Results for 'Erin E. Devers'

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  1. Using Experience Sampling to Examine Links Between Compassion, Eudaimonia, and Prosocial Behavior.Jason D. Runyan, Brian N. Fry, Timothy A. Steenbergh, Nathan L. Arbuckle, Kristen Dunbar & Erin E. Devers - 2019 - Journal of Personality 87 (3):690-701.
    Objective: Compassion has been associated with eudaimonia and prosocial behavior, and has been regarded as a virtue, both historically and cross-culturally. However, the psychological study of compassion has been limited to laboratory settings and/or standard survey assessments. Here, we use an experience sampling method (ESM) to compare naturalistic assessments of compassion with standard assessments, and to examine compassion, its variability, and associations with eudaimonia and prosocial behavior. -/- Methods: Participants took a survey which included standard assessments of compassion and eudaimonia. (...)
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  2.  7
    A INSUPERÁVEL SEPARAÇÃO ENTRE SER E DEVER-SER EM HANS KELSEN E A NEGAÇÃO DE TAL DISTINÇÃO PELA TRADIÇÃO JUSNATURALISTA.Rubin Souza - 2013 - Seara Filosófica 1 (7):65-75.
    A separação entre o ser, isto é, o ato, e o dever-ser, ou seja, o sentido de comando, permissão etc.. do ato é parte fundamental para o entendimento da epistemologia proposta por Hans Kelsen. Dessa discriminação entre o ser e o dever-ser há o principal argumento do autor para a separação do direito das ciências causais e, principalmente, a superação da falácia naturalista no âmbito teórico e moral. Nesse sentido, também o artigo se propôs a analisar a refutação de Kelsen (...)
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    A INSUPERÁVEL SEPARAÇÃO ENTRE SER E DEVER-SER EM HANS KELSEN E A NEGAÇÃO DE TAL DISTINÇÃO PELA TRADIÇÃO JUSNATURALISTA.Rubin Souza - 2013 - Revista Seara Filosófica 1 (7):65-75.
    A separação entre o ser, isto é, o ato, e o dever-ser, ou seja, o sentido de comando, permissão etc.. do ato é parte fundamental para o entendimento da epistemologia proposta por Hans Kelsen. Dessa discriminação entre o ser e o dever-ser há o principal argumento do autor para a separação do direito das ciências causais e, principalmente, a superação da falácia naturalista no âmbito teórico e moral. Nesse sentido, também o artigo se propôs a analisar a refutação de Kelsen (...)
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  4. Natureza humana, dever moral e finalidade do Estado em Maquiavel.José Luiz Ames - 2006 - Reflexão 31 (90):63-70.
    Partimos do estudo na noção de homem presente no pensamento de Maquiavel para estabelecer a idéia de Estado e sua relação com a ética. Existe, quanto a esta questão, uma vasta polêmica na tradição interpretativa e que podemos reduzir a duas perspectivas fundamentais. Primeira: Maquiavel compreende a natureza humana como corrompida de forma definitiva, o que transforma o Estado em instrumento puramente coator da malevolência humana. Nesta ótica, não há espaço para pensar em finalidades éticas do Estado. Segunda: mesmo partindo (...)
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  5. Wolff e Kant sobre obrigação e lei natural: a rejeição do voluntarismo teológico na moral.Cunha Bruno - 2015 - Trans/Form/Ação 38 (3):99-116.
    RESUMO:O objetivo deste artigo é discutir sobre os conceitos de obrigação e lei natural, tendo como referência o polêmico debate moderno envolvendo intelectualismo e voluntarismo. Em um primeiro momento, destacaremos a rejeição de Wolff ao voluntarismo de Pufendorf e sua orientação em direção ao intelectualismo de Leibniz. Conforme essa nova orientação, uma teoria da lei natural não deve basear seu conceito de obrigação na autoridade das leis e em seu poder coercitivo, mas, por outro lado, unicamente na ideia de necessidade (...)
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  6. Sociologia e o conceito de democracia.Emanuel Isaque da Silva - manuscript
    O conceito de democracia como “poder do povo” surgiu na Grécia antiga, aproximadamente no século V a. C. O termo demokratia é composto dos vocábulos demos, “povo”, e kratos, “poder”. A democracia é, assim, um regime político que pressupõe a existência de um governo direto ou indireto da população mediante eleições regulares para os cargos administrativos do país, do estado ou do município. No entanto, o exato significado de “poder do povo” depende do período histórico e da sociedade que se (...)
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  7. Cidadania Formal e Cidadania Real: Divergências e Direitos Infantis.Emanuel Isaque Cordeiro da Silva - manuscript
    Cidadania Formal e Cidadania Real: Divergências e Direitos Infantis -/- 1 Introdução sobre o que seria cidadania -/- Para o clássico sociólogo francês Durkheim, a ideia de cidadania é questão de coesão social, isto é, essa coesão social nada mais é do que uma ideia de um Estado que mantém os indivíduos unidos (mais parecido com a ideia do fascismo em seus primórdios, que consistia basicamente na união do povo como um feixe), integrados a um grupo social, ou simplesmente, um (...)
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  8. Introdução a Cidadania e aos Direitos Humanos.Emanuel Isaque Cordeiro da Silva - manuscript
    Há uma vinculação direta entre democracia, cidadania e direitos humanos. Uma sociedade será mais democrática à medida que os direitos de cidadania se ampliarem para uma quantidade maior de seus membros. Nesse sentido, qual é o critério utilizado para definir o grau de expansão da cidadania em uma sociedade? • Cidadania Com base na trajetória histórica inglesa, o sociólogo T. H. Marshall2 estabeleceu uma divisão dos direitos de cidadania em três estágios. O primeiro ocorre com a conquista dos direitos civis (...)
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  9. O que é a Educação Infantil?Khyara Fantollini dos Santos - manuscript
    Entendemos a Educação Infantil em amplo sentido, isto é, há um leque de conceitos em que pode-se gozar dentro da Pedagogia e as Ciências da Educação, é nessa modalidade de ensino que podem-se englobar todas as esferas educativas vivenciadas pelas crianças de, conforme Lei, 0 à 5 anos de idade, pela família e, também, pelo próprio corpo social, antes mesmo de atingir a idade educativa obrigatória que é, vide Lei, aproximadamente a partir dos 7 anos de idade. A EI também (...)
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  10.  9
    Dilemas deônticos e escolha: considerações pragmáticas.Rafael Testa - 2009 - Revista Brasileira de Filosofia 232:231-246.
    Neste artigo fazemos uma discussão conceitual acerca da ferramenta de escolha por nós apresentada no trabalho “Solving Normative Conflicts using Preference Relations”, isto é, explicitamos a racionalidade subjacente a tal ferramenta, bem como as consequências práticas de sua aceitação.
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  11. A Educação de Jovens e Adultos como Transformação Social.Emanuel Isaque Cordeiro da Silva & Meuri Rusy Maria do Nascimento - 2017 - Dissertation,
    Monografia apresentada à banca examinadora da Escola Municipal Manuel Teodoro de Arruda, anexa do Colégio Frei Cassiano de Comacchio em Belo Jardim, para a obtenção do título de concluinte do curso de Normal Médio, oferecido pela instituição. A natureza do trabalho, em suma, consiste em apresentar perspectivas de trans formação social para a comunidade de jovens e adultos, o principal programa cunho do trabalho é a Educação de Jovens e Adultos a EJA, e como esse programa intervém na sociabilidade e (...)
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  12. O Princípio de Reciprocidade: conceitos, exemplos, princípios e como evitá-lo.Emanuel Isaque Cordeiro da Silva - manuscript
    O PRINCÍPIO DE RECIPROCIDADE: CONCEITO, EXEMPLOS, PRINCÍPIOS E COMO EVITÁ-LO -/- THE RECIPROCITY PRINCIPLE: CONCEPT, EXAMPLES, PRINCIPLES AND HOW TO AVOID IT -/- Emanuel Isaque Cordeiro da Silva - CAP-UFPE/IFPE-BJ/UFRPE. [email protected] ou [email protected] WhatsApp: (82)98143-8399 -/- PREMISSA -/- Desde a infância, somos ensinados a sermos gratos e devolver os favores que eles nos fizeram. Nós temos essa regra tão internalizada que funciona em muitos casos automaticamente. O problema é que existem pessoas, empresas e associações que usam essa regra contra nós, (...)
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  13. A moral antiga e a moral moderna.Victor Brochard & Jaimir Conte - 2006 - Cadernos de Ética E Filosofia Política 8 (1):136-146.
    O artigo a seguir, “A moral antiga e a moral moderna” (“La morale ancienne et la morale moderne”), foi publicado originalmente na Revue Philosophique, ano XXVI, janeiro de 1901, p. 1-12. Nele, Brochard discute as principais diferenças entre a moral antiga e a moral moderna, destacando a ausência na moral antiga das idéias de dever e obrigação, tão caras à moral moderna a ponto de hoje não a concebermos sem elas. O esclarecimento das razões que levaram os modernos a entender (...)
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  14.  83
    Sófocles: Teatro, Política e Desobediência Civil.Emanuel Isaque Cordeiro da Silva - manuscript
    Ciência Política: Introdução à Sófocles*1 -/- Science Politics: Introduction to Sophocles -/- Emanuel Isaque Cordeiro da Silva*2 -/- Sófocles (496/4-406 a.C.) -/- 1 CONTEXTO HISTÓRICO: TEATRO E POLÍTICA -/- Na Grécia antiga, o teatro fazia parte das celebrações religiosas, especialmente nos rituais e representações dos festivais em homenagem ao deus Dionísio. A tragédia nasceu de tais circunstâncias, culminando seu apogeu no século V a.C., com as peças de Ésquilo*3 (525-456a.C.), SÓFOCLES*4 (496/4-406 a.C.) e Eurípedes*5 (480-406 a.C.). Pode-se dizer que, contrário (...)
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  15.  21
    TEMPO DA DECISÃO E CHAMADO À DECISÃO NA PREGAÇÃO ÉTICO-ESCATOLÓGICA DE JESUS CRISTO: DA PROCLAMAÇÃO DO REINO DE DEUS NA TEOLOGIA ESCATOLÓGICO-EXISTENCIAL DE BULTMANN.Luiz Carlos Mariano da Rosa - 2020 - Revista Último Andar, Cadernos de Pesquisa Em Ciência da Religião, PUC/SP - Pontifícia Universidade Católica de São Paulo [São Paulo, Brasil] 23 (36): 160 - 189.
    Se a pregação de Jesus consiste no pressuposto da teologia neotestamentária, segundo o pensamento de Bultmann, a análise do seu conteúdo emerge como fundamental para a compreensão do querigma cristão e da construção literário-teológica da comunidade primitiva. Dessa forma, o artigo se detém na pregação ético-escatológica de Jesus, que anuncia o reino de Deus e o tempo da decisão e o chamado à decisão, que converge para a radicalidade e exige a obediência escatológica enquanto realização da vontade de Deus. Assim, (...)
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  16.  34
    Fertilidade em Vacas Leiteiras: Fisiologia e Manejo.Emanuel Isaque Cordeiro da Silva - manuscript
    FERTILIDADE EM VACAS LEITEIRAS: FISIOLOGIA E MANEJO -/- INTRODUÇÃO -/- A fertilidade das vacas com aptidão leiteira tem apresentado queda de quase 1% ao ano nos últimos 30 anos como apresentam os estudos acerca da reprodução de bovinos leiteiros; essa diminuição tem coincidido com um aumento sustentado na produção de leite. Estudos realizados a partir da década de 1960 pelo NRC, demonstraram que nos rebanhos leiteiros da América do Norte, nessa década, era conseguido emprenhar até 65% das vacas inseminadas, enquanto, (...)
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  17.  37
    Da Vontade Geral como Poder de Fato e Poder de Direito: do exercício da soberania popular entre a unidade multíplice da sociedade (Unitas Ordinis) e a totalidade Político-Jurídica e Econômico-Social do Estado.Luiz Carlos Mariano da Rosa - 2020 - Cadernos de Direito 19 (36):3-25.
    Ancorada na teoria de Rousseau, uma pesquisa assinala que, consistindo na condição sine qua non para o exercício da soberania popular em uma construção que converge para as fronteiras que encerram a Constituição e o Estado, a Vontade Geral envolve uma possibili-dade de articulação da totalidade dos homens enquanto desejamos em sua concreticidade histórico-cultural e econômico-social, o que implica uma universalidade concreta, que advém do conjunto de vontades e fato econômico que caracterizam uma sociedade e dinâmica das relações intersubjetivas. Dessa (...)
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  18.  34
    O chamado à decisão entre o conhecimento da vontade de Deus e o arrependimento na teologia escatológico-existencial de Bultmann.Luiz Carlos Mariano da Rosa - 2020 - Caminhando 25 (3):161-184.
    Se a pregação de Jesus consiste no pressuposto da teologia neotestamentária, segundo o pensamento de Bultmann, a análise do seu conteúdo emerge como fundamental para a compreensão do querigma cristão e da construção literário-teológica da comunidade primitiva. Dessa forma, o artigo se detém na pregação ético-escatológica de Jesus, que anuncia o reino de Deus e o tempo da decisão e o chamado à decisão, que converge para a radicalidade e exige a obediência escatológica enquanto realização da vontade de Deus. Assim, (...)
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  19. Introdução a formação do Estado e da Política.Emanuel Isaque Cordeiro da Silva - manuscript
    INTRODUÇÃO A FORMAÇÃO DO ESTADO E DA POLÍTICA -/- Não existe a fixação exata de quando se formou a primeira organização política, entendida esta como uma relação assimétrica, em que um, ou alguns, governam e a grande maioria é governada. Pode ter sido em Jericó, na Palestina, onde se encontrou uma velha muralha de pedra, de dez mil anos atrás, supondo-se ter abrigado de dois a três mil habitantes. A diferença possível de se fixar era de que, antes, havia apenas (...)
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  20.  59
    Posthuman Ecologies of the Corpse. [REVIEW]Marietta Radomska - 2019 - Women, Gender and Research 28:124-126.
    Erin E. Edwards’ "The Modernist Corpse: Posthumanism and the Posthumous" offers a unique study of the critical and creative potential of the corpse in the context of (primarily) American modernist literature and other media. Dead bodies, oftentimes “radically dehumanized” (p. 1) and depicted en masse in direct relation to atrocities of colonialism, slavery and World War I, populate modernist literature and art. While many literary theorist whose work focuses on American modernism (as Edwards herself notes), looks at death and (...)
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  21.  90
    Breve Histórico do Ensino de Filosofia no Brasil.Emanuel Isaque Cordeiro da Silva - manuscript
    O ensino de filosofia seguiu uma rota tortuosa desde a colônia até os tempos atuais. O breve histórico desse percurso tem o objetivo de reafirmar a necessidade dessa disciplina no currículo escolar, sobretudo porque sempre há aqueles que a consideram de pouca importância. No entanto, em um mundo cada vez mais pragmático, a formação exclusivamente técnica de nossos jovens dificulta o processo de conscientização crítica, além de desprezar a herança de uma sabedoria milenar. Os primeiros tempos No Brasil, desde o (...)
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  22.  13
    O ANTIPLATONISMO KELSENIANO COMO NÚCLEO ARGUMENTATIVO DA SUA TEORIA JURÍDICA.Rubin Souza - 2019 - Dissertation,
    A tese defende o antiplatonismo presente na obra do jusfilósofo Hans Kelsen como núcleo argumentativo da sua teoria do direito. Sustenta que a melhor definição da sua filosofia não é como neokantiana, mas como antiplatônica. Isso porque há significativas inconsistências na sua interpretação de Kant, o que a impossibilita de ser classificada como tal. Além, encontra-se na sua leitura sobre Platão referências mais sólidas e conceitos mais claros. Nesse sentido, advoga a hipótese de que a obra de Kelsen tem como (...)
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  23.  12
    CRÍTICA À LEITURA DE HANS KELSEN SOBRE A FILOSOFIA DO DIREITO DE THOMAS HOBBES.Rubin Souza - 2014 - Revista da AJURIS 41 (133):303-318.
    O artigo analisa a leitura crítica de Hans Kelsen acerca da concepção jurídico-política de Thomas Hobbes, considerando críticas posteriores à própria interpretação de Kelsen. Para tanto, investigou-se primeiramente a posição de Kelsen sobre o jusnaturalismo buscando esclarecer conceitos centrais como os do ser e dever-ser e como o autor os associa a Hobbes. Nesse sentido, observouse a limitação da leitura de Kelsen em relação à filosofia jurídica do autor – uma doutrina jusnaturalista metafísica, tendo na regra de ouro o fundamento (...)
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  24.  10
    O ANTIPLATONISMO KELSENIANO COMO NÚCLEO ARGUMENTATIVO DA SUA TEORIA JURÍDICA.Rubin Assis da Silveira Souza - 2019 - Dissertation,
    A tese defende o antiplatonismo presente na obra do jusfilósofo Hans Kelsen como núcleo argumentativo da sua teoria do direito. Sustenta que a melhor definição da sua filosofia não é como neokantiana, mas como antiplatônica. Isso porque há significativas inconsistências na sua interpretação de Kant, o que a impossibilita de ser classificada como tal. Além, encontra-se na sua leitura sobre Platão referências mais sólidas e conceitos mais claros. Nesse sentido, advoga a hipótese de que a obra de Kelsen tem como (...)
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  25. Crítica à Metafísica.Emanuel Isaque Cordeiro da Silva & Alana Thaís da Silva - manuscript
    -/- FILOSOFIA: CRÍTICA À METAFÍSICA -/- PHILOSOPHY: CRITICISM TO METAPHYSICS -/- Por: Emanuel Isaque Cordeiro da Silva - UFRPE Alana Thaís Mayza da Silva - CAP-UFPE RESUMO: A Metafísica (do grego: Μεταφυσική) é uma área inerente à Filosofia, dito isto, é uma esfera que compreende o mundo e os seres humanos sob uma fundamentação suprassensível da realidade, bem como goza de fundamentação ontológica e teológica para explicação dos dilemas do nosso mundo. Logo, não goza da experiência e explicação científica com (...)
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  26. Uma nota sobre uma teoria medieval acerca de inexistentes.Ernesto Perini-Santos - 2018 - Ética E Filosofia Política 3:109-128.
    Algumas soluções medievais para o sofisma ´omnis homo de necessitate est animal´ postulam um tipo especial de ser, o ser da essência (esse essentiae), que explica como uma predicação necessária pode ser verdadeira sobre seres cuja existência é contingente. O ser da essência, distinto do ser efetivo (esse actuale), admite apenas propriedades necessárias. Deste traço se seguem duas diferenças em relação a teorias meinonguianas acerca do não ser. Inicialmente, segundo Meinong, o tipo de propriedade de um objeto é independente de (...)
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  27. Como não defender o vegetarianismo enquanto obrigação moral.Ricardo Miguel - 2017 - [email protected] 6:13-23.
    No artigo “O vegetarianismo como obrigação ética” (Crítica, 10 de Setembro de 2015), Moutinho defende que o vegetarianismo é uma obrigação moral. Fá-lo argumentando por duas vias: que o estatuto moral dos animais é incompatível com serem usados pelos humanos para alimentação; e que o vegetarianismo é consequência do nosso dever em preservar o equilíbrio ecológico do planeta. O meu objectivo neste artigo é mostrar que os argumentos apresentados são insuficientes para estabelecer o vegetarianismo como obrigação moral.
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  28.  60
    Discrimination and the Value of Lived Experience in Sophia Moreau's Faces of Inequality. [REVIEW]Erin Beeghly - forthcoming - University of Toronto Law Journal.
    In Faces of Inequality: A Theory of Wrongful Discrimination, Sophia Moreau embarks on a classic philosophical journey. It’s what philosophers nowadays call an explanatory project. The goal of explanatory projects is to deepen our understanding of wrongful actions and what they share in common. In this review essay, I argue that Moreau’s book embodies a valuable explanatory project and contribution to discrimination theory that ought to be on the radar of lawyers, legal theorists, and philosophers. After sketching the book’s arguments, (...)
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  29. O Conceito do Trabalho: da antiguidade ao século XVI.Emanuel Isaque Cordeiro da Silva - manuscript
    SOCIOLOGIA DO TRABALHO: O CONCEITO DO TRABALHO DA ANTIGUIDADE AO SÉCULO XVI -/- SOCIOLOGY OF WORK: THE CONCEPT OF WORK OF ANTIQUITY FROM TO THE XVI CENTURY -/- RESUMO -/- Ao longo da história da humanidade, o trabalho figurou-se em distintas posições na sociedade. Na Grécia antiga era um assunto pouco, ou quase nada, discutido entre os cidadãos. Pensadores renomados de tal época, como Platão e Aristóteles, deixaram a discussão do trabalho para um último plano. Após várias transformações sociais entre (...)
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  30.  90
    Reflexões sobre a Metodologia do Ensino de Filosofia.Emanuel Isaque Cordeiro da Silva - manuscript
    REFLEXÃO SOBRE A METODOLOGIA DO ENSINO DE FILOSOFIA -/- -/- REFLECTION ON THE METHODOLOGY OF PHILOSOPHY TEACHING -/- -/- Por: Emanuel Isaque Cordeiro da Silva – IFPE-BJ, CAP-UFPE e UFRPE. E-mails: [email protected] e [email protected] WhatsApp: (82)9.8143-8399. -/- -/- -/- Etimologicamente, a palavra método é constituída pelos termos gregos metá, "por meio de", e hodós, "caminho". O método é, portanto, um "caminho por meio do qual" chegamos a um fim, atingimos determinado objetivo. -/- Vejamos qual é o desafio para o professor (...)
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  31.  40
    Os Direitos Humanos Contra as Utopias Políticas.Emanuel Isaque Cordeiro da Silva, Alana Thaís da Silva & Eduarda Carvalho Fontain - manuscript
    Se vivemos juntos apenas porque temos direitos e para termos mais direitos, então não temos nenhum motivo para imaginar uma salvação comum: a salvação não está no comum, mas no próprio. Por oposição ao Direito (em inglês, Law) que, impondo-se a todos de cima para baixo, normatiza objetivamente as relações entre cidadãos, há agora o império crescente dos direitos subjetivos (em inglês, rights) reivindicações particulares que tentam impor-se a todos de baixo para cima. Esses direitos costumam ser descritos como sendo (...)
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  32. Variations in Judgments of Intentional Action and Moral Evaluation Across Eight Cultures.Erin Robbins, Jason Shepard & Philippe Rochat - 2017 - Cognition 164:22-30.
    Individuals tend to judge bad side effects as more intentional than good side effects (the Knobe or side- effect effect). Here, we assessed how widespread these findings are by testing eleven adult cohorts of eight highly contrasted cultures on their attributions of intentional action as well as ratings of blame and praise. We found limited generalizability of the original side-effect effect, and even a reversal of the effect in two rural, traditional cultures (Samoa and Vanuatu) where participants were more likely (...)
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  33. Failing to Treat Persons as Individuals.Erin Beeghly - 2018 - Ergo: An Open Access Journal of Philosophy 5.
    If someone says, “You’ve stereotyped me,” we hear the statement as an accusation. One way to interpret the accusation is as follows: you haven’t seen or treated me as an individual. In this essay, I interpret and evaluate a theory of wrongful stereotyping inspired by this thought, which I call the failure-to-individualize theory of wrongful stereotyping. According to this theory, stereotyping is wrong if and only if it involves failing to treat persons as individuals. I argue that the theory—however one (...)
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  34. Stereotyping as Discrimination: Why Thoughts Can Be Discriminatory.Erin Beeghly - 2021 - Social Epistemology 35 (6):547-563.
    .Can we treat people in a discriminatory way in virtue of how we think about them? In this essay, I argue that the answer is yes. According to the constitutive claim, stereotyping constitutes discrimination, either sometimes or always. This essay defends the constitutive claim and explores the deeper justifications for it. I also sketch the constitutive claim’s larger ethical significance. One upshot is that we can wrongfully discriminate against (or in favor of) others in thought, even if we keep our (...)
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  35. Bias and Knowledge: Two Metaphors.Erin Beeghly - 2020 - In Erin Beeghly & Alex Madva (eds.), An Introduction to Implicit Bias: Knowledge, Justice, and the Social Mind. New York, NY, USA: pp. 77-98.
    If you care about securing knowledge, what is wrong with being biased? Often it is said that we are less accurate and reliable knowers due to implicit biases. Likewise, many people think that biases reflect inaccurate claims about groups, are based on limited experience, and are insensitive to evidence. Chapter 3 investigates objections such as these with the help of two popular metaphors: bias as fog and bias as shortcut. Guiding readers through these metaphors, I argue that they clarify the (...)
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  36. Introducing Implicit Bias: Why This Book Matters.Erin Beeghly & Alex Madva - 2020 - In Erin Beeghly & Alex Madva (eds.), An Introduction to Implicit Bias: Knowledge, Justice, and the Social Mind. New York, NY, USA: pp. 1-19.
    Written by a diverse range of scholars, this accessible introductory volume asks: What is implicit bias? How does implicit bias compromise our knowledge of others and social reality? How does implicit bias affect us, as individuals and participants in larger social and political institutions, and what can we do to combat biases? An interdisciplinary enterprise, the volume brings together the philosophical perspective of the humanities with the perspective of the social sciences to develop rich lines of inquiry. It is written (...)
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  37. Filosofia da Linguagem e da Lógica (Philosophy of Language and Philosophy of Logic, in Portuguese).Marcelo Carvalho, Celso Braida, João Carlos Salles & Marcelo E. Coniglio (eds.) - 2015 - ANPOF.
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  38. Reviving the Parameter Revolution in Semantics.Bryan Pickel, Brian Rabern & Josh Dever - 2018 - In Derek Ball & Brian Rabern (eds.), The Science of Meaning. Oxford: Oxford University Press. pp. 138-171.
    Montague and Kaplan began a revolution in semantics, which promised to explain how a univocal expression could make distinct truth-conditional contributions in its various occurrences. The idea was to treat context as a parameter at which a sentence is semantically evaluated. But the revolution has stalled. One salient problem comes from recurring demonstratives: "He is tall and he is not tall". For the sentence to be true at a context, each occurrence of the demonstrative must make a different truth-conditional contribution. (...)
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  39. Explaining Injustice: Structural Analysis, Bias, and Individuals.Saray Ayala López & Erin Beeghly - 2020 - In Erin Beeghly & Alex Madva (eds.), An Introduction to Implicit Bias: Knowledge, Justice, and the Social Mind. New York, NY, USA: Routledge. pp. 211-232.
    Why does social injustice exist? What role, if any, do implicit biases play in the perpetuation of social inequalities? Individualistic approaches to these questions explain social injustice as the result of individuals’ preferences, beliefs, and choices. For example, they explain racial injustice as the result of individuals acting on racial stereotypes and prejudices. In contrast, structural approaches explain social injustice in terms of beyond-the-individual features, including laws, institutions, city layouts, and social norms. Often these two approaches are seen as competitors. (...)
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  40. Ontologia e Predicação em Aristóteles.Lucas Angioni - 2000 - Campinas, Brazil: Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade de Campinas.
    Este livro é um 'ancestral' em pré-print do meu livro de 2006, Introdução à Teoria da Predicação em Aristóteles (ISBN 978-85-268-0716-1), publicado pela Editora da Unicamp (ver https://www.academia.edu/6912408/Introdu%C3%A7%C3%A3o_%C3%A0_teoria_da_predica%C3%A7%C3%A3o_em_Arist %C3%B3teles). O ancestral foi felizmente muito citado, mesmo depois da aparição do livro definitivo em 2006. -/- This is an ancestor (in pré-print) of my 2006 Book, 'Introdução à Teoria da Predicação em Aristóteles' (ISBN 978-85-268-0716-1), published by Editora da Unicamp (see https://www.academia.edu/6912408/Introdu%C3%A7%C3%A3o_%C3%A0_teoria_da_predica%C3%A7%C3%A3o_em_Arist %C3%B3teles). The ancestor was cited by many, even after the definitive book (...)
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  41. Lalumera, E. 2017 Understanding Schizophrenia Through Wittgenstein: Empathy, Explanation, and Philosophical Clarification, in Schizophrenia and Common Sense, Hipólito, I., Gonçalves, J., Pereira, J. (Eds.). SpringerNature, Mind-Brain Studies.E. Lalumera - forthcoming - In I. Hipolito, J. Goncalves & J. Pereira (eds.), Schizophrenia and Common Sense, Hipólito, I., Gonçalves, J., Pereira, J. (eds.). SpringerNature, Mind-Brain Studies. Dordrecht: Springer.
    Wittgenstein’s concepts shed light on the phenomenon of schizophrenia in at least three different ways: with a view to empathy, scientific explanation, or philosophical clarification. I consider two different “positive” wittgensteinian accounts―Campbell’s idea that delusions involve a mechanism of which different framework propositions are parts, Sass’ proposal that the schizophrenic patient can be described as a solipsist, and a Rhodes’ and Gipp’s account, where epistemic aspects of schizophrenia are explained as failures in the ordinary background of certainties. I argue that (...)
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  42.  23
    The Constitutive Claim: Payoffs and Perils.Erin Beeghly - 2022 - Social Epistemology Review and Reply Collective 11 (2):52-60.
    In “Stereotyping as Discrimination: Why Thoughts Can Be Discriminatory,” I propose that stereotyping someone—even if you manage to keep your thoughts hidden and don’t act on them—can constitute a form of discrimination (2021b). What, Alex Madva asks, are the practical implications of this claim? Even if I am correct that stereotyping constitutes a form of discriminatory treatment, it’s still possible that people should keep on speaking and acting as if “discrimination” refers exclusively to behaviors and policies. He invites me to (...)
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  43. What’s Wrong with Stereotypes? The Falsity Hypothesis.Erin Beeghly - 2021 - Social Theory and Practice 47 (1):33-61.
    Stereotypes are commonly alleged to be false or inaccurate views of groups. For shorthand, I call this the falsity hypothesis. The falsity hypothesis is widespread and is often one of the first reasons people cite when they explain why we shouldn’t use stereotypic views in cognition, reasoning, or speech. In this essay, I argue against the falsity hypothesis on both empirical and ameliorative grounds. In its place, I sketch a more promising view of stereotypes—which avoids the falsity hypothesis—that joins my (...)
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  44. Embodiment and Oppression: Reflections on Haslanger, Gender, and Race.Erin Beeghly - 2021 - In Brock Bahler (ed.), The Logic of Racial Practice: Explorations in the Habituation of Racism. Lanham, MA: Lexington Books. pp. 121-142.
    This chapter is an extended version (almost 2x in length) of an essay first published in Australasian Philosophical Review. -/- Abstract: In On Female Body Experience, Iris Marion Young argues that a central aim of feminist and queer theory is social criticism. The goal is to understand oppression and how it functions: know thy enemy, so as to better resist. Much of Sally Haslanger’s work shares this goal, and her newest article, “Cognition as a Social Skill,” is no exception. In (...)
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  45.  80
    AI with Alien Content and Alien Metasemantics.Herman Cappelen & Joshua Dever - forthcoming - In Ernest Lepore (ed.), Oxford Handbook of Applied Philosophy of Language. OUP.
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  46. The Dismissal of Feminist Philosophy and Hostility to Women in the Profession.Erin C. Tarver - 2013 - APA Newsletter on Feminist Philosophy 12 (2):8-11.
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  47.  60
    MERRINGTON, E. N. -The Problem of Personality. [REVIEW]A. E. T. A. E. T. - 1917 - Mind 26:489.
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  48.  18
    Fenomenologia enattiva. Mente, coscienza e natura.Andrea Pace Giannotta - 2022 - Milan: Mimesis.
    Qual è il rapporto tra la mente cosciente e la natura? A tale questione fondamentale si può rispondere in modi molto diversi, a seconda di come si concepiscono sia la mente che la natura. Questo lavoro offre una risposta originale, integrando la fenomenologia husserliana e la concezione enattiva all’interno di una prospettiva unitaria chiamata fenomenologia enattiva. Nel percorso qui sviluppato, il lettore troverà un’analisi ricca e aggiornata di alcune tra le questioni più dibattute nella filosofia della mente e nelle scienze (...)
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  49. Embodiment and Oppression: Reflections on Haslanger.Erin Beeghly - 2019 - Australasian Philosophical Review 3 (1):35-47.
    In ‘Cognition as a Social Skill’, Sally Haslanger enhances her theory of oppression with new concepts: ‘mindshaping,’ ‘doxa,’ ‘heterodoxy,’ and ‘hidden transcripts.’ This essay examines these new c...
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  50. Public and Private Meaning in Hume: Comments on Ted Morris’ “Meaningfulness Without Metaphysics: Another Look at Hume’s Meaning-Empiricism”.Erin Eaker - 2009 - Philosophia 37 (3):455-457.
    This paper raises questions concerning Ted Morris’ interpretation of Hume’s notion of meaning and investigates the private and public aspects of Hume’s notion of meaning.
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