Results for 'Platão'

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  1. O Platão Tomista.Marcos Seneda - 1999 - Educação E Filosofia 13 (25):171-191.
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  2. Platão e Aristóteles: do homem em convergência com o λόγος.Ray Renan Silva Santos - 2020 - In André Correia, Ray Renan & Wesley Rennyer (eds.), Homem and Natureza: Entre o Alvorecer Antigo E o Crepúsculo Moderno. Porto Alegre, Brazil: pp. 104-148.
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  3. A República de Platão e as operações henológicas da idéia do Bem.Dennys Garcia Xavier - 2007 - Síntese 34 (109):247-260.
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  4. Em nome do Hades, Platão e as etimologias contra o medo da morte.Celso de Oliveira Vieira - 2016 - Revista Ética E Filosofia Política 2 (19):94-115.
    The article starts with two uses presented by Plato concerning the etymology of Hades' name. In the Phaedo, he follows the tradition and interprets the name as the 'in-visible'. In the Cratylus, on the other hand, he proposes a new reading of Hades as the 'all-knowing'. Despite this inconsistency, there is an anterior coherence in regard to the project of extinguishing the fear of death in the tradition. To understand these differences and similarities we recur to the Republic. In this (...)
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  5. Uma comparação entre a interpretação de Kretzmann sobre a correção dos nomes no Crátilo de Platão e as teorias do significado de David Lewis.Ralph Leal Heck - 2017 - Nuntius Antiquus 12 (2):225-261.
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  6. O Sofista de Platão: uma revisão da hipótese das Formas.José Lourenço Pereira da Silva - 2005 - Dissertation, University of Campinas, Brazil
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  7. Para uma leitura alternativa de Platão.Dennys Garcia Xavier - 2005 - Educação E Filosofia 19 (38):145-157.
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  8. Ἀλήθεια como desvelamento: Heidegger sobre o conceito de verdade em Platão e consequente crítica.Gabriel Debatin - 2018 - Synesis 10 (1):59-74.
    O presente artigo aduz a interpretação de Martin Heidegger do conceito de ἀλήθεια – tradicionalmente traduzido por verdade – na filosofia de Platão, a partir da célebre alegoria da caverna presente na República. Segundo o posicionamento inicial de Heidegger, ἀλήθεια era originalmente pensada pelos gregos como desvelamento até Platão, com quem o sentido do termo se transforma e passa a expressar a retitude da percepção. Contudo, as críticas filológicas proferidas contra Heidegger por Paul Friedländer fizeram com que seu (...)
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  9.  49
    A questão da democracia na República de Platão. Deyvisson - manuscript
    O presente trabalho pretende investigar a questão da democracia na República de Platão buscando demonstrar os seus principais aspectos, além de fazer uma breve análise das constituições que antecederam a democracia, apresentadas na obra em questão, tendo como meta entender o quão longe estar a democracia de ser uma forma de governo boa, além de compreender os motivos de Platão criticar, na República, tal forma de governo. Embora o presente estudo não pretenda esgotar toda a perspectiva platônica, o (...)
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  10. A CAÇA À SABEDORIA: a sophia a partir da Apologia de Platão.Carlos Augusto de Oliveira Carvalhar - 2020 - Dissertation, UFRJ, Brazil
    This is a study of sophía from the passage 20d-21a in Plato’s Apology. There, Socrates tries to understand what kind of wisdom he would have, since the Oracle of Delphi stated that no one would be wiser than him. An investigation of historical aspects was made to understand the trial of Socrates and conviction, also a mapping of sophía’s main uses through the corpus platonicum was built, as well an overview of the usage of this concept by others greek authors. (...)
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  11. Para uma análise do critério schleiermacheriano de interpretação das obras de Platão.Dennys Garcia Xavier - 2005 - Educação E Filosofia 19 (37):179-199.
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  12.  60
    Uno, Díada e Demiurgia no 'Timeu' de Platão.Dennys Garcia Xavier - 2005 - Dissertation, Unicamp, Brazil
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  13. Conhecimento e Definição no Mênon de Platão.Davi Heckert César Bastos - 2020 - Kinesis 12 (31):172-185.
    Through detailed analysis of Plato’s Meno, I identify and set general argumentative rules (useful both to scientists and philosophers) concerning how to use definitions. I show how the character Socrates establishes strong requirements for knowledge in general, i.e., that the knowledge of the definition of a thing must be prior to the knowledge of properties or instances of that thing. Socrate’s requirements and the way he characterizes a definition (as coextensive to the definiendum, not circular, true and explanatorily relevant) lead (...)
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  14. Nomisma, Riqueza e Valor em Homero, Platão e Aristóteles.Adriana Santos Tabosa - 2014 - Dissertation, Unicamp, Brazil
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  15. A herança e o parricídio: o eleatismo no Sofista de Platão.Victor Hugo Fonseca da Silva Coelho - 2019 - Dissertation, University of São Paulo, Brazil
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  16. Pensar ensino, pensar a prática – uma proposta de ensino baseada da filosofia de Platão e Aristóteles.Patrícia dos Reis Costa - 2015 - Actas 3:1-13.
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  17.  19
    Erística: uma Arte do Falar e do Argumentar em Platão e Aristóteles.Daiana Carolina da Silva Fernandes Couto - 2019 - Dissertation, UFFRJ, Brazil
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  18.  53
    A Eironeía de Sócrates e a Ironia de Platão nos primeiros diálogos.Antônio José Vieira de Queirós Campos - 2016 - Dissertation, PUC-Rio, Brazil
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  19.  95
    Os Princípios Explicativos no Timeu de Platão.Luciana Valesca Fabião Chachá - 2018 - Dissertation, UFRJ, Brazil
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  20. A Hénôsis Plotiniana como exaltação da Oralidade Dialética de Platão.Rudinei dos Santos Marques - 2016 - Dissertation, PUC-RS, Brazil
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  21. Conhecimento como Juízo Verdadeiro com logos no Teeteto de Platão.Gustavo R. B. A. Ferreira - 2016 - Dissertation, University of Campinas
    We examine the discussion about the definition of knowledge as true judgment accompanied by logos in Theaetetus 201c-210c, in order to ascertain which of the recent alternative interpretations is more consistent with the text. To accomplish this, we intend to analyze the text and explore in detail the secondary literature about it.
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  22.  8
    Entre Ética E Dialética: Defronte a Platão E Gadamer.Marcelo Perine - 2020 - Filosofia Unisinos 21 (2).
    From Gadamer's Habilitation thesis, “Plato’s dialectical ethics. Phenomenological Interpretations Relating to the Philebus” (1928), this article seeks to highlight the fundamental lines of Plato’s image, outlined in that author’s first philosophical publication (1931). The confrontation with the themes of ethics and dialectic, in the current state of Platonic studies, indicates that in Plato’s image drawn in the early confrontation with the Philebus, clearly influenced by the phenomenological notion of Dasein, one already finds the fundamental features of what will become Gadamer's (...)
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  23. Kátharsis e Psyché: A Purificação como Salvação da Alma no Fédon de Platão.André Miranda Decotelli da Silva - 2014 - Dissertation, UFF, Brazil
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  24. Identidade, Movimento e Não-contradição em Platão e Aristóteles.Arnaldo Martins de Oliveira - 2013 - Dissertation, Universidade São Judas Tadeu, Brazil
    Platão trata no Parmênides das formas ideais e do seu modelo de identidade relacionando-o ao modelo de ser eleata através da noção de um. Tendo concluído a incompatibilidade entre este modelo de atribuição e os seres mutáveis em uma realidade múltipla, ele percebeu que a noção de não-ser deveria ser desvinculada do entendimento de Parmênides através da nova noção de não-ser como diferença apresentada no Sofista. Paralelamente, Aristóteles apresenta um ordenamento parecido através da sua teoria física sobre o movimento, baseada (...)
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  25. O conceito do belo em Agostinho de Hipona.Rogério Miranda de Almeida - 2019 - Basilíade - Revista de Filosofia 1 (1):09-23.
    Estas reflexões têm como principal objetivo mostrar como a concepção do belo em Agostinho de Hipona é tributária da tradição platônico-aristotélica e das Escrituras. No que tange à primeira influência, a ênfase é colocada nas noções de simetria, de proporção, de forma, de unidade e, portanto, de belo. No que diz respeito às Escrituras, Agostinho considera em primeiro lugar o papel da criação e a ação de Deus no universo como o Ser a partir do qual todas as coisas se (...)
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  26.  58
    Morte e Renascimento das Utopias.Emanuel Isaque Cordeiro da Silva, Alana Thaís da-Silva & Eduarda Carvalho Fontain - manuscript
    Estamos cansados das utopias. Estamos cansados das utopias literárias e dos devaneios sobre a Cidade ideal: as utopias em ação que foram os totalitarismos do século XX nos nausearam. Os horrores reais de uns nos impedem de sonhar com os outros. Nossas antigas utopias De Platão a Thomas More, de Étienne Cabet a Fourier, as utopias falavam da rejeição do presente e do real: “Existe o mal na comunidade dos homens”. Mas não lhe contrapunham o futuro nem o possível; (...)
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  27. O Conceito do Trabalho: da antiguidade ao século XVI.Emanuel Isaque Cordeiro da Silva - manuscript
    SOCIOLOGIA DO TRABALHO: O CONCEITO DO TRABALHO DA ANTIGUIDADE AO SÉCULO XVI -/- SOCIOLOGY OF WORK: THE CONCEPT OF WORK OF ANTIQUITY FROM TO THE XVI CENTURY -/- RESUMO -/- Ao longo da história da humanidade, o trabalho figurou-se em distintas posições na sociedade. Na Grécia antiga era um assunto pouco, ou quase nada, discutido entre os cidadãos. Pensadores renomados de tal época, como Platão e Aristóteles, deixaram a discussão do trabalho para um último plano. Após várias transformações sociais (...)
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  28.  34
    Os Novos Caminhos Opostos da Utopia: O Homem Entre Deus e Animal.Emanuel Isaque Cordeiro da Silva - manuscript
    -/- OS NOVOS CAMINHOS OPOSTOS DA UTOPIA: O HOMEM ENTRE DEUS E ANIMAL -/- THE NEW OPPOSITE WAYS OF UTOPIA: THE MAN BETWEEN GOD AND ANIMAL -/- Por: Emanuel Isaque Cordeiro da Silva -/- Na Antiguidade, em particular em Aristóteles, os homens eram definidos por duas grandes oposições. Acima deles, havia os deuses; abaixo deles, havia os animais. O que os homens tinham em comum com um opunha-os ao outro; e o que os distinguia de um ligava-os ao outro. Os (...)
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  29.  59
    Plato: Hippias Major.Lucas Angioni - 2019 - Archai: Revista de Estudos Sobre as Origens Do Pensamento Ocidental 26:1-51.
    Trata-se de tradução do Hípias Maior de Platão para o Português, com algumas notas de elucidação e justificação das opções.
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  30. Física e Filosofia Antiga em Werner Heisenberg: apropriações do legado clássico por um físico do século XX.Anderson Cleiton Fernandes Leite & Samuel Simon - 2013 - Archai: Revista de Estudos Sobre as Origens Do Pensamento Ocidental 11:21-31.
    O objetivo deste artigo é analisar os usos que Werner Heisenberg fez da filosofia grega em sua obra. Pretende-se relacionar tais usos não apenas com a argumentação interna presente nos textos do físico alemão, mas também com o contexto histórico, conflitos e debates entre as diversas interpretações da teoria dos quanta durante a primeira metade do século XX. Faremos, inicialmente, uma apresentação geral da teoria quântica e da presença da filosofia na obra de Heisenberg e, em seguida, um estudo de (...)
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  31.  65
    A má educação como a principal causa da ruptura social.Carlos Carvalhar - 2020 - Revista Enunciação 5 (1):102-117.
    Resumo: Este artigo visa explorar a questão da educação em Platão a partir da contextualização histórica, pensando o modelo de Atenas, Lesbos e Esparta, e da perspectiva por onde uma má paideía, a baixa qualidade na formação de cidadãos, se torna a principal causa geradora da ruptura social. Foi feita, então, uma reflexão sobre as possibilidades de educação que atenienses de classes sociais distintas teriam e sobre a proposta platônica fundamentada na combinação entre a ginástica e a música, para (...)
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  32. A natureza da classificação dos seres vivos na Grécia antiga.Verônica Klepka & Maria Julia Corazza - 2018 - Diálogos (Maringa) 22 (2):202-224.
    Na História da Biologia, as classificações efetuadas por Platão e Aristóteles aos seres vivos são consideradas marcos metodológicos. Objetivando compreender em que medida essas classificações poderiam ser consideradas métodos construídos pelos filósofos gregos para o estudo dos seres vivos, conforme lhes denomina historicamente a literatura biológica, foram consultadas as obras platônicas, Timeu e O Político, e as aristotélicas, Partes dos Animais e História dos Animais. Buscou-se demarcar nestas obras como e para que empregaram a classificação no que diz respeito (...)
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  33. Revisão de ‘OMaterial do Pensamento’ (The Stuff of Thought) por Steven Pinker (2008) (revisão revisada 2019).Michael Richard Starks - 2019 - In Delírios Utópicos Suicidas no Século XXI Filosofia, Natureza Humana e o Colapso da Civilization- Artigos e Comentários 2006-2019 5ª edição. Las Vegas, NV USA: Reality Press. pp. 76-87.
    Eu começo com alguns comentários famosos pelo filósofo (psicólogo) Ludwig Wittgenstein porque Pinker compartilha com a maioria de povos (devido às configurações padrão de nosso psychology inata evoluído) determinados preconceitos sobre o funcionamento da mente, e Porque Wittgenstein oferece insights únicos e profundos sobre o funcionamento da linguagem, pensamento e realidade (que ele viu como mais ou menos coextensivo) não encontrado em nenhum outro lugar. Ore é apenas referência a Wittgenstein neste volume, que é mais lamentável, considerando que ele foi (...)
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  34. O que é metafísica.Jaimir Conte & Oscar Federico Bauchwitz - 2011 - Natal, RN, Brasil: Editora da UFRN.
    Atas do III Colóquio Internacional de Metafísica. [ISBN 978-85-7273-730-2]. Sumário: 1. Prazer, desejo e amor-paixão no texto de Lucrécio, por Antonio Júlio Garcia Freire; 2. Anaximandro: física, metafísica e direito, por Celso Martins Azar Filho; 3. Carta a Guimarães Rosa, por Cícero Cunha Bezerra; 4. Ante ens, non ens: La primacía de La negación em El neoplatonismo medievel, por Claudia D’Amico; 5. Metafísica e neoplatonismo, por David G. Santos; 6. Movimento e tempo no pensamento de Epicuro, por Everton da Silva (...)
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  35.  21
    Anito e o suborno de jurados (dekázein) nos processos atenienses.Carlos Carvalhar - 2021 - Calíope: Presença Clássica 40:167-188.
    Anito é mais conhecido por ser um dos acusadores de Sócrates, mas este político teve outra proeza: sua sagacidade o fez criar um método obscuro de identificar os jurados e assim saber exatamente a quem subornar em um processo legal, ou seja, ele conseguia identificar quem eram os dikastaí que estariam agrupados no dikastḗrion específico que julgaria determinado caso em um tribunal. Com essa metodologia ele conseguiu se safar de uma condenação em 409 a.e.c., quando por sua falha Atenas perdeu (...)
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  36. Regressões ao Infinito em Metafísica.João Branquinho & Guido Imaguire - 2014 - Compêndio Em Linha de Problemas de Filosofia Analítica.
    Este ensaio consiste num exame crítico da estrutura e do valor de um conjunto diverso de argumentos por regressão ao infinito que têm sido objecto de discussão recorrente na metafísica contemporânea. O seminal livro de David Armstrong Nominalism and Realism (Armstrong 1978) contém uma das mais compreensivas discussões de argumentos regressivos em metafísica, os quais variam entre argumentos que foram de facto avançados ao longo da história da disciplina (como o Argumento do Terceiro Homem, de Platão) e argumentos construídos (...)
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  37. Reflexões sobre a arte contemporânea à luz da Teoria da Formatividade de Luigi Pareyson.Lucia Ferraz Nogueira de Souza Dantas - 2013 - Dissertation, Faculdades São Bento, Brazil
    A proposta é construir uma ponte de intersecção entre os pensamentos de Pareyson, Aristóteles e Platão, e, ancorando-a nos conceitos cunhados na Teoria da Formatividade, expor como o filósofo italiano relê as problemáticas colocadas pelos filósofos gregos antigos e de que maneira esta interseção de pensamentos e conceitos contribuem para a reflexão sobre Arte na atualidade e em particular para a análise da produção pictórica de Gerhard Richter.
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  38.  11
    Isócrates, professor de philosophía.Marcos Sidnei Pagotto-Euzebio - 2018 - Educação E Pesquisa 44:1-13.
    This paper presents the teaching of Isocrates (436-338 BC), Plato’s contemporary Athenian author, and his conceptions about the form and purposes of paideia or education, which he called, as a whole, philosophía. To this end, the list of students Isocrates supposedly had, the popularity of his school and the testimony by other authors of antiquity on his educational influence are described. After that, the isocratic definition of philosophía is discussed: sometimes presented as an intellectual commitment coupled with experience, at other (...)
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  39. Crítica à Metafísica.Emanuel Isaque Cordeiro da Silva & Alana Thaís da Silva - manuscript
    -/- FILOSOFIA: CRÍTICA À METAFÍSICA -/- PHILOSOPHY: CRITICISM TO METAPHYSICS -/- Por: Emanuel Isaque Cordeiro da Silva - UFRPE Alana Thaís Mayza da Silva - CAP-UFPE RESUMO: A Metafísica (do grego: Μεταφυσική) é uma área inerente à Filosofia, dito isto, é uma esfera que compreende o mundo e os seres humanos sob uma fundamentação suprassensível da realidade, bem como goza de fundamentação ontológica e teológica para explicação dos dilemas do nosso mundo. Logo, não goza da experiência e explicação científica com (...)
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  40. Dos Problemas Filosóficos e suas Características.Emanuel Isaque Cordeiro da Silva - manuscript
    -/- DOS PROBLEMAS FILOSÓFICOS E SUAS CARACTERÍSTICAS -/- OF PHILOSOPHICAL PROBLEMS AND THEIR CHARACTERISTICS -/- Emanuel Isaque Cordeiro da Silva -/- l. A TENDÊNCIA FILOSÓFICA - A Filosofia surgiu graças à curiosidade humana. Os primeiros filósofos buscavam encontrar as respostas para perguntas perturbadoras sobre a verdade, o ser, a existência autêntica, o absoluto, a transcendência do espírito, a ideia de bem e mal, além de compreender esse mundo binário (o dilema: bem e mal) que tanto inquieta a humanidade desde seus (...)
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  41.  98
    O Método de René Descartes.Emanuel Isaque Cordeiro da Silva - manuscript
    RENÉ DESCARTES E O MÉTODO CARTESIANO -/- RENÉ DESCARTES AND THE CARTESIAN METHOD -/- Emanuel Isaque Cordeiro da Silva - CAP-UFPE, IFPE-BJ e UFRPE. E-mails: [email protected] e [email protected] WhatsApp: (82)98143-8399. -/- INTRODUÇÃO -/- Antes de abordar a metafísica tal qual Descartes a propõe como uma sólida “fundamentação” das ciências e, também, antes de falar das ciências construídas para a busca desse fundamento, é necessário analisar o método cartesiano, salve que é a alma desse presente artigo. Não se trata apenas de (...)
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  42.  79
    Panorama Histórico dos Problemas Filosóficos.Emanuel Isaque Cordeiro da Silva - manuscript
    Antes de entrar cuidadosamente no estudo de cada filósofo, em suas respectivas ordens cronológicas, é necessário dar um panorama geral sobre eles, permitindo, de relance, a localização deles em tempos históricos e a associação de seus nomes com sua teoria ou tema central. l. OS FILÓSOFOS PRÉ-SOCRÁTICOS - No sétimo século antes de Jesus Cristo, nasce o primeiro filósofo grego: Tales de Mileto2 . Ele e os seguintes filósofos jônicos (Anaximandro: Ἀναξίμανδρος: 3 610-546 a.C.) e Anaxímenes: (Άναξιμένης: 586-524 a.C.) tentaram (...)
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  43.  83
    Reflexões sobre a Metodologia do Ensino de Filosofia.Emanuel Isaque Cordeiro da Silva - manuscript
    REFLEXÃO SOBRE A METODOLOGIA DO ENSINO DE FILOSOFIA -/- -/- REFLECTION ON THE METHODOLOGY OF PHILOSOPHY TEACHING -/- -/- Por: Emanuel Isaque Cordeiro da Silva – IFPE-BJ, CAP-UFPE e UFRPE. E-mails: [email protected] e [email protected] WhatsApp: (82)9.8143-8399. -/- -/- -/- Etimologicamente, a palavra método é constituída pelos termos gregos metá, "por meio de", e hodós, "caminho". O método é, portanto, um "caminho por meio do qual" chegamos a um fim, atingimos determinado objetivo. -/- Vejamos qual é o desafio para o professor (...)
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