Results for 'Deflacionismo ontológico'

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  1.  56
    Desacordo.Teresa Marques - 2015 - Compêndio Em Linha de Problemas de Filosofia Analítica.
    Discordamos sobre todo o tipo de coisas: o que existe, como as coisas funcionam, o que fazer, de que gostamos, etc. Entre os vários tipos de desacordo discutidos em debates filosóficos contemporâneos encontram-se os desacordos irrepreensíveis, os desacordos meramente verbais, e os desacordos entre pares. Os diferentes tipos de desacordo dão lugar a diversos problemas filosóficos. Há filósofos defendem que se o desacordo sobre uma questão é irrepreensível, então talvez não haja verdades objectivas sobre essa questão, e que se um (...)
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  2. El argumento ontológico en Paul Tillich Y Jean-Luc Marion.Carlos Arboleda Mora - 2010 - Escritos 18 (40):36-51.
    Se presentan las concepciones sobre el argumento ontológico en Paul Tillich y en Jean-Luc Marion. Paul Tillich no ha creado una propia escuela de pensamiento, pero ha influido sobre muchos pensadores. Abre el camino a posteriores reflexiones, desde diversos puntos metodológicos, sobre el problema ontológico, sobre la realidad de Dios y sobre la relación del Ser con la cultura. Se puede decir que, a partir de él, se abren caminos para pensar el papel de la mística en el (...)
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  3. Sensazioni o proprietà sensibili? Lo statuto ontologico dei qualia in fenomenologia.Andrea Pace Giannotta - 2015 - In Roberta Lanfredini (ed.), Architettura della conoscenza e ontologia. Mimesis. pp. 157-187.
    In this paper, I address the issue of the ontological status of qualitative properties. I discuss the prevalent approaches to the problem of qualia in philosophy of mind, in relation to the various attempts at naturalizing the mind and the various theories of perception. I compare these views with Husserl's phenomenology, highlighting the phenomenological distinction between phenomenal contents of mental states and sensory properties of the perceived objects. I present some open issues of this view, in order to show how (...)
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  4. El argumento ontológico y la muerte de la metafísica. Dos visiones complementarias: Kant y Hegel.Hector Ferreiro - 2012 - Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 57 (3):99-120.
    The core of Kant’s criticism of the ontological argument is the thesis that existence is not a real predicate capable of being added to the concept of an object. The concept of the most perfect or the most real being is a subjective content that is as such completely determined, that is to say, that already has all the determinations that define that concept as such. Therefore, to know if that object also exists in the real world is indispensable that (...)
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  5.  10
    Da impossibilidade de uma relação de self-ownership: o dualismo ontológico na ilusão da auto-propriedade.Diego Ramos Mileli - 2018 - Revista Trágica: Estudos de Filosofia da Imanência 11 (2):105-126.
    O conceito de self-ownership é frequentemente utilizado nos campos da Ética e da Filosofia Política para justificar ou negar a justeza de determinadas situações, atos ou práticas. As críticas a tal conceito são predominantemente focadas em seus corolários. No presente artigo a análise se concentra sobra as condições de possibilidade da existência de uma relação de propriedade de si mesmo – auto-propriedade – procurando-se demonstrar a impossibilidade de tal relação pela ausência de multiplicidade de elementos que possam constituir um proprietário (...)
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  6.  53
    El status ontológico de los valores desde mi perspectiva fenomenológica y no-hermenéutica.Obdulio Banda - 2015 - Eikasia. Revista de Filosofía 61:265-286.
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  7. El status ontológico de la esencia o del 'qué' de la cosa.Obdulio Banda - unknown - Lima: Fondo Editorial IIPCIAL.
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  8.  10
    Providencia divina y valor ontológico de los singulares: la polémica filosófica tardoantigua y la posición de Orígenes y de Nemesio de Émesa.Francisco Bastitta-Harriet - 2012 - Patristica Et Medievalia 33:37-50.
    El presente trabajo se concentra en el debate acerca de los alcances de la providencia que tuvo lugar entre las escuelas estoica, platónica y peripatética entre las siglos I y III de nuestra era. En ese contexto, analiza el problema del status ontológico de los singulares en Orígenes de Alejandría y Nemesio de Émesa. Influidos primariamente por la síntesis filoniana entre las distintas teorías griegas de providencia y la de las Escrituras, estos autores fundan la consistencia de los singulares (...)
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  9. "El status ontológico del principio de no-contradicción".Marroquín Obdulio Banda - 2014 - Exégesis (ISSN 2077-012X):11-16.
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  10.  57
    Realismo ontológico e antirrealismo epistemológico na problema do mundo externo em Hume.Leandro Hollanda - 2016 - In Jaimir Conte, Marília Cortês de Ferraz & Flávio Zimmermann (eds.), Ensaios sobre a filosofia de Hume. Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). pp. 403-432.
    No Tratado da natureza humana, David Hume dedica uma longa seção à problemática sobre a possibilidade da existência do mundo externo intitulada “Do ceticismo quanto aos sentidos”. A seção traz idas e vindas do autor no que diz respeito à resposta para o problema. Inicialmente, Hume dá como certa a existência externa dos corpos, i.e., independente das percepções, e avisa que sua investigação se limitará, apenas, às causas que levam a crer nisso. Sua pretensão inicial não é cumprida e logo (...)
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  11.  18
    O estatuto ontológico do conceito universal 'eidos' em Aristóteles.Susana Castro - 2004 - Ágora Filosófica 4 (1):129-139.
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  12.  4
    El status ontológico de los valores desde mi perspectiva fenomenológica y no-hermenéutica.Obdulio Banda Marroquín - 2015 - Eikasia. Revista de Filosofía 61:265-286.
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  13. O problema ontológico da consciência na mecânica quântica.Raoni Wohnrath Arroyo - 2015 - Dissertation, Universidade Estadual de Maringá
    Quantum mechanics is an area of Physics that deals with subatomic phenomena. It can be extracted from a vision of the physical world which contradicts many aspects of our everyday perception, prompting many philosophical debates and admitting different interpretations. Among the wide range of problems within the interpretation of quantum theory, there is the measurement problem. Some philosophical aspects of the problems concerning the notion of “measurement” in quantum mechanics are analyzed in order to identify how the problem arises in (...)
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  14.  47
    A ética como fundamento ontológico da compreensão em Gadamer.Natalie Oliveira da Cruz - 2016 - Dissertation, Universidade de Caxias Do Sul. Brazil
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  15.  32
    A técnica e seu índice ontológico para a ciência: questão hermenêutica acerca do sentido de ser tecnológico.Ramon Ordonhes - 2017 - Dissertation, Univeristy of São Paulo
    Este trabalho tem por tema a técnica moderna e sua relação com a ciência; sendo o ensaio heideggeriano (A questão da técnica) leitmotiv à discussão. Para tanto, o objetivo que cerca esta pesquisa diz respeito à pergunta - que é a técnica moderna? A esta interrogação se dá, portanto, uma questão ontológica de investigação. Todavia, o modo de se proceder ao exame deste objeto se faz por um caminho exploratório de cunho teórico, baseado na proposta hermenêutica, a fim de entender (...)
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  16. Ontologia da Arte.António Lopes - 2013 - Compêndio Em Linha de Problemas de Filosofia Analítica.
    Este artigo aborda as principais teorias sobre a natureza metafísica das obras de arte, cobrindo as propostas eliminativistas, monistas e pluralistas. Entre estas últimas, é dado destaque ao trabalho sobre a ontologia das artes performativas, e em particular, da música. Termina-se com uma referência à recente viragem da discussão para o campo da meta-ontologia e a polémica sobre a plausibilidade do revisionismo ontológico no caso de artefactos ou objectos sociais.
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  17.  98
    El problema metafísico de la verdad.Gonzalo Rodriguez-Pereyra - 2000 - Revista Latinoamericana de Filosofia 26 (2):351-59.
    In this paper I present what I call the 'Metaphysical Problem of Truth', which consists in explaining in virtue of what all true sentences are true, and argue that a version of the Correspondence Theory of Truth is the most plausible solution to this problem.
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  18. Il test della falsa credenza.Marco Fenici - 2013 - Analytical and Philosophical Explanation 8:1-56.
    La ricerca empirica nelle scienze cognitive può essere di supporto all’indagine filosofica sullo statuto ontologico e epistemologico dei concetti mentali, ed in particolare del concetto di credenza. Da oltre trent’anni gli psicologi utilizzano il test della falsa credenza per valutare la capacità dei bambini di attribuire stati mentali a se stessi e a agli altri. Tuttavia non è stato ancora pienamente compreso né quali requisiti cognitivi siano necessari per passare il test né quale sia il loro sviluppo. In questo articolo (...)
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  19. La responsabilidad para con el otro: Una crítica a Occidente.Manuel Losada Sierra - 2005 - Universitas Philosophica 44:39-62.
    La obra de Lévinas propone asumir la ética como Filosofía Primera. Allí convergen dos fuentes de inspiración filosófica, el pensamiento judío y la fenomenología, y la experiencia histórica de persecución, violencia y desconocimiento del otro que exigió a Lévinas criticar el totalitarismo ontológico griego con el propósito de hacer justicia a la Alteridad y dar primacía así a la Responsabilidad para con el Otro sobre la Libertad autónoma del Yo. Luego, el autor retorna la crítica de Lévinas a la (...)
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  20. Sentido encarnado y expresión en Merleau-Ponty.Leonardo Verano Gamboa - 2008 - Daimon: Revista Internacional de Filosofía 44:105-116.
    El texto se propone abordar el problema de la expresión en la filosofía de Merleau-Ponty bajo tres aspectos generales: 1. Hacia una ontología de lo sensible, 2. Expresión y diferencia corporal y 3. Cuerpo y expresión creadora. A partir de la noción de naturaleza se busca, con el primer apartado, destacar el carácter ontológico de la percepción, con el fin de comprender por qué la percepción es ya expresión. En segundo lugar, se pretende ahondar en la tesis del cuerpo (...)
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  21.  83
    Rationalism and Modal Knowledge.Stephen K. McLeod - 2009 - Critica 41 (122):29-42.
    The article argues against attempts to combine ontological realism about modality with the rejection of modal rationalism and it suggests that modal realism requires modal rationalism. /// El artículo da argumentos en contra de que se intente combinar el realismo ontológico sobre la modalidad con el rechazo del racionalismo modal y sugiere que el realismo modal exige racionalismo modal.
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  22.  30
    Diodorus Cronus and the Logic of Time.Massie Pascal - 2016 - Review of Metaphysics 70 (2):279-309.
    The master argument posits a metaphysical thesis: Diodorus does away with Aristotle’s dunamis understood as a power simultaneously oriented toward being and non-being and proclaims that possibilities that fail to actualize are simply nothing. My contention is that this claim is not a mere application of Diodorus’ contribution to modal logic. Rather, Diodorus creates an ontologico-temporal concept of possibility and impossibility. Diodorus envisions the future as the past that the future will become. Since what will have been can never be (...)
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  23.  75
    Possibilitas – Materia (Cusanus).Manzo Silvia - 2014 - In Manuductiones. Festschrift zu Ehren von Jorge M. Machetta und Claudia DʼAmico. Aschendorff. pp. 191-209.
    La concepción cusana de la possibilitas / materia (posibilidad / materia) está directamente ligada con la doctrina de los modos de ser (modi essendi) sobre los que el Cusano se explaya, con diversos grados de profundidad, en varias de sus obras, entre las que se cuenta De docta ignorantia (1440), De conjecturis (1440), De Mente (1450), De venatione sapientiae (1462) y De ludo globi (1463). A lo largo de esas obras Nicolás de Cusa aborda dos aspectos centrales de la posibilidad (...)
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  24.  90
    Tutto in questa vita: considerazioni sull’etica e la morale dei Cārvāka/Lokāyata.Krishna Del Toso - 2013 - In Krishna Del Toso & Pietro Piro (eds.), Perché guardare a Oriente? Prospettive, risorse e visioni di un mondo non più lontano. Tipheret Editore. pp. 117-133.
    In questo saggio sono espresse alcune riflessioni concernenti l’orizzonte etico-morale proprio della scuola di materialismo indiana nota con il nome di Cārvāka/Lokāyata. La discussione si sviluppa secondo i seguenti punti: 1. Gli assunti ontologico-psicologici; 2. Gli assunti epistemologici; 3. L’etica e la morale; 4. Conclusioni.
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  25.  82
    Animale, "transanimale" e umano nel pensiero di Hans Jonas / Animal, "transanimal" and Human in Hans Jonas' Thought.Roberto Franzini Tibaldeo - 2015 - Pensando – Revista de Filosofia 6 (11):415-435.
    Il pensiero di Hans Jonas, specie per quel che riguarda la cosiddetta “biologia filosofica”, tratta indirettamente del rapporto tra essere umano e animale. A questo riguardo, Jonas rifiuta sia l’approccio dualistico, sia quello monistico-riduzionistico e propende al contrario per una complessiva reinterpretazione del fenomeno della vita nei termini di quel che egli definisce una “rivoluzione ontologica”. In virtù di ciò, il pensatore rintraccia lo specifico del fenomeno della vita e individua nelle forme viventi una scala naturae di complessità, auto-trascendimento e (...)
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  26.  79
    Tiempo.Juan Jose Sanguineti - 2015 - Diccionario Interdisciplinar Austral.
    En esta voz se considera el tiempo como una dimensión de la realidad física que se manifiesta en la percepción de las cosas en su devenir y cuya realidad ontológica se apoya en las transformaciones naturales. Primeramente se afronta la temática del tiempo físico y sus características en una perspectiva filosófica. Se tocan cuestiones fundamentales como el estatuto ontológico del presente/pasado/futuro, la realidad o irrealidad del instante, la simultaneidad, la unidad y pluralidad de tiempos, la dirección temporal (flecha irreversible (...)
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  27.  98
    Spiegazioni, omissioni e resoconti causali.Daniele Santoro - 2014 - In Elena Casetta & Valeria Giardino (eds.), Mettere a fuoco il mondo. © ISONOMIA – Epistemologica, University of Urbino. pp. 72-85.
    In «Mancanze, omissioni, e descrizioni negative»,55 Achille Varzi esplora le conseguenze di una forma comune di ragionamento causale, quella in cui citiamo mancanze od omissioni nel fornire una spiegazione delle cause degli eventi. Tale forma appare di comune uso nei contesti normativi del diritto, nelle spiegazioni tipiche delle scienze sociali e, più in generale, nel ragionamento ordinario. Ciò che accomuna questi casi è l’idea intuitiva secondo cui le cause possono anche consistere in eventi negativi. L’intuizione non è però metafisicamente innocua, (...)
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  28.  34
    El test de Turing: dos mitos, un dogma.Rodrigo González - 2007 - Revista de Filosofía 63:37-53.
    Este artículo analiza el Test de Turing, uno de los métodos más famosos y controvertidos para evaluar la existencia de vida mental en la Filosofía de la Mente, revelando dos mitos filosóficos comúnmente aceptados y criticando su dogma. En primer lugar, se muestra por qué Turing nunca propuso una definición de inteligencia. En segundo lugar, se refuta que el Test de Turing involucre condiciones necesarias o suficientes para la inteligencia. En tercer lugar, teniendo presente el objetivo y el tipo de (...)
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  29.  11
    Metafisica e ontologia.Kevin Mulligan - 2009 - Swiss Philosophical Preprints.
    Le parole “metafisica” e “ontologia” si dicono in molti modi diversi nella filosofia del XX secolo, tanto all’interno della filosofia analitica quanto altrove. Sono spesso usate per parlare della teoria o dell’analisi di ciò che c’è, delle specie principali di ciò che c’è e dei loro rapporti. Ma i positivisti viennesi, per esempio, chiamavano “metafisiche” le filosofie che non amavano (Carnap, 1985; Campbell, 1976, cap. 2); e se Quine parla dell’impegno ontologico o ontico di una teoria, non intende con ciò (...)
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  30. ¿Ontología u Ontologías?Paulo Vélez León - 2015 - Disputatio. Philosophical Research Bulletin 4 (5):299-339.
    [ES] En recientes décadas se ha observado un renovado interés por algunos de los temas clásicos de la ontología, desde áreas de conocimiento externas a la filosofía, sin embargo, este renacimiento ontológico ha «estimulado» una multiplicidad y diversidad de teorías y concepciones «ontológicas» que ha dado como consecuencia una proliferación de «ontologías» y de interminables batallas para determinar qué tipo de «entidades» estudian sus respectivos «dominios», que a su vez se consideran autónomos e independientes entre sí, inclusive de la (...)
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  31. ¿Quién soy yo y quién eres tú? La reformulación gadameriana de la aperturidad de la existencia.Andrés-Francisco Contreras - 2015 - Alea Revista Internacional de Fenomenología y Hermenéutica 12:39-63.
    Por medio de un contraste con el pensamiento heideggeriano, el estudio desarrolla la concepción gadameriana de la alteridad, el lugar que ocupa este tema en la propuesta hermenéutica de Verdad y Método y la reformulación que ello supone de la manera como Heidegger concibe la aperturidad de la existencia humana y el acontecimiento mismo del ser. El trabajo inicia planteando la crítica de Gadamer al reconocimiento ontológico del otro por parte de Heidegger; muestra enseguida la oposición que se presenta (...)
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  32.  6
    Tempo e conceito: Arendt, leitora de Hegel.Nuno Pereira Castanheira & José Pinheiro Pertille - 2018 - Revista Dialectus 12:374-399.
    A obra de Hannah Arendt tem uma forte presença hegeliana, seja em virtude de convergências temáticas, seja em virtude de divergências fundamentais do ponto de vista metodológico, ontológico e político. Salvaguardadas as diferenças de detalhe no tratamento dessas questões, as convergências temáticas fazem-se notar na distinção entre social e político e no lugar que a singularidade ocupa nas suas teorias políticas. A sua divergência fundamental diz respeito à filosofia da história, à noção de temporalidade que lhe está associada e (...)
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  33.  88
    O problema da abstração no realismo e no empirismo: um confronto entre Tomás de Aquino e David Hume.Marcos Seneda - 2012 - Ágora Filosófica 1:49-67.
    Este texto compara duas possibilidades epistêmicas de se construir conhecimento a partir da experiência registrada pelos sentidos: a defendida por Tomás de Aquino e a proposta por David Hume. O objetivo do texto é mostrar em que se separam autores assumidos como tão distanciados um do outro, mas que principiam aparentemente de uma noção cognoscitiva que parte da apreensão dos sentidos. O texto defende, por um lado, que os pressupostos ontológicos de Tomás de Aquino geram um modelo em que a (...)
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  34. El arte y lo indecible: Meditaciones desde el pensamiento levinasiano.Esteban J. Beltrán Ulate - 2015 - HUMANITAS, Revista de Investigación, Universidad Católica de Costa Rica Anselmo Llorente y Lafuente 12 (12):125-136.
    Resumen Al artículo presenta una reflexión acerca de la obra de arte desde una lectura levinasiana, a partir de la noción de epifanía del rostro. La pesquisa asume en un primer momento una lectura de la crisis de los esteticismos del siglo XX, como manifestación del sinsentido de la vida, y se centra en el carácter meta-ontológico que deviene de la relación asincrónica rostro, teniendo como puerta de entrada la obra de arte. Palabras Clave: Estética, Infinito, Belleza, Otro, Trascendencia. (...)
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  35. Duas teorias realistas para a interpretação da semântica dos mundos possíveis.Renato Mendes Rocha - 2010 - Inquietude 1 (1):72-79.
    O discurso a respeito dos Mundos Possíveis pode ser uma ferramenta bastante útil para a filosofia. Pode ser útil, por exemplo, para a compreensão das modalidades, da necessidade e da possibilidade. No entanto, para utilizar o discurso dos Mundos Possíveis devemos ter uma explicação satisfatória do caráter ontológico da Semântica dos Mundos Possíveis. Para isso, precisamos responder a questões do tipo: O que é um Mundo Possível? De que forma eles existem? Em quantos Mundos Possíveis podemos falar? Há diversas (...)
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  36.  65
    Intuiciones Sobre la Noción de Obra Del Arte.Paulo Vélez León - 2012 - In Vélez León Paulo & Pacurucu Hernán (eds.), Políticas al borde. Una investigación estética sobre el arte contemporáneo cuencano en los discursos políticos actuales. Redesep. pp. 25-56.
    Algunas de las preguntas fundamentales de la filosofía del arte son: 1) ¿Qué es una obra de arte?, 2) ¿Qué es Arte?, 3) ¿Qué es el arte? Responderlas es determinar el sentido del arte. Este tipo de preguntas están planteadas bajo la fórmula ¿Qué es X?, es decir, preguntas en las cuales en lo simple esta lo complejo, preguntas en donde lo simple no quiere decir que sean sencillas; son preguntas que traen dentro de si su naturaleza y carácter metafísico- (...)-gnoseológico, y hasta axiológico. No es el propósito de este trabajo hacer frente o resolver estos problemas, sino proporcionar una aproximación al concepto de “obra de arte” en la época actual y como podría entenderse en relación a ciertos problemas ontológicos y epistemológicos actuales. -/- [Extended Version of: Vélez León, Paulo (2006). «Aproximaciones a la ¿obra de arte?». En Políticas al borde. Una investigación sobre el arte contemporáneo cuencano en los discursos políticos actuales, editado por Paulo Vélez León y Hernán Pacucuru. Cuenca: Universidad de Cuenca/Bienal Internacional de Cuenca, 2006, pp. 1-12]. (shrink)
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  37. El pensamiento de Agustín de la Riega.Proto Gutierrez Fernando - 2013 - FAIA.
    El pensamiento de Agustín de la Riega es, en esencia, revolucionario. No sólo porque a partir de él ha de de-construirse el primer fundamento de la filosofía fenomenológica, sino también porque abre el pensar filosófico a un plano de realidad efectiva (o, siguiendo a Agustín Basave Fernández del Valle, de habencia), que es en verdad una vida… más allá de las dicotomías modernas: objeto/sujeto, inmanencia/trascendencia, ser/ente, etc. La dimensión del haber -con estatuto trans-ontológico- es análogo al plano de fuerzas (...)
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  38. A vida e as fontes da normatividade: por uma história natural do conceito.Herivelto Pereira de Souza - 2010 - Dissertation, Universidade de São Paulo
    A posição filosófica chamada de externismo semântico caracteriza-se pela tese segundo a qual a individuação do conteúdo de estados mentais deve recorrer a fatores que não podem ser localizados na região geralmente circunscrita pela noção mesma de mente. Tal tese implica, em todo caso, que a suposta interioridade da vida psicológica não se basta para tornar inteligível as condições de possibilidade que o pensamento conceitual requer. Assim, se fatores externos aos indivíduos são vistos como desempenhando uma contribuição decisiva na própria (...)
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