Results for 'Ira'

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  1. A ira, o trovão e o círculo.Cristiano Novaes Rezende - 2012 - Analytica (Rio) 16 (1-2):85-118.
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  2. Real Impossible Worlds : the Bounds of Possibility.Ira Georgia Kiourti - 2010 - Dissertation, University of St Andrews
    Lewisian Genuine Realism about possible worlds is often deemed unable to accommodate impossible worlds and reap the benefits that these bestow to rival theories. This thesis explores (...)
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  3. Abductively Robust Inference.Finnur Dellsén - 2017 - Analysis 77 (1):20-29.
    Inference to the Best Explanation (IBE) is widely criticized for being an unreliable form of ampliative inferencepartly because the explanatory hypotheses we have considered at a (...) given time may all be false, and partly because there is an asymmetry between the comparative judgment on which an IBE is based and the absolute verdict that IBE is meant to license. In this paper, I present a further reason to doubt the epistemic merits of IBE and argue that it motivates moving to an inferential pattern in which IBE emerges as a degenerate limiting case. Since this inferential pattern is structurally similar to an argumentative strategy known as Inferential Robustness Analysis (IRA), it effectively combines the most attractive features of IBE and IRA into a unified approach to non-deductive inference. (shrink)
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  4. What Time Travelers May Be Able to Do.Peter B. M. Vranas - 2010 - Philosophical Studies 150 (1):115 - 121.
    Kadri Vihvelin, in "What time travelers cannot do" (Philos Stud 81: 315-330, 1996), argued that "no time traveler can kill the baby who in (...)fact is her younger self, because (V1) "if someone would fail to do something, no matter how hard or how many times she tried, then she cannot do it", and (V2) if a time traveler tried to kill her baby self, she would always fail. Theodore Sider (Philos Stud 110: 115-138, 2002) criticized Vihvelin's argument, and Ira Kiourti (Philos Stud 139: 343-352, 2008) criticized both Vihvelin's argument and Sider's critique. I present a critique of Vihvelin's argument different from both Sider's and Kiourti's critiques: I argue in a novel way that both V1 and V2 are false. Since Vihvelin's argument might be understood as providing a challenge to the possibility of time travel, if my critique succeeds then time travel survives such a challenge unscathed. (shrink)
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  5. The Direct Argument and the Burden of Proof.Ira M. Schnall & David Widerker - 2012 - Analysis 72 (1):25-36.
    Peter van Inwagen's Direct Argument (DA) for incompatibilism purports to establish incompatibilism with respect to moral responsibility and determinism without appealing to assumptions that compatibilists usually (...)consider controversial. Recently, Michael McKenna has presented a novel critique of DA. McKenna's critique raises important issues about philosophical dialectics. In this article, we address those issues and contend that his argument does not succeed. (shrink)
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  6. Rhetorical Humanism Vs. Object-Oriented Ontology: The Ethics of Archimedean Points and Levers.Ira Allen - 2014 - Substance 43 (3):67-87.
    Archimedes of Syracuse has long provided a touchstone for considering how we make and acquire knowledge. Since the early Roman chroniclers of Archimedeslife, and especially intensively (...)
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  7.  93
    The Direct Argument for Incompatibilism.David Widerker & Ira M. Schnall - 2014 - In David Palmer (ed.), David Palmer (ed.) Libertarian Free Will, Oxford University Press, 2014, pp. 88-106. Oxford University Press. pp. 88-106.
    Peter van Inwagen's Direct Argument (DA) purports to establish the incompatibility of determinism and moral responsibility, without appealing to the notion of avoidability, a notion on (...)whose analysis compatibilists and incompatibilists disagree. Van Inwagen intended DA to refute compatibilism, or at least to shift the burden of proof onto the compatibilist. In this paper, we offer a critical assessment of DA. We examine a variety of objections to DA due to John Fischer and Mark Ravizza, Ishtiyaque Haji, Seth Shabo, Michael McKenna, and David Widerker. We divide these objections into those based on dialectical considerations (section 1), and objections in the form of counterexamples to a central principle which the Direct Argument employs (sec 2). The conclusion we reach is that the proponent of DA can deal plausibly with these objections, thus establishing DA as a powerful argument in favor of incompatibilism. (shrink)
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  8.  13
    Sófocles: Teatro, Política e Desobediência Civil.Emanuel Isaque Cordeiro da Silva - manuscript
    Ciência Política: Introdução à Sófocles*1 -/- Science Politics: Introduction to Sophocles -/- Emanuel Isaque Cordeiro da Silva*2 -/- Sófocles (496/4-406 a.C.) -/- 1 CONTEXTO HISTÓRICO: TEATRO (...)E POLÍTICA -/- Na Grécia antiga, o teatro fazia parte das celebrações religiosas, especialmente nos rituais e representações dos festivais em homenagem ao deus Dionísio. A tragédia nasceu de tais circunstâncias, culminando seu apogeu no século V a.C., com as peças de Ésquilo*3 (525-456a.C.), SÓFOCLES*4 (496/4-406 a.C.) e Eurípedes*5 (480-406 a.C.). Pode-se dizer que, contrário ao que ocorre normalmente, a arte não se deixou preceder pela filosofia, pois os poetas eram filósofos, pensando com sua própria mente e constituindo-se na vanguarda intelectual do seu tempo. -/- SÓFOCLES, em 468 a.C., ganhou do consagrado Ésquilo, seu primeiro prêmio de tragédia, quando tinha vinte e sete anos. Ele nasceu em Colono, nas imediações de Atenas, filho de fabricante de espadas, que, com as guerras da Pérsia e do Peloponeso, aumentou seus serviços consideravelmente, enriquecendo a família. Não obstante, os demais atenienses empobreceram miseravelmente. SÓFOCLES era considerado bonito, inclusive sua estátua, que o representa na velhice, indica-lhe como um vigoroso homem. Era muito habilidoso em tudo o que fazia, tanto nas tragédias, como nas guerras e nos esportes. -/- Foi contemporâneo e amigo de Péricles*6 (495-429 a.C.), grande líder de Atenas, que lhe 6 ajudou a ocupar altos cargos, como o de tesoureiro e general, em 443 a.C. Em 440 a.C., encontrava-se entre os generais e comandantes das forças atenienses contra Pomos. Foi, ainda, membro do Comitê de Segurança Pública, votando a favor da Constituição oligárquica, em 411 a.C. Exerceu, também, funções de sacerdote. Era um homem alegre e amante dos prazeres, emanando encanto e simpatia, que lhes faziam perdoar os erros, envolvido com rapazes e cortesãs, inclusive teve um filho da célebre hetera Têoris.*7 Foi também contemporâneo de Eurípedes, ainda que nascido bem antes deste, mas ambos morreram no mesmo ano, em 406 a.C. -/- SÓFOCLES escreveu cento e treze peças, das quais nos chegaram sete, nesta ordem de procedência, Ajax (c. 445 a.C.) As Traquínias (c. 445 a.C.), Antígona (c. 442), Édipo Rei (c. 425), Electra (c. 415), Filoteuto (409) e Édipo em Colono (401). Ganhou o primeiro prêmio de teatro, por dezenove vezes, tendo vinte e sete anos na primeira, e oitenta e cinco, na última. Governou o teatro ateniense por mais de trinta anos, da mesma maneira que seu amigo Péricles governava Atenas. -/- Escreveu uma trilogia não intencional, com as tragédias Édipo Rei (425 a.C.), Édipo em Colono (401 a.C.) e Antígona (442 a.C.). A primeira foi o mais famoso dos dramas gregos, tendo uma abertura impressionante, com a população diante do palácio real de Tebas. Havia uma peste que assolava a cidade, e isso os oráculos identificaram como decorrência de um grande crime. A clássica narrativa tratava de um filho, Édipo, que inadvertidamente matara o pai, Laio, e se casara com a mãe, Jocasta, com a qual teve quatro filhos: Antígona, Polinice, Etéocles e Ismênia. Quando tudo fora descoberto, Jocasta se enforcara e Édipo, enlouquecido, arrancara os próprios olhos e abandonara Tebas, partindo para o exílio em companhia apenas de Antígona. em Édipo em Colonos, este estava envelhecido a mendigar em Colono, perto de Atenas, apoiado apenas pela filha. -/- Antígona foi a última peça da trilogia, ainda que tenha sido a primeira a ser escrita. Ao tomar conhecimento de que seus irmãos Polinice e Etéocles estavam em guerra pelo trono de Tebas, regressou apressada para tentar apaziguá-los. Não obstante, eles lutaram até a morte. Creonte aliado de Etéocles, tomou o reino e puniu a rebeldia de Polinice, proibindo que fosse sepultado. Antígona, evocando a crença de que o espírito de um morto se livrava das torturas da morte depois do corpo ser enterrado, violou o decreto de Creonte e sepultou seu irmão Polinice. Houve, então, o conflito entre as leis dos homens com as leis dos deuses, optando ela por esta, como esperavam as pessoas dignas de se comportarem. Antígona foi condenada pelo tio a ser enterrada viva, colocada em uma catacumba. Seu noivo, Hêmam, filho de Creonte, que desaparecera quando ela desobedecera o decreto real, voltou e encontrou sua prometida morta, suicidando-se em seguida.*8 O drama era denso em todos os seus elementos, mas se elevava quando discutia o comportamento que o cidadão devia ter frente às leis opressivas. -/- 2 DESOBEDIÊNCIA CIVIL: RECUSA DE ANTÍGONA -/- Antígona e sua irmã Ismênia representavam, respectivamente, os símbolos de resistência à tirania e de obediência à razão, colocando a lei de Creonte frente à lei da justiça. Diante do édito que impedia Antígona de sepultar Polinice, considerava a existência do direito natural de enterrá-lo, sendo este o seu drama político. Devia obedecer às leis da polis ou da consciência e dos princípios religiosos? Este drama é representado pelo magnífico texto de SÓFOCLES, quando Creonte perguntou se Antígona tripudiava sobre suas leis. Antígona lhe respondeu que: -/- “Essas leis não foram promulgadas por Zeus, nem mesmo a Justiça, que convive com os deuses do inferno, foi a que estabeleceu tais princípios para os homens. Ele ainda afirmou que os anúncios das leis de Creonte não tinham o poder que eles imaginavam que o tinha, e que um simples mortal pudesse suplantar os preceitos, não escritos e imutáveis dos deuses. Antígona ainda afirma que tais preceitos não foram de hora, como também não fora de ontem, mas que sempre vigoraram no mundo sensível, e que ninguém sabia ao certo de sua existência. Antígona afronta Creonte dizendo que por causa das leis do mesmo, não queria ser ela castigada perante os deuses por ter, de alguma forma, medo da ira e afronta de um reles mortal. Ainda diz que sua morte é algo inevitável, uma vez que é a única certeza dos homens, e que ela de vir em um tempo, pois isso não se pode ignorar, todavia se sua morte não a tivesse sido anunciada antes, e que com isso morrera antes do tempo, o tomaria como vantagem, uma vez que, submetido as mais variadas intempéries da vida, como não iria considerar sua morte um benefício? E com isso, essa dor de nada vale no tocante de seu destino. Antígona continua dizendo que em nada o afeta ao ver o cadáver do filho morto de sua mãe na condição de insepulto, uma vez que isso não lhe causa dor . O mesmo conclui dizendo que se achara que ele cometera um ato de loucura após a proclamação de sua resposta, talvez o achasse louco aquele que viera a condená-lo.”*9 -/- O conflito entre a lei positiva, enunciava o drama grego, e a lei natural, significava que esta identificava-se com a Justiça dos deuses, que era superior à lei da terra.*10 Para Antígona, aquela deveria sempre prevalecer, mas a sua morte representou o triunfo, mesmo que trágico, da lei da polis.*11 SÓFOCLES foi quem primeiro falou do direito de resistência, inclusive com a possibilidade de se sofrer uma grave sanção, como ocorreu com Antígona, e ainda assim sabendo suportar a dor.*12 A teoria não logrou desenvolvimento na Grécia antiga, nem na teoria política antiga. Deixou, porém, uma indagação que no século XVIII começou a ser respondida, pela forma clássica do direito de resistência. -/- NOTAS: *1: In. COSTA, N. N. Ciência Política. 3. ed. Rio de Janeiro: Forense, 2012. p. 61-67. *2: Tecnólogo em agropecuária pelo Instituto Federal de Pernambuco campus Belo Jardim. Normalista pela Escola Frei Cassiano Comacchio. Pesquisador assíduo de assuntos de cunho filosófico, com ênfase em política. *3: “Ésquilo, poeta grego (Elêusis, c. 525Gela, Sicília, 456 a.C.). Suas obras, As Suplicantes (c. 490), Os Persas (472), Os Sete contra Tebas (467), Prometeu Acorrentado (depois de 467) e a trilogia da Oréstia(Agamênom, Os Coéforos, As Eumênides) (458), fazem dele o verdadeiro criador da tragédia grega” (KOOGAN/HOUAISS. Enciclopédia e Dicionário Ilustrado, op. cit., p. 622). *4: “Sofócles, o poeta trágico grego (Colono, perto de Atenas, entre 496 e 494 a.C., Atenas 406 a.C.). Amigo de Péricles e Heródoto, cidadão completo, obteve, durante sua carreira excepcional, mais de 20 vitórias em concursos dramáticos. De sua obra, apenas sete tragédias, entre as mais de uma centena, e um drama satírico, do qual restam longos fragmentos, Os Cães de Caça, chegaram até nós: Ajax (c. 445 a.C.), Trachiniani (c. 445?), Antígona(442), Édipo rei (c. 425), Electra (c. 415), Filotecto (409), Édipo em Colono (401). Deu à tragédia sua configuração definitiva: elevando de 12 para 15 o número de integrantes do coro,acrescentou um terceiro ator e substituiu atrilogia unida pela trilogia livre, onde cada drama forma um todo. Em Sófocles, a ação da tragédia é levada a termo pela vontade e pelas paixões do herói, indivíduo excepcional que, em luta contra um destino que o oprime, continua livre” (Grande Enciclopédia Larousse Cultural, op. cit., vol. 22, p. 5.441). *5: “Eurípedes, poeta trágico grego (Salamina, 480Macedônia, 406,a.C.), cujas obras mais célebres são: Alcestes (438), Medeia (431), Hipólito (428), Andrômaca (c. 426), Hécuba (c. 424), Íon (c. 418), Ifigênia em Áulida, As Bacantes. Eurípedes introduziu várias inovações na tragédia: ênfase na análise psicológica, preocupações científica e filosóficas, coros independentes da ação, introdução de personagens do povo” (KOOGAN/HOUAISS. Enciclopédia e Dicionário Ilustrado, op. cit., p. 642). *6: Vide nota 7 do capítulo II, Herôdotos. *7: “Más-línguas afirmam que Sófocles consumou sua velhice com a hetera Têoris, tendo um filho. Seu filho legítimo Iófas, talvez temendo que o poeta legasse ao filho de Têoris, levantou contra ele uma ação judicial,acusando-o de servil e incapaz da administração dos bens, Sófocles, para provar sua lucidez, fez perante os juízes a leitura de certos trechos da peça que na ocasião estava escrevendo, e que se julgou ser Édipo em Colono, ao término da leitura, os juízes não o absolveram como o acompanharam até sua casa” (DURANT, Will. História da Civilização Mundial: nossa herança clássica, op. cit., vol. II, p. 314). *8: SÓFOCLES. Antígona. Brasília: Universidade de Brasília, 1997, p. 45. *9: Idem, op. cit., pp. 41-2. *10: “Aquela (Antígona), porém, prefere ficar com as ordens mais altas dos deuses, inacessíveis à maldade humana” (MACHADO PAUPÉRIO, A. O Direito Político de Resistência. ed. Rio de Janeiro: Forense, 1978, p. 38). *11: “Antígona, entretanto, rebelou-se contra o edital de Creonte, considerando o sepultamento um dever mais forte que as leis dos homens, principalmente em se tratando de parentes, e cumpriu, embora sumariamente, os ritos fúnebres de Polinice” (KURY, Mário da Gama. Dicionário de Mitologia Grega e Romana. Rio de Janeiro: Jorge Sales, 1990, p. 35). *12: “No século V a.C., os grandes trágicos gregos, Ésquilo, Sófocles e Eurípedes, empregavam os mitos antigos para explorar os mais profundos temas da condição humana” (TARNAS, Richard. A Epopeia do Pensamento Ocidental: para compreender as ideias que molduram nossa visão de mundo. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2000, p. 33). -/- . (shrink)
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  9.  6
    Sociologia: Aspectos Estruturais e Conjunturais.Emanuel Isaque Cordeiro da Silva, Alana Thaís da Silva & Eduarda Carvalho Fontain - manuscript
    SOCIOLOGY: STRUCTURAL AND CONJUNCTURAL ASPECTS Sabemos, por intermédio de pesquisas na área sociológica, que o nascimento e formação da Sociologia como ciência é proveniente de uma série (...)
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  10.  5
    Cassirers Revision of Cohen. Ira - 2019 - Proceedings of the 4th International Conference on Contemporary Education, Social Sciences and Humanities (ICCESSH 2019).
    Ernst Cassirer has been proclaimed a follower of Hermann Cohen. However, Cassirer modified the basic concepts of Cohens theory of knowledge, so that Cassirers philosophical positions (...) in many aspects actually stand in opposition to Cohens. Although Cassirer did follow Cohens methodology coherently, in that path he refuted the main positions of his teacher. Cohens philosophical task was forwarding Kants critical method to construct a theory of knowledge. He aimed not only to renew Kants method in the way he interpreted it, but also to revise, in accordance with Kants method, the uncritical positions of Kant's own theory of knowledge. Cohens methodology was intended to achieve this goal. In following his teachers task, however, Cassirer developed a set of functional concepts which coherently reveal and overturn the uncritical positions in the theory of knowledge, including the one essential for Cohen himself. Consequently, it may be said, CassirerrevisesCohens system in a same way that Cohen revised Kant. (shrink)
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  11.  91
    O Devido como Garantidor da Excelência: Análises a partir do Livro V da Ethica Nicomachea.Felipe Alves da Silva - 2016 - Clareira: Revista de Filosofia da Região Amazônica 3 (1):56-86.
    O presente trabalho tem por finalidade analisar, a partir do livro V da obra Ethica Nicomachea, se a justiça poderia ser tomada como um meio que irá (...)
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  12.  62
    De Husserl a Levinas. Un camino en la fenomenología.Francisco-Javier Herrero-Hernández - 2005 - Salamanca, España: Publications Pontifical University of Salamanca.
    Es sabido que Levinas pasa por ser uno de los primeros y mejores intérpretes de la obra de Husserl y tampoco nadie duda ya, a estas alturas (...)
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  13. Lokāyata: Journal of Positive Philosophy (ISSN :2249-8389) Vol.III, No.01, March, 2013.Desh Raj Sirswal (ed.) - 2012 - CPPIS Pehowa.
    In this issue…………….. P.Kesava Kumar: Against Brahminical Tradition: A Dalit Critique of Indian Modernity (4-17) Nirmala V.: Influence of Spandasastra on Abhinavaguptas Philosophy (18-20) (...)Shruti Rai : Philosophy of Language in Siddhntaaiva Philosophy (21-28) Bhumika Sharma : Relationship Between Dharma and Justice: An Indian Perspective (29-41) Reni Pal: Ahimsa and Satyagraha: Gandhi and the XIV Dalai Lama (42-48) Bhddhiswar Haldar: The Necessity of Gandhian Ethics for Better Future(49-52) Sima Baruah: What Makes Gandhi a Mahatma? (53-59) Jatinder Kumar Jain: Jainism in a Globalised World (60-66) Rinky Chowdhury: Evolution of Varna-srama System into Caste-System (67-69) K.J.Sandhu & Khusboo: Conceptual Framework of Acculturative Stress in relation to Organizational Integration of Employees (70-80) Dinesh Chahal & Nidhi Mehta: Motivation: An Easy Way to Learn (81-86) EMPIRICAL PAPERS Shalini Sisodia & Ira Das: Construction of a Scale for MeasuringEgotism’ (Ahamkaar) (87-95) P.K.Mona & Prachi Sharma: Psychological Determinants of Hypothyroidism(96-103) Surila Agrawala & Nidhi Gurbaxani: Quality of Life of Employed and Unemployed Married Women (104-109) NEW PUBLICATIONS (110-111) PHILOSOPHY NEWS IN INDIA (112-114) CONTRIBUTORS OF THIS ISSUE (115-116) Link: http://lokayatajournal.webs.com. (shrink)
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