Results for 'Linguagem'

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  1. A Ontopotencialidade da Linguagem em Heidegger.Paulo Alexandre E. Castro - 2004 - In Isabel Matos Dias & Irene Brges Duarte (eds.), Colóquios. Centro de Filosofia Univ.Lisboa. pp. 405-416.
    Pretendemos com este ensaio fazer uma bordagem à filosofia fenomenológica da linguagem de Heidegger; abordagem que procura realizar, senão mesmo justificar, isso mesmo que subjaz a uma linguagem que é doação, que é fazer vir à presença aquilo que é nomeado. Mas linguagem tem um sentido mais lato que não apenas fala ou falado. Linguagem como ‘dizer’. Um ‘dizer’ que se escuta para lá do simples dito, para lá de qualquer modo de ser do dasein (autêntico (...)
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  2.  32
    Cognição e linguagem: seria a linguagem um desafio para abordagens enativistas?Hugo Mota & Iana Valença - 2019 - A Mente Humana Para Além Do Cérebro – Perspectivas a Partir Dos 4Es da Cognição.
    Investigamos o problema da continuidade entre (1) cognições básicas e (2) complexas, especificamente em relação à linguagem. Nossa hipótese é a de que visões contemporâneas da linguagem não inviabilizam necessariamente a abordagem bottom-up ― abordagens tipicamente enativistas. Primeiro apresentamos a posição de Daniel Hutto e Erik Myin (2013, 2017), representantes do Radically Enactive Cognition (REC), a qual assume o desafio da continuidade e identifica na linguagem o critério para uma distinção de tipo entre (1) e (2). Em (...)
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  3. A paixão e a linguagem na mecânica da paz política no leviatã de Thomas Hobbes.Francisco Luciano Teixeira Filho - 2015 - Argumentos 7 (14):100-112.
    O artigo trata da ideia de paz política desde a mecânica dos corpos no Leviatã de Thomas Hobbes. Buscou-se compreender como um pressuposto egoísta pode chegar a uma ideia de consenso pela linguagem.
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  4. Mundo perceptível, mente e linguagem: uma leitura a partir de Thomas Reid.Jacson Jonas Faller - 2014 - Intuitio 7:139-156.
    Na filosofia moderna, Thomas Reid (1710-1796) foi um dos filósofos que olhou com atenção para o problema da vagueza das palavras quando utilizadas para expressar nosso pensamento ao outro. Ao tratar da concepção de linguagem, Reid parece abordar o tema da ambiguidade e da vagueza das palavras de modo a afastar os erros que a linguagem carrega consigo, apurando-a no sentido de torná-la mais adequada à representação dos fenômenos mentais e, desta forma, tornar possível o avanço sobre o (...)
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  5. Filosofia da Linguagem.Teresa Marques & Manuel García-Carpintero - 2012 - In Pedro Galvão (ed.), Filosofia: Uma Introdução por Disciplinas. Edições 70.
    A filosofia da linguagem dedica-se ao estudo da linguagem natural. Não se dedica ao estudo de línguas particulares, tal como o português, o castelhano ou o inglês, mas sim ao estudo filosófico de características gerais da linguagem e da nossa capacidade e proficiência linguística enquanto seres humanos. A investigação do desenvolvimento da linguagem é uma tarefa a ser desenvolvida pela ciência – a paleontologia, a neurologia, etc. Mas a ciência ocupa-se de algo de que temos um (...)
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  6. Filosofia da Linguagem - uma introdução.Sofia Miguens - 2007 - Porto: Universidade do Porto. Faculdade de Letras.
    O presente manual tem como intenção constituir um guia para uma disciplina introdutória de filosofia da linguagem. Foi elaborado a partir da leccionação da disciplina de Filosofia da Linguagem I na Faculdade de Letras da Universidade do Porto desde 2001. A disciplina de Filosofia da Linguagem I ocupa um semestre lectivo e proporciona aos estudantes o primeiro contacto sistemático com a área da filosofia da linguagem. Pretende-se que este manual ofereça aos estudantes os instrumentos necessários não (...)
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  7.  72
    Pensamento e linguagem nas afirmações condicionais.Gilberto Gomes - 2013 - D.E.L.T.A 1 (29):121-134.
    Conditional assertions are a peculiar language structure that manifests a specific cognitive operation. In order to express it, different languages have found different ways of using verb forms. Primary conditionals are here defined as those that presuppose the possibility of the falsity of both the antecedent and the consequent. In them, the truth of the antecedent appears as a sufficient condition for the truth of the consequent. The truth condition of primary conditionals is defined as the impossibility of the conjunction (...)
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  8. Quais São Os Vinculos Entre Aritmética E Linguagem ? Um Estudo Na Amazonia.Pierre Pica, Cathy Lemer, Véronique Izard & Stanislas Dehaene - 2005 - Revista de Estudos E Pesquisas 2 (1):199-236.
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  9.  28
    Linguagem e línguas - uma orientação básica filosófica, por Rolf Elberfeld. [REVIEW]Lucas Dos Reis Martins - 2013 - Ekstasis: Revista de Fenomenologia E Hermenêutica 2 (2):06-10.
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  10. Filosofia da Linguagem e da Lógica (Philosophy of Language and Philosophy of Logic, in Portuguese).Marcelo Carvalho, Celso Braida, João Carlos Salles & Marcelo E. Coniglio (eds.) - 2015 - ANPOF.
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  11. "Ser Que Pode Ser Compreendido É Linguagem": A Ontologia Hermenêutica de Hans-Georg Gadamer.Luiz Rohden - 2000 - Revista Portuguesa de Filosofia 56 (3/4):543 - 557.
    Este artigo constitui uma reflexão acerca desta central e controversa afirmação contida na terceira parte de Verdade e Método segundo a qual "ser que pode ser compreendido é linguagem". Depois de apresentar uma tríplice leitura dessa mesma afirmação, concretamente na sua dimensão platónica, kantiana, e hegeliana, o artigo procura sobretudo desenvolver uma leitura ontológica da mesma. É assim que, partindo dessa tríplice leitura, o presente trabalho intenta justificar e fundamentar a Ontologia hermenêutica de Gadamer, a qual considera ser, para (...)
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  12.  68
    Em busca do rádio esportivo: A definição de uma prática do jogo de linguagem radiofônico.Rafael Duarte Oliveira Venancio - 2016 - Rádio Leituras 5 (2).
    O presente trabalho visa entender como o rádio esportivo se estrutura dentro da linguagem do rádio. Partindo dos pressupostos que o rádio é uma linguagem regida por uma lógica (o jogo de linguagem) e uma pragmática (os gêneros do discurso), há o estudo detalhado do rádio esportivo enquanto modelo operacional em intersecção temática com o mundo radiofônico.
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  13.  47
    Filosofia das massas no pós-modernismo: simulacro, multiplicidade, jogos de linguagem e multitude.Rafael Duarte Oliveira Venancio - 2010 - Akrópolis 18 (3):183-194.
    O presente artigo busca analisar como o conceito de massas é analisado na filosofia dita pós-moderna. Usando a intersecção entre Filosofia da Linguagem e Filosofia Política, o conceito se metamorfoseia em diversos autores (Jean-François Lyotard, Jean Baudrillard, Roland Barthes, Gilles Deleuze) para desembocar naqueles que trabalham o conceito atualmente em filosofia: Michael Hardt e Antonio Negri.
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  14. Vozes da metafísica : sobre a crítica da linguagem e da negatividade na obra de Giorgio Agamben.Roan Costa Cordeiro - 2016 - Dissertation, University of Campinas
    O projeto de crítica das categorias éticas e políticas ¿ estéticas e jurídicas ¿ fundamentais do Ocidente tendo em vista a sua operatividade, o modo como estruturam a composição do tempo presente, segundo o tem perseguido Giorgio Agamben, desde antes, porém, de Homo sacer (1995-2015), seu mais vasto projeto filosófico, articula-se a partir do lugar de uma crítica à fundamentação da linguagem (e do ser) na negatividade. Tal é a proposta analítica que conduz as investigações deste trabalho. Se o (...)
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  15. Linguagem e acordos linguísticos em Aristóteles: contribuições para uma educação artística, poética e retórica.Erika Natacha Fernandes de Andrade & Marcus Vinicius da Cunha - 2016 - Educação E Filosofia 30 (Especial):243-268.
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  16. Finalidade e Funções da Linguagem em Agostinho de Hipona.Diana Couto - 2015 - Civitas Augustiniana 1 (4):11-19.
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  17. Linguagem E Verdade Em Leibniz E Hobbes.Vivianne Moreira - 2006 - Analytica 10 (2):45-87.
    The aim of this article is to identify some elements of Leibniz's criticism of Hobbes which could shed some light on the reasons that conduced Leibniz to adopt his intentional conception of truth. More specifically, I will try to identify some conclusions that Leibniz draws concerning the Hobbesian conception of truth, and then, to identify, on the basis of those conclusions, what Leibniz thought to be the way of preventing the errors he ascribes to Hobbes.
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  18. OS TÓPICOS E COMPETÊNCIA DIALÉTICA: LÓGICA E LINGUAGEM NA CODIFICAÇÃO DO DEBATE DIALÉTICO.Fernando Martins Mendonça - 2015 - Dissertation, University of Campinas
    Our aim is to argue for a deflationary interpretation of Aristotelian dialectic in the Topics, showing that dialectic is, for Aristotle, a specific sort of regulated debate, in contrast to a widely spread kind of interpretation which conceives dialectic as a method of philosophical investigation. Our claim is that an analysis carefully conducted of certain key texts does provide us with sufficient evidences for defending that the Topics is a handbook which codifies an existent art. This codification has a descriptive (...)
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  19. Linguagem, Significado e Verdade: Incertezas e Pilares na Pesquisa em Estudos da Linguagem.Talita de Oliveira - 2016 - Revista FSA 13 (3):180-198.
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  20. Aristóteles e a Linguagem: Estudo e tradução do Perì hermeneías (partes 1-6).Rívia Silveira Fonseca - 2009 - Dissertation, Unicamp, Brazil
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  21. O conceito de identidade na filosofia e nos atos de linguagem.Rubens Dias Maia - 2008 - Dissertation, UFSCAR, Brazil
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  22. Significação e Linguagem no Livro Gamma da Metafísica de Aristóteles.Thiago Silva Freitas Oliveira - 2009 - Dissertation, University of Campinas
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  23. O Ensino de Linguagem Entre a Tradição e as Perspectivas Científicas: Diretrizes para uma Abordagem Transdisciplinar.Marco Bispo dos Santos - 2010 - Dissertation, UFBA, Brazil
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  24. ¿Es la biología funcional eliminable?Andrea Olmos & Santiago Ginnobili - 2016 - Perspectivas 1 (2):69-100.
    RESUMEN Pocas polémicas en el ámbito de la filosofía de la biología han llevado tanto espacio como la que existen alrededor de la explicación funcional y del lenguaje funcional. Varios de los enfoques principales que han tratado de reconstruir este tipo de explicación y elucidar tal lenguaje, aunque fuertemente heterogéneos, comparten la idea de que el lenguaje funcional no es más que un modo de hablar del cual puede prescindirse, pues, asumen que el lenguaje funcional puede ser definido a partir (...)
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  25. O problema da abstração no realismo e no empirismo: um confronto entre Tomás de Aquino e David Hume.Marcos Seneda - 2012 - Ágora Filosófica 1:49-67.
    Este texto compara duas possibilidades epistêmicas de se construir conhecimento a partir da experiência registrada pelos sentidos: a defendida por Tomás de Aquino e a proposta por David Hume. O objetivo do texto é mostrar em que se separam autores assumidos como tão distanciados um do outro, mas que principiam aparentemente de uma noção cognoscitiva que parte da apreensão dos sentidos. O texto defende, por um lado, que os pressupostos ontológicos de Tomás de Aquino geram um modelo em que a (...)
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  26.  86
    O Conceito de Pessoa Em Peter F. Strawson.Jacson Jonas Faller - 2011 - Publicações Eletrônicas ediPUCRS: Anais.
    O presente texto tem como objetivo uma explanação iniciática sobre o conceito de Pessoa em Peter Strawson a partir de sua obra Individuals – An Essay in Descriptive Metaphysics. O trabalho é dividido em quatro breves momentos. Primeiramente é explanado o conceito de Pessoa em um panorama geral do conceito; frisando a preocupação de Strawson em situar problemas ontológicos em seu Esquema Conceitual, respaldado, basicamente, pela linguagem ordinária. No segundo movimento da apresentação, trataremos do conceito de Pessoa como sendo (...)
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  27. Psicologia como Filosofia - Filosofia como Psicologia - Artigos e Avaliações 2006-2019.Michael Richard Starks - 2020 - Las Vegas, NV USA: Reality Press.
    Uma vez que os problemas filosóficos são o resultado de nossa psicologia inata, ou como Wittgenstein disse, devido à falta de perspicuidade da linguagem, eles correm ao longo do discurso e comportamento humano, por isso há necessidade infinita de análise filosófica, não apenas no 'humano ciências' de filosofia, sociologia, antropologia, ciência política, psicologia, história, literatura, religião, etc., mas nas "ciências duras" da física, matemática e biologia. É universal misturar as questões do jogo de linguagem com as reais científicas (...)
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  28. Significado e Cognição. O Legado de Frege.João Branquinho - 2016 - In Léo Peruzzo Júnior E. Bortolo Valle (ed.), Filosofia da Linguagem. Curitiba, PR, Brasil: pp. 9 - 52.
    Queremos neste ensaio caracterizar de modo introdutório o essencial do legado de Gottlob Frege para a Filosofia da Linguagem contemporânea, identificando e caracterizando os traços distintivos mais genéricos de uma teoria do significado (ou conteúdo semântico) inspirada nas suas ideias seminais e contrastando-a com outras concepções actuais influentes acerca do significado, em especial as posições sobre o conteúdo singular (conteúdo expresso por nomes próprios e outros termos singulares) remotamente inspiradas em ideias de John Stuart Mill.
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  29. O problema da objetividade.Donald Davidson - 2013 - Skepsis: A Journal for Philosophy and Interdisciplinary Research 6 (9):141-159.
    Desde Descartes a epistemologia tem se baseado no conhecimento de primeira pessoa. Devemos começar, de acordo com a história usual, com o que é mais certo: o conhecimento de nossas próprias sensações e pensamentos. De uma maneira ou outra, progredimos então, se pudermos, para o conhecimento de um mundo externo objetivo. Há por fim uma passagem tênue ao conhecimento das outras mentes. Defendo uma total revisão desse quadro. Todo pensamento proposicional, quer positivo ou cético, sobre o interior ou sobre o (...)
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  30. Uso político da religião e uso religioso da política: uma análise a partir de duas interpretações exemplares - Marsílio e Maquiavel.José Luiz Ames - 2014 - Clareira: Revista de Filosofia da Região Amazônica 1 (2):220-239.
    We are presently confronted with an impressive growth of the religious phenomenon. This can be observed not only related to both the outbreak of new religions and the increasing attendance to worship services, but also for the presence of the religious language in the political discourse. We can see nowadays a political use of religion and a religious use of politics. When we approach the religions in a large scale perspective is possible to verify that in all of them both (...)
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  31. Termos Singulares Indefinidos: Frege, Russell e a tradição matemática.Daniel Durante Pereira Alves - 2016 - Saberes: Filosofia E Educação (Filosofia Lógica e Metafísica An):33-53.
    É bem conhecida a divergência entre as posições de Gottlob Frege e Bertrand Russell com relação ao tratamento semântico dado a sentenças contendo termos singulares indefinidos, ou seja, termos singulares sem referência ou com referência ambígua, tais como ‘Papai Noel’ ou ‘o atual rei da França’ ou ‘1/0 ’ ou ‘√4’ ou ‘o autor de Principia Mathematica’. Para Frege, as sentenças da linguagem natural que contêm termos indefinidos não formam declarações e portanto não são nem verdadeiras nem falsas. Já (...)
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  32. Para uma Historia da Psicologia.Paul Mengal & Marcio Miotto - Tradutor - jul-dez 2016 - Ideação 34:355-374.
    A história da psicologia, tal como aparece em algumas obras (E.G. Boring 1950; M. Reuchlin 1957; P. Fraisse e J. Piaget 1963) ou em capítulos introdutórios de alguns manuais (M. Reuchlin 1977), reflete uma adesão — raramente discutida — a uma concepção internalista. Segundo essa concepção, a psicologia seria animada por uma dinâmica própria, um processo evolutivo totalmente endógeno, e seria independente de fatores externos tais como os domínios religiosos, sociopolíticos e econômicos. Além do mais, os partidários dessa história aceitam (...)
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  33. Qual a motivação para se defender uma teoria causal da memória?César Schirmer Dos Santos - 2018 - In Juliano Santos do Carmo & Rogério F. Saucedo Corrêa (eds.), Linguagem e cognição. Pelotas: NEPFil. pp. 63-89.
    Este texto tem como objetivo apresentar a principal motivação filosófica para se defender uma teoria causal da memória, que é explicar como pode um evento que se deu no passado estar relacionado a uma experiência mnêmica que se dá no presente. Para tanto, iniciaremos apresentando a noção de memória de maneira informal e geral, para depois apresentar elementos mais detalhados. Finalizamos apresentando uma teoria causal da memória que se beneficia da noção de veritação (truthmaking).
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  34. A estética política do ativismo através de novas mídias.Meg Stalcup - 2016 - In Marinyze Prates de Oliveira & Jonathan Warren (eds.), Miradas sobre o Brasil: cultura, arte e poder. Editora da Universidade Federal da Bahia. pp. 13-33.
    Neste capítulo, analisa-se a documentação visual dos protestos de 2013, contrastando a cobertura da grande mídia em São Paulo e Rio de Janeiro com a de ativistas usando as tecnologias de nova mídia. Os temas centrais são a forma como o exercício do poder político é mediado através de novas tecnologias de mídia e a racionalidade política que anima os ativistas. Dito de outro modo, pergunta-se: por que os atores criaram imagens da forma que o fizeram e que objetivos políticos (...)
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  35. Enciclopédia de Termos Lógico-Filosóficos.João Branquinho, Desidério Murcho & Nelson Gonçalves Gomes (eds.) - 2006 - São Paulo, SP, Brasil: Martins Fontes.
    Esta enciclopédia abrange, de uma forma introdutória mas desejavelmente rigorosa, uma diversidade de conceitos, temas, problemas, argumentos e teorias localizados numa área relativamente recente de estudos, os quais tem sido habitual qualificar como «estudos lógico-filosóficos». De uma forma apropriadamente genérica, e apesar de o território teórico abrangido ser extenso e de contornos por vezes difusos, podemos dizer que na área se investiga um conjunto de questões fundamentais acerca da natureza da linguagem, da mente, da cognição e do raciocínio humanos, (...)
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  36. Non-Deterministic Algebras and Algebraization of Logics.Ana Claudia Golzio & Marcelo E. Coniglio - 2015 - Filosofia da Linguagem E da Lógica (Philosophy of Language and Philosophy of Logic, in Portuguese).
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  37.  24
    Against the metaphysical necessity of the law 'salt dissolves in water' / Contra a necessidade metafísica da lei 'o sal se dissolve em água'.Rodrigo Cid - 2010 - Abstracta : Linguagem, Mente E Ação 6:65-70.
    In this paper, I intend to argue against Alexander Bird‟s thesis (2001) that the law salt dissolves in water is metaphysically necessary. I briefly indicate Bird‟s argument for the necessity of such law, and then I provide a counter-argument to his thesis. In a general way, Bird wants to show that the existence of certain substances depends on the truth of certain laws, and that because of this the existence of such substances implies the existence of such laws. That would (...)
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  38. Exilados da Terra Gêmea: os experimentos mentais e a natureza da intencionalidade.César Schirmer dos Santos - 2010 - In Waldomiro José Silva Filho (ed.), Mente, linguagem e mundo. Alameda. pp. 281-292.
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  39.  34
    Detrascendentalizing Subjetivity: Paul Ricoeur's Revelatory Hermeneutics of Suspicion.Nythamar De Oliveira - 2004 - Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 50 (2):371.
    O artigo esboça o desenvolvimento da hermenêutica filosófica de Paul Ricoeur a partir de sua fenomenologia da vontade em direção a uma hermenêutica da revelação, mostrando como o projeto radical de destranscendentalizar a subjetividade, subjacente à recepção francesa copntemporânea de uma hermenêutica da suspeita, terma por favorecer um retorno pós-hegeliano a Kant e reformula a filosofia transcendental numa correlação histórica e socialmente mediada entre linguagem e subjetividade, juntamente com uma dialética entre poesis e práxis.
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  40.  31
    Por Que as Revoluções Científicas Não Destroem os Objetos Técnicos?Daniel Durante Pereira Alves - 2013 - Filosofia Contemporânea: Lógica, Linguagem E Ciência.
    Parece um fato bastante trivial que quando uma teoria científica se torna obsoleta, por ter sido substituída por outra, isto não tem nenhuma consequência para os objetos técnicos compatíveis com a teoria antiga. Pretendo, neste ensaio, responder à questão bem menos óbvia de por que isto se dá. Como subproduto, apresento uma defesa da teoria da ciência de Thomas Kuhn. Para tanto, inicio mostrando como a teoria de Kuhn foi motivada por considerações sobre a história da ciência. Em seguida, defendo (...)
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  41.  50
    A Interpretação condicional da possibilidade de agir diferentemente.Gilberto Gomes - 2005 - Ethic@ 12 (1-2):115-121.
    Freedom is often defined by the possibility of doing otherwise. The conditional interpretation of this possibility, advanced by Moore, maintains that to say that someone could have done otherwise is to say that someone would have done otherwise if she had decided to do so. This conception is adequate for the thesis that freedom is compatible with natural causality. The present article presents a defense of this interpretation against the argument with which Lehrer purports to have refuted it. As used (...)
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  42.  34
    Dor e historicidade no poema.Tito Palmeiro - 2015 - O Que Nos Faz Pensar 1:2015.
    Procuraremos investigar as condições filosóficas que permitiram que o pensamento de Heidegger tenha identificado, nos anos 1930, a questão da comunidade àquela da Alemanha. Trata-se de mostrar que isso se deve ao modo pelo qual ele compreendeu o contexto de surgimento de sua investigação. Na sequência de sua obra (em particular no conjunto de estudos sobre poesia da década de 1950, reunidos em A Caminho da Linguagem), Heidegger procurará interrogar uma transformação desse contexto que impedirá todo pensamento da comunidade (...)
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  43.  52
    Abstracta.Gonçalo Santos - 2014 - Compêndio Em Linha de Problemas de Filosofia Analítica.
    A noção de objecto abstracto desempenha um papel central em diferentes debates filosóficos contemporâneos, da metafísica à estética, passando pela filosofia da linguagem. A sua origem está contudo relacionada com a filosofia da matemática e em particular, com o trabalho de Frege nos fundamentos da aritmética. O nosso primeiro objectivo será assim o de explicar o contributo desta noção para o entendimento Fregeano da realidade matemática. Veremos também que, em virtude de certas dificuldades inerentes ao projeto Fregeano, a dada (...)
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  44. Cognition and Content.João Branquinho - 2005 - Lisboa, Portugal: Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa.
    Os tópicos e problemas filosóficos discutidos no volume são de natureza bastante variada: a natureza da complexidade computacional no processamento de uma língua natural; a relação entre o significado linguístico e o sentido Fregeano; as conexões entre a a agência e o poder; o conteúdo semântico da ficção; a explicação dos impasses éticos; a natureza dos argumentos cépticos; as conexões entre as dissociações cognitivas e o carácter modular da mente; a relação entre a referência e o significado. Estes tópicos deixam-se (...)
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  45.  79
    Definição de Conceitos Básicos na Reprodução Animal: Fertilidade, Fecundidade e Prolificidade - Suínos.Emanuel Isaque Cordeiro da Silva - manuscript
    1. INTRODUÇÃO -/- No "mundo" das produções animais, e sem que saibamos exatamente o motivo ou os motivos, não é incomum observar, mesmo a nível docente (faceta em que nos sentimos especialmente culpados), uma notável discussão (obscuridade de ideias e/ou na linguagem, produzida deliberadamente ou não) ao abordar os conceitos de fertilidade, fecundidade e prolificidade. -/- Esta falta de clareza conceitual torna-se tanto mais manifesta quando, precisamente a partir dos referidos conceitos, se pretende efetuar, por exemplo, uma programação ou (...)
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  46.  53
    Revisão de ‘OMaterial do Pensamento’ (The Stuff of Thought) por Steven Pinker (2008) (revisão revisada 2019).Michael Richard Starks - 2019 - In Delírios Utópicos Suicidas no Século XXI Filosofia, Natureza Humana e o Colapso da Civilization- Artigos e Comentários 2006-2019 5ª edição. Las Vegas, NV USA: Reality Press. pp. 76-87.
    Eu começo com alguns comentários famosos pelo filósofo (psicólogo) Ludwig Wittgenstein porque Pinker compartilha com a maioria de povos (devido às configurações padrão de nosso psychology inata evoluído) determinados preconceitos sobre o funcionamento da mente, e Porque Wittgenstein oferece insights únicos e profundos sobre o funcionamento da linguagem, pensamento e realidade (que ele viu como mais ou menos coextensivo) não encontrado em nenhum outro lugar. Ore é apenas referência a Wittgenstein neste volume, que é mais lamentável, considerando que ele (...)
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  47.  27
    Há algo como pragmáticos? -- Revisão da ‘Concise Encyclopedia of Pragmatics’ (Enciclopédia Concisa da Pragmáticos) 2a ed. (2009) (revisão revisada 2019).Michael Richard Starks - 2020 - In Entendendo as Conexões entre Ciência, Filosofia, Psicologia, Religião, Política, Economia, História e Literatura - Artigos e Avaliações 2006-2019. Las Vegas, NV USA: Reality Press. pp. 166-196.
    Claramente nem eu nem ninguém jamais leremos qualquer parte substancial desta enorme tomada, então discutirei o único artigo que mais me interessa e que acho que fornece o quadro necessário para entender todos os outros. Estou falando de Ludwig Wittgenstein 'W. Mesmo que eu tentasse discutir os outros, eu não passaria a primeira página, pois todos os problemas aqui surgem imediatamente em qualquer discussão de comportamento. Diferenciação de pragmáticos e semântica não faz sentido em grande parte. É defensável que este (...)
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  48.  44
    Nossos comportamentos inconscientes automatizados revelam nossos verdadeiros eus e verdades escondidas sobre o universo? -Uma revisão de David Hawkins ' ‘Power vs Force’ (Poder vs Força )-os determinantes ocultos do comportamento humano-oficial do autor edição autoritária ' 412p (2012) (edição original 1995)(revisão revisada 2019).Michel Richard Starks - 2019 - In Delírios Utópicos Suicidas no Século XXI Filosofia, Natureza Humana e o Colapso da Civilization- Artigos e Comentários 2006-2019 5ª edição. Las Vegas, NV USA: Reality Press. pp. 237-240.
    Eu estou muito acostumado com livros estranhos e pessoas especiais, mas Hawkins se destaca devido ao seu uso de uma técnica simples para testar a tensão muscular como uma chave para a "verdade" de qualquer tipo de declaração qualquer-i. e., não apenas para se a pessoa que está sendo testada acredita , mas se é realmente verdade! O que é sabido é que os povos mostrarão respostas fisiológicas e psicológicas automáticas, inconscientes a apenas sobre qualquer coisa que são expor a (...)
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  49.  12
    Ontología de la singularidad y el problema del lenguaje en Ludwig Feuerbach: para una lectura de Zur Kritik der Hegelschen Philosophie (1839).José Edmar Lima Filho - 2019 - El Arco y la Lira. Tensiones y Debates 7 (7):19-33.
    Neste texto trato da possibilidade de defender uma “ontolo- gia da singularidade” e seus reflexos no problema do conhecimento, bem como de oferecer uma introdução à questão da linguagem, todos estes problemas compreendidos como elementos de interesse no pensamento de Ludwig Feuerbach (1804-1872), restringindo-me a uma investigação situada nos limites de Zur Kritik der Hegelschen Philosophie (1839). Em primeiro lugar procuro desenvolver a demarcação con- ceitual do que chamo de “ontologia da singularidade”, pressuposto a partir do qual coube a (...)
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  50.  23
    Revisão de 'Seeing Things as They Are: a Theory of Perception' (Vendo as Coisas como são: uma Teoria da Percepção) (2015) (revisão revisada 2019).Michael Richard Starks - 2020 - In Entendendo as Conexões entre Ciência, Filosofia, Psicologia, Religião, Política, Economia, História e Literatura - Artigos e Avaliações 2006-2019. Las Vegas, NV USA: Reality Press. pp. 56-92.
    Como tantas vezes na filosofia, o título não só estabelece a linha de batalha, mas expõe os preconceitos e erros do autor, pois se podemos ou não entender o jogo de linguagem 'Ver as coisas como elas são' e se é possível ter uma "teoria filosófica" de percepção" (que é Pode ser sobre como a linguagem da percepção funciona), ao contrário de uma científica, que é uma teoria sobre como o cérebro funciona, são exatamente os problemas. Este é (...)
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