Silva - manuscript
    Ciência Política: Introdução à Sófocles*1 -/- Science Politics: Introduction to Sophocles -/- Emanuel Isaque Cordeiro da Silva*2 -/- Sófocles (496/4-406 a.C.) -/- 1 CONTEXTO HISTÓRICO: TEATRO E POLÍTICA -/- Na Grécia antiga, o teatro fazia parte das celebrações religiosas, especialmente nos rituais e representações dos festivais em homenagem ao deus Dionísio. A tragédia nasceu de tais circunstâncias, culminando seu apogeu no século V a.C., com as peças de Ésquilo*3 (525-456a.C.), SÓFOCLES*4 (496/4-406 a.C.) e Eurípedes*5 (480-406 a.C.). Pode-se dizer que, contrário (...)
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  22. ‘I Love Women’: An Explicit Explanation of Implicit Bias Test Results.Reis-Dennis Samuel & Vida Yao - 2021 - Synthese (5-6):13861-13882.
    Recent years have seen a surge of interest in implicit bias. Driving this concern is the thesis, apparently established by tests such as the IAT, that people who hold egalitarian explicit attitudes and beliefs, are often influenced by implicit mental processes that operate independently from, and are largely insensitive to, their explicit attitudes. We argue that implicit bias testing in social and empirical psychology does not, and without a fundamental shift in focus could not, establish this startling thesis. We suggest (...)
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  23. O problema da autenticidade do conhecimento: uma breve apresentação.César Schirmer dos Santos - 2016 - Sképsis 9 (13):85-103.
    Minha proposta, nesta introdução a “Autoconhecimento e os limites da autenticidade”, texto de Sven Bernecker traduzido e publicado neste número de Sképsis, é dar razões para que defensores do anti-individualismo que sejam partidários da estratégia do autoconhecimento básico, no que diz respeito ao debate sobre a compatibilidade entre anti-individualismo e conhecimento de si, mudem de posição, e passem a defender anti-individualismo com teoria da autenticidade.
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  24. NECROPOLÍTICA: Estratégias de extermínio do corpo negro.Eliseu Amaro de Melo Pessanha & Wanderson Flor do Nascimento - 2018 - Odeere 3 (6):149-176.
    Este artigo tem a pretensão de analisar a construção de alguns processos conceituais que levaram a justificativa da legitimação da dominação, subjugação e eliminação do corpo de seres humanos de pele escura, especificamente procedentes do continente africano e as respectivas terras para onde foram levados a força para serem escravizados. Ao receber a alcunha de negro pelo colonizador europeu, o africano começa a ser inserido em um estágio de construção de não-ser, não-humanidade e não-racionalidade. Classificado dessa forma o seu corpo (...)
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  25.  76
    Anger: Scary Good.Samuel Reis-Dennis - 2019 - Australasian Journal of Philosophy 97 (3):451-464.
    I argue that recent attempts to vindicate blame have failed to fully face the vengeful feelings and angry outbursts that have led to scepticism about blame’s ethical status. This paper ende...
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  26. A suposta indexicalidade dos designadores de espécies naturais segundo Burge.César Schirmer dos Santos - 2007 - Philósophos - Revista de Filosofia 12 (2):87-105.
    Nos anos 1970s, Hilary Putnam defendeu a tese que designadores de espécies naturais, como “água”, “tigre” e “ouro”, são termos indexicais que mudam de significado a cada contexto. No entanto, Tyler Burge rejeitou essa tese, e Putnam veio a adotar a posição de Burge. A rejeição de Burge está apoiada na distinção entre crenças de dicto e crenças de re. Nesse artigo veremos os pontos de contato entre as posições de Putnam e Burge, a posição de Putnam nos anos 1970s, (...)
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  27. As origens do expressivismo e o ponto de Geach.César Schirmer Dos Santos - 2018 - Dissertatio:3-26.
    Our question, in this paper, is about the plausibility of the expressivist account of one’s self- attribution of mental states. More to the point, we will strictly follow the principle of charity as a mean to show that an expressivist philosopher can have good and reasonable answers to the set of objections put together in so called “Geach’s point”. Using this method, we hope to give enough evidences that an expressivist philosopher has enough resources to build a plausible explanation for (...)
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  28. What Do Philosophers Believe?David Bourget & David J. Chalmers - 2014 - Philosophical Studies 170 (3):465-500.
    What are the philosophical views of contemporary professional philosophers? We surveyed many professional philosophers in order to help determine their views on 30 central philosophical issues. This article documents the results. It also reveals correlations among philosophical views and between these views and factors such as age, gender, and nationality. A factor analysis suggests that an individual's views on these issues factor into a few underlying components that predict much of the variation in those views. The results of a metasurvey (...)
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  29. Do We See Apples as Edible?Bence Nanay - 2011 - Pacific Philosophical Quarterly 92 (3):305-322.
    Do we (sometimes) perceive apples as edible? One could argue that it is just a manner of speaking to say so: we do not really see an object as edible, we see it as having certain shape, size and color and we only infer on the basis of these properties that it is. I argue that we do indeed see objects as edible, and do not just believe that they are. My argument proceeds in two steps. First, I point out (...)
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  30.  57
    Responsibility and the Shallow Self.Samuel Reis-Dennis - 2018 - Philosophical Studies 175 (2):483-501.
    Contemporary philosophers of moral responsibility are in widespread agreement that we can only be blamed for actions that express, reflect, or disclose something about us or the quality of our wills. In this paper I reject that thesis and argue that self disclosure is not a necessary condition on moral responsibility and blameworthiness: reactive responses ranging from aretaic appraisals all the way to outbursts of anger and resentment can be morally justified even when the blamed agent’s action expresses or discloses (...)
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  31. Do Causal Powers Drain Away.Ned Block - 2003 - Philosophy and Phenomenological Research 67 (1):133-150.
    In this note, I will discuss one issue concerning the main argument of Mind in a Physical World (Kim, 1998), the Causal Exclusion Argument. The issue is whether it is a consequence of the Causal Exclusion Argument that all macro level causation (that is, causation above the level of fundamental physics) is an illusion, with all of the apparent causal powers of mental and other macro properties draining into the bottom level of physics. I will argue that such a consequence (...)
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  32. Políticas do amor e sociedades do amanhã.Vinícius Rodrigues Costa da Silva & Wanderson Flor do Nascimento - 2019 - VOLUNTAS: ESTUDOS SOBRE SCHOPENHAUER 10:168-182.
    Partindo do cenário atual das sociedades de inimizade, tal como teorizado por Achille Mbembe, este texto segue os argumentos de bell hooks para pensar em uma política do amor que possa aparecer como um antídoto para os males causados pelas sociedades da inimizade que se sustentam em uma imagem da alteridade experimentada desde a figura do inimigo a ser combatido, mortificado, morto. Ao valorizar o amor como uma prática - e não somente como sentimento - que envolva o cuidado, a (...)
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  33. Rei Occulti. La Violenza Contro le Donne Nella Provincia di Massa Carrara.Luca Corchia (ed.) - 2010 - Pisa: Pisa University Press.
    "Se c’è un tratto dell’esperienza contemporanea che esemplifica le asimmetrie di potere che le donne continuano a subire, questa è la violenza. Violenza fisica e sessuale, ma anche (e soprattutto) violenza psicologica, morale, addirittura linguistica. Violenza come evento drammatico che nel suo improvviso accadere attualizza (e rende intelligibili) quei livelli più profondi e ancestrali della coscienza collettiva di cui la modernità non è riuscita purtroppo a liberare la nostra cultura. Ma violenza anche come indicatore (tragico) dei molteplici livelli di tensione (...)
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  34. Do We Love For Reasons?Yongming Han - 2021 - Philosophy and Phenomenological Research 102 (1):106-126.
    Do we love for reasons? It can seem as if we do, since most cases of non‐familial love seem *selective*: coming to love a non‐family‐member often begins with our being drawn to them for what they are like. I argue, however, that we can vindicate love's selectivity, even if we maintain that there are no reasons for love; indeed, that gives us a simpler, and hence better, explanation of love's selectivity. We don't, in short, come to love *for* reasons. That (...)
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  35. Beliefs Do Not Come in Degrees.Andrew Moon - 2017 - Canadian Journal of Philosophy 47 (6):760-778.
    Philosophers commonly say that beliefs come in degrees. Drawing from the literature, I make precise three arguments for this claim: an argument from degrees of confidence, an argument from degrees of firmness, and an argument from natural language. I show that they all fail. I also advance three arguments that beliefs do not come in degrees: an argument from natural language, an argument from intuition, and an argument from the metaphysics of degrees. On the basis of these arguments, I conclude (...)
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  36. How Do Beliefs Simplify Reasoning?Julia Staffel - 2019 - Noûs 53 (4):937-962.
    According to an increasingly popular epistemological view, people need outright beliefs in addition to credences to simplify their reasoning. Outright beliefs simplify reasoning by allowing thinkers to ignore small error probabilities. What is outright believed can change between contexts. It has been claimed that thinkers manage shifts in their outright beliefs and credences across contexts by an updating procedure resembling conditionalization, which I call pseudo-conditionalization (PC). But conditionalization is notoriously complicated. The claim that thinkers manage their beliefs via PC is (...)
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  37.  17
    What ‘Just Culture’ Doesn’T Understand About Just Punishment.Samuel Reis-Dennis - 2018 - Journal of Medical Ethics 44 (11):739-742.
    Recent years have seen the rise of ‘Just Culture’ as an ideal in the patient safety movement, with numerous hospitals and professional organisations adopting a Just Culture response to incidents ranging from non-culpable human error to intentional misconduct. This paper argues that there is a deep problem with the Just Culture model, resulting from its impoverished understanding of the value of punitive, fundamentally backward-looking, practices of holding people accountable. I show that the kind of ‘accountability’ and ‘punishment’ contemporary Just Culture (...)
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  38. What Do Symmetries Tell Us About Structure?Thomas William Barrett - 2017 - Philosophy of Science (4):617-639.
    Mathematicians, physicists, and philosophers of physics often look to the symmetries of an object for insight into the structure and constitution of the object. My aim in this paper is to explain why this practice is successful. In order to do so, I present a collection of results that are closely related to (and in a sense, generalizations of) Beth’s and Svenonius’ theorems.
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  39. Do Ethics Classes Influence Student Behavior? Case Study: Teaching the Ethics of Eating Meat.Eric Schwitzgebel, Bradford Cokelet & Peter Singer - 2020 - Cognition 203:104397.
    Do university ethics classes influence students’ real-world moral choices? We aimed to conduct the first controlled study of the effects of ordinary philosophical ethics classes on real-world moral choices, using non-self-report, non-laboratory behavior as the dependent measure. We assigned 1332 students in four large philosophy classes to either an experimental group on the ethics of eating meat or a control group on the ethics of charitable giving. Students in each group read a philosophy article on their assigned topic and optionally (...)
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  40. Do We (Seem to) Perceive Passage?Christoph Hoerl - 2014 - Philosophical Explorations 17 (2):188-202.
    I examine some recent claims put forward by L. A. Paul, Barry Dainton and Simon Prosser, to the effect that perceptual experiences of movement and change involve an (apparent) experience of ‘passage’, in the sense at issue in debates about the metaphysics of time. Paul, Dainton and Prosser all argue that this supposed feature of perceptual experience – call it a phenomenology of passage – is illusory, thereby defending the view that there is no such a thing as passage, conceived (...)
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  41. Do antifinalismo providencialista ao finalismo na natureza no pensamento de Espinosa.Andrelino Ferreira dos Santos Filho - 2018 - Dissertation, UFMG, Brazil
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  42. Do Different Groups Have Different Epistemic Intuitions? A Reply to Jennifer Nagel.Stephen Stich - 2013 - Philosophy and Phenomenological Research 87 (1):151-178.
    Intuitions play an important role in contemporary epistemology. Over the last decade, however, experimental philosophers have published a number of studies suggesting that epistemic intuitions may vary in ways that challenge the widespread reliance on intuitions in epistemology. In a recent paper, Jennifer Nagel offers a pair of arguments aimed at showing that epistemic intuitions do not, in fact, vary in problematic ways. One of these arguments relies on a number of claims defended by appeal to the psychological literature on (...)
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  43. Wittgenstein: Uma Solução Fundacionista ao Problema do Regresso Epistêmico.Juliano Santos do Carmo & Eduardo Ferreira das Neves Filho - 2015 - Revista Dissertatio de Filosofia:109-127.
    As notas que compõem a obra Da Certeza (Über Gewissheit) expressam nitidamente a preocupação de Ludwig Wittgenstein com os problemas clássicos da epistemologia, em especial o uso dos termos epistêmicos tradicionais e os erros costumeiros dos filósofos que negligenciam suas profundas estruturas gramaticais. Em diversas passagens é fácil observar a tentativa de esclarecer os erros de realistas, idealistas e céticos no que diz respeito às nossas alegações ordinárias de conhecimento em contextos céticos moderados. A questão do ceticismo sobre a justificação (...)
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  44. As figurações de rei ea caracterização de 'puritano'e 'papista'em Basilikon Doron.Alexander Martins Vianna - 2011 - Topoi. Revista de História 11 (22):4-23.
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  45. Do Reasons Expire? An Essay on Grief.Berislav Marušić - 2018 - Philosophers' Imprint 18.
    Suppose we suffer a loss, such as the death of a loved one. In light of her death, we will typically feel grief, as it seems we should. After all, our loved one’s death is a reason for grief. Yet with the passage of time, our grief will typically diminish, and this seems somehow all right. However, our reason for grief ostensibly remains the same, since the passage of time does not undo our loss. How, then, could it not be (...)
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  46. A Unidade do Intelecto Contra os Averroístas de Tomás de Aquino.Carlos Arthur do Nascimento - 2015 - Poliética 3 (2):185-193.
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  47. Do Men and Women Have Different Philosophical Intuitions? Further Data.Toni Adleberg, Morgan Thompson & Eddy Nahmias - 2015 - Philosophical Psychology 28 (5):615-641.
    To address the underrepresentation of women in philosophy effectively, we must understand the causes of the early loss of women. In this paper we challenge one of the few explanations that has focused on why women might leave philosophy at early stages. Wesley Buckwalter and Stephen Stich offer some evidence that women have different intuitions than men about philosophical thought experiments. We present some concerns about their evidence and we discuss our own study, in which we attempted to replicate their (...)
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  48. Might Do Better: Flexible Relativism and the QUD.Bob Beddor & Andy Egan - 2018 - Semantics and Pragmatics 11.
    The past decade has seen a protracted debate over the semantics of epistemic modals. According to contextualists, epistemic modals quantify over the possibilities compatible with some contextually determined group’s information. Relativists often object that contextualism fails to do justice to the way we assess utterances containing epistemic modals for truth or falsity. However, recent empirical work seems to cast doubt on the relativist’s claim, suggesting that ordinary speakers’ judgments about epistemic modals are more closely in line with contextualism than relativism (...)
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  49. What Do We Epistemically Owe to Each Other? A Reply to Basu.Robert Carry Osborne - 2021 - Philosophical Studies 178 (3):1005-1022.
    What, if anything, do we epistemically owe to each other? Various “traditional” views of epistemology might hold either that we don’t epistemically owe anything to each other, because “what we owe to each other” is the realm of the moral, or that what we epistemically owe to each other is just to be epistemically responsible agents. Basu (2019) has recently argued, against such views, that morality makes extra-epistemic demands upon what we should believe about one another. So, what we owe (...)
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  50. Do Framing Effects Make Moral Intuitions Unreliable?Joanna Demaree-Cotton - 2016 - Philosophical Psychology 29 (1):1-22.
    I address Sinnott-Armstrong's argument that evidence of framing effects in moral psychology shows that moral intuitions are unreliable and therefore not noninferentially justified. I begin by discussing what it is to be epistemically unreliable and clarify how framing effects render moral intuitions unreliable. This analysis calls for a modification of Sinnott-Armstrong's argument if it is to remain valid. In particular, he must claim that framing is sufficiently likely to determine the content of moral intuitions. I then re-examine the evidence which (...)
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