Results for 'Filosofia Antiga'

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  1. Física e Filosofia Antiga em Werner Heisenberg: apropriações do legado clássico por um físico do século XX.Anderson Cleiton Fernandes Leite & Samuel Simon - 2013 - Archai: Revista de Estudos Sobre as Origens Do Pensamento Ocidental 11:21-31.
    O objetivo deste artigo é analisar os usos que Werner Heisenberg fez da filosofia grega em sua obra. Pretende-se relacionar tais usos não apenas com a argumentação interna presente nos textos do físico alemão, mas também com o contexto histórico, conflitos e debates entre as diversas interpretações da teoria dos quanta durante a primeira metade do século XX. Faremos, inicialmente, uma apresentação geral da teoria quântica e da presença da filosofia na obra de Heisenberg e, em seguida, um (...)
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  2. Introdução à História da Filosofia Antiga.João Hobuss - 2014 - Pelotas, Brazil: Dissertatio Filosofia.
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  3. Introdução à História da Filosofia Antiga.João Hobuss - 2014 - Pelotas, Brazil: NEPFIL.
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  4. A moral antiga e a moral moderna.Victor Brochard & Jaimir Conte - 2006 - Cadernos de Ética E Filosofia Política 8 (1):136-146.
    O artigo a seguir, “A moral antiga e a moral moderna” (“La morale ancienne et la morale moderne”), foi publicado originalmente na Revue Philosophique, ano XXVI, janeiro de 1901, p. 1-12. Nele, Brochard discute as principais diferenças entre a moral antiga e a moral moderna, destacando a ausência na moral antiga das idéias de dever e obrigação, tão caras à moral moderna a ponto de hoje não a concebermos sem elas. O esclarecimento das razões que levaram os (...)
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  5. Philosophical Investigation Series: Selected Texts on Political Philosophy / Série Investigação Filosófica: Textos Selecionados de Filosofia Política.Everton Maciel (ed.) - 2021 - Pelotas: Editora da UFPel / NEPFIL Online.
    Nossa seleção de verbetes parte do interesse de cada pesquisador e os dispomos de maneira histórico-cronológica e, ao mesmo tempo, temática. O verbete de Melissa Lane, “Filosofia Política Antiga” vai da abrangência da política entre os gregos até a república e o império, às portas da cristianização. A “Filosofia Política Medieval”, de John Kilcullen e Jonathan Robinson, é o tópico que mais demanda espaço na nossa seleção em virtude das disputas intrínsecas ao período, da recepção de Aristóteles (...)
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  6. Anais da V Conferência da Sociedade Brasileira de Filosofia Analítica.Úrsula Lied - 2018 - Série Dissertatio Filosofia.
    A proposta deste trabalho é investigar a contribuição da filosofia de Henri Bergson para as discussões atuais sobre a memória. Atualmente, o debate concentra-se entre as teorias causalistas e as teorias simulacionistas acerca da memória. O primeiro grupo defende que entre a representação atual de uma experiência passada e esta experiência, há uma conexão causal. Por outro lado, o segundo grupo entende que a principal contribuição para as representações atuais a respeito de eventos passados surge das condições do momento (...)
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  7. Panorama Histórico dos Problemas Filosóficos.Emanuel Isaque Cordeiro da Silva - manuscript
    Antes de entrar cuidadosamente no estudo de cada filósofo, em suas respectivas ordens cronológicas, é necessário dar um panorama geral sobre eles, permitindo, de relance, a localização deles em tempos históricos e a associação de seus nomes com sua teoria ou tema central. l. OS FILÓSOFOS PRÉ-SOCRÁTICOS - No sétimo século antes de Jesus Cristo, nasce o primeiro filósofo grego: Tales de Mileto2 . Ele e os seguintes filósofos jônicos (Anaximandro: Ἀναξίμανδρος: 3 610-546 a.C.) e Anaxímenes: (Άναξιμένης: 586-524 a.C.) tentaram (...)
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  8. Crítica à Metafísica.Emanuel Isaque Cordeiro da Silva & Alana Thaís da Silva - manuscript
    -/- FILOSOFIA: CRÍTICA À METAFÍSICA -/- PHILOSOPHY: CRITICISM TO METAPHYSICS -/- Por: Emanuel Isaque Cordeiro da Silva - UFRPE Alana Thaís Mayza da Silva - CAP-UFPE RESUMO: A Metafísica (do grego: Μεταφυσική) é uma área inerente à Filosofia, dito isto, é uma esfera que compreende o mundo e os seres humanos sob uma fundamentação suprassensível da realidade, bem como goza de fundamentação ontológica e teológica para explicação dos dilemas do nosso mundo. Logo, não goza da experiência e explicação (...)
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  9. Exercícios Filosóficos em Epicteto.Diogo Luz - 2018 - Intuitio 11 (2):17-33.
    O presente artigo trata do pensamento de Epicteto pelo viés do exercício (áskēsis), ou seja, por meio de práticas que conduzem ao aperfeiçoamento de quem elege para si o ofício de filósofo. Para tal, inicialmente esclarecemos o que significam os exercícios na filosofia antiga, tendo como subsídio as teses de Pierre Hadot. Logo depois, exploramos seis exercícios que consideramos centrais para o filósofo de Nicópolis, contextualizando com os ensinamentos que estão envolvidos e descrevendo as principais características de seu (...)
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  10. Karl Marx: Trabalho e Classes Sociais.Emanuel Isaque da-Silva, Alana Thaís Mayza da Silva & Eduarda Carvalho Fontain - manuscript
    WEBARTIGOS -/- KARL MARX: TRABALHO E CLASSES SOCIAIS Publicado em 12 de June de 2019 por Emanuel Isaque cordeiro da silva -/- KARL MARX: TRABALHO E CLASSES SOCIAIS(1) -/- KARL MARX: WORK AND SOCIAL CLASSES -/- Alana Thaís Mayza da Silva - CAP-UFPE(2) Eduarda Carvalho da Silva Fontain - CAP-UFPE(3) Emanuel Isaque Cordeiro da Silva – IFPE-BJ, CAP-UFPE e UFRPE(4) -/- Dentro do mundo marxista, como para a Sociologia, a fundamental e principal obra de Karl Marx foi O capital (1867 (...)
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  11. Aristóteles E a refutação do intelectualismo socrático na explicação da acrasia em en VII 1-3.Fernando Mendonça - 2014 - Philósophos - Revista de Filosofia 19 (2):69-109.
    Nesse artigo, eu procuro mostrar que a leitura tradicional que atribui um procedimento dialético à abordagem aristotélica da acrasia, em Ética Nicomaquéia VII 1-3 provoca um sério problema interpretativo ao tentar compatibilizar a posição socrática acerca da acrasia e os phanomena. Primeiramente, tento mostrar, baseando-me numa análise de Tópicos I 1-2, que o procedimento metodológico, em EN VII 1 1145b2-7, não se caracteriza como dialético. Em segundo lugar, proponho uma leitura em que Aristóteles, passo a passo refuta a tese socrática (...)
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  12. Biografia sobre René Descartes.Emanuel Isaque Cordeiro da Silva -
    RENÉ DESCARTES: UMA BIOGRAFIA -/- RENÉ DESCARTES: A BIOGRAPHY -/- Emanuel Isaque Cordeiro da Silva - CAP-UFPE, IFPE-BJ e UFRPE. E-mails: [email protected] e [email protected] WhatsApp: (82)98143-8399. -/- -/- Nascido em 1596 em Haia, nas fronteiras de Touraine e Poitou, em uma família nobre, René Descartes vem ao mundo ao mesmo ano em que Johannes Kepler (1671-1630), em seu primeiro trabalho publicado (Mysterium cosmographicum), prova a superioridade da astronomia moderna (a de Nicolau Copérnico (1473-1543)) da astronomia antiga (a de Ptolomeu (...)
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  13. O Conceito do Trabalho: da antiguidade ao século XVI.Emanuel Isaque Cordeiro da Silva -
    SOCIOLOGIA DO TRABALHO: O CONCEITO DO TRABALHO DA ANTIGUIDADE AO SÉCULO XVI -/- SOCIOLOGY OF WORK: THE CONCEPT OF WORK OF ANTIQUITY FROM TO THE XVI CENTURY -/- RESUMO -/- Ao longo da história da humanidade, o trabalho figurou-se em distintas posições na sociedade. Na Grécia antiga era um assunto pouco, ou quase nada, discutido entre os cidadãos. Pensadores renomados de tal época, como Platão e Aristóteles, deixaram a discussão do trabalho para um último plano. Após várias transformações sociais (...)
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  14. O Método de René Descartes.Emanuel Isaque Cordeiro da Silva - manuscript
    RENÉ DESCARTES E O MÉTODO CARTESIANO -/- RENÉ DESCARTES AND THE CARTESIAN METHOD -/- Emanuel Isaque Cordeiro da Silva - CAP-UFPE, IFPE-BJ e UFRPE. E-mails: [email protected] e [email protected] WhatsApp: (82)98143-8399. -/- INTRODUÇÃO -/- Antes de abordar a metafísica tal qual Descartes a propõe como uma sólida “fundamentação” das ciências e, também, antes de falar das ciências construídas para a busca desse fundamento, é necessário analisar o método cartesiano, salve que é a alma desse presente artigo. Não se trata apenas de (...)
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  15. Sociologia do Trabalho: O Trabalho e a Sua Evolução Conceitual ao Longo Da História – Sobre A Definição de Trabalho.Emanuel Isaque Cordeiro da Silva - manuscript
    SOCIOLOGIA DO TRABALHO: O TRABALHO E A SUA EVOLUÇÃO CONCEITUAL AO LONGO DA HISTÓRIA – SOBRE A DEFINIÇÃO DE TRABALHO -/- -/- SOCIOLOGY OF WORK: WORK AND ITS CONCEPTUAL EVOLUTION THROUGH HISTORY – ON THE DEFINITION OF WORK -/- -/- Emanuel Isaque Cordeiro da Silva – IFPE-BJ, CAP-UFPE e UFRPE. E-mails: [email protected] e [email protected] WhatsApp: (82)98143-8399. -/- -/- RESUMO -/- Começamos, diminuto, com uma análise da complexidade do conceito de “trabalho”. Apresento ao leitor as várias interpretações que o mesmo termo (...)
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  16. A Consolidação da Sociedade Capitalista e a Ciência da Sociedade.Emanuel Isaque Cordeiro da Silva -
    PREMISSA No século XIX, ocorreram transformações impulsionadas pela emergência de novas fontes energéticas (água e petróleo), por novos ramos industriais e pela alteração profunda nos processos produtivos, com a introdução de novas máquinas e equipamentos. Depois de 300 anos de exploração por parte das nações europeias, iniciou -se, principalmente nas colônias latino-americanas, um processo intenso de lutas pela independência. É no século XIX, já com a consolidação do sistema capitalista na Europa, que se encontra a herança intelectual mais próxima da (...)
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  17. Sófocles: Teatro, Política e Desobediência Civil.Emanuel Isaque Cordeiro da Silva - manuscript
    Ciência Política: Introdução à Sófocles*1 -/- Science Politics: Introduction to Sophocles -/- Emanuel Isaque Cordeiro da Silva*2 -/- Sófocles (496/4-406 a.C.) -/- 1 CONTEXTO HISTÓRICO: TEATRO E POLÍTICA -/- Na Grécia antiga, o teatro fazia parte das celebrações religiosas, especialmente nos rituais e representações dos festivais em homenagem ao deus Dionísio. A tragédia nasceu de tais circunstâncias, culminando seu apogeu no século V a.C., com as peças de Ésquilo*3 (525-456a.C.), SÓFOCLES*4 (496/4-406 a.C.) e Eurípedes*5 (480-406 a.C.). Pode-se dizer que, (...)
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  18. A Educação de Jovens e Adultos como Transformação Social.Emanuel Isaque Cordeiro da Silva & Meuri Rusy Maria do Nascimento - 2017 - Dissertation,
    Monografia apresentada à banca examinadora da Escola Municipal Manuel Teodoro de Arruda, anexa do Colégio Frei Cassiano de Comacchio em Belo Jardim, para a obtenção do título de concluinte do curso de Normal Médio, oferecido pela instituição. A natureza do trabalho, em suma, consiste em apresentar perspectivas de trans formação social para a comunidade de jovens e adultos, o principal programa cunho do trabalho é a Educação de Jovens e Adultos a EJA, e como esse programa intervém na sociabilidade e (...)
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  19. Introdução a formação do Estado e da Política.Emanuel Isaque Cordeiro da Silva - manuscript
    INTRODUÇÃO A FORMAÇÃO DO ESTADO E DA POLÍTICA -/- Não existe a fixação exata de quando se formou a primeira organização política, entendida esta como uma relação assimétrica, em que um, ou alguns, governam e a grande maioria é governada. Pode ter sido em Jericó, na Palestina, onde se encontrou uma velha muralha de pedra, de dez mil anos atrás, supondo-se ter abrigado de dois a três mil habitantes. A diferença possível de se fixar era de que, antes, havia apenas (...)
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  20.  80
    Por Que as Revoluções Científicas Não Destroem os Objetos Técnicos?Daniel Durante Pereira Alves - 2013 - Filosofia Contemporânea: Lógica, Linguagem E Ciência.
    Parece um fato bastante trivial que quando uma teoria científica se torna obsoleta, por ter sido substituída por outra, isto não tem nenhuma consequência para os objetos técnicos compatíveis com a teoria antiga. Pretendo, neste ensaio, responder à questão bem menos óbvia de por que isto se dá. Como subproduto, apresento uma defesa da teoria da ciência de Thomas Kuhn. Para tanto, inicio mostrando como a teoria de Kuhn foi motivada por considerações sobre a história da ciência. Em seguida, (...)
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  21.  47
    A importância da literatura antiga para a formação do professor.Marcos Sidnei Pagotto-Euzebio - 2020 - In Marcos Sidnei Pagotto-Euzebio & Rogério de Almeida (eds.), O Mundo Antigo, o Livre Falar e o Livre Pensar. São Paulo: FEUSP - Coleção GALATEA. pp. 132-148.
    "Tentarei, neste texto, apresentar argumentos não só para recomendar os estudos da Antiguidade em educação, mas para deixar claro o quanto esses estudos são fundamentais para a formação do professor. Meus argumentos serão de dois tipos: em primeiro lugar, apresentarei a Antiguidade — e por esse nome eu me refiro à literatura dos antigos gregos e romanos — como uma herança que está à nossa disposição. Depois, quero apontar, sumariamente, a conexão necessária entre a presença dessa literatura e o vocabulário (...)
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  22.  91
    A akrasia antiga e a fraqueza da vontade contemporânea.Matheus Dias Bastos - 2020 - Dissertation, Puc-Rio, Brazil
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  23. A natureza da classificação dos seres vivos na Grécia antiga.Verônica Klepka & Maria Julia Corazza - 2018 - Diálogos (Maringa) 22 (2):202-224.
    Na História da Biologia, as classificações efetuadas por Platão e Aristóteles aos seres vivos são consideradas marcos metodológicos. Objetivando compreender em que medida essas classificações poderiam ser consideradas métodos construídos pelos filósofos gregos para o estudo dos seres vivos, conforme lhes denomina historicamente a literatura biológica, foram consultadas as obras platônicas, Timeu e O Político, e as aristotélicas, Partes dos Animais e História dos Animais. Buscou-se demarcar nestas obras como e para que empregaram a classificação no que diz respeito aos (...)
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  24. O NASCIMENTO DA CIÊNCIA ANTIGA.Júlio Fontana - manuscript
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  25. La filosofía en su uso teológico. Oportet Philosophari in Theologia // Philosophy in its theological use. Oportet Philosofari in Theologia.FranciscoJavier Herrero Hernández - 2012 - Salmanticensis 59 (3):441-460.
    Resumen: Este trabajo tiene como principal objetivo el de lograr una comprensión de la la filosofía en cuanto fundamento insoslayable para la teología. Sostiene, en primer lugar, la necesidad de desarrollar una teología más autocosciente en el sentido racional del σὺν λόγω, es decir, desde el programa plenamente actual de la fides quarens intellectum. Defiende, en segundo lugar, que la filosofía solo puede entenderse partiendo de la pretensión que la ha animado desde el comienzo de su andadura: la búsqueda de (...)
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  26. Filosofia da Linguagem: Reflexão e Sentido.Thiago Onofre Maia - 2019 - Basilíade - Revista de Filosofia 1 (1):87-99.
    Estas reflexões visam aproximar os conceitos linguístico-filosóficos vistos a partir da filosofia da linguagem nos diferentes períodos da história da civilização ocidental. A intenção é mostrar o modo como foram compreendidos os conceitos mais importantes da filosofia no campo da linguagem. Evidentemente, uma história repleta de detalhes, conceitos e circunstanciada por vários e complexos elementos culturais não poderia ser exposta de forma completa em poucas páginas. Assim, a nossa finalidade é antes mostrar os conceitos linguísticos considerados a partir (...)
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  27. Filosofia tehnologiei blockchain - Ontologii.Nicolae Sfetcu - manuscript
    Despre necesitatea şi utilitatea dezvoltării unei filosofii specifice tehnologiei blockchain, accentuând pe aspectele ontologice. După o Introducere în care evidenţiez principalele direcţii filosofice pentru această tehnologie emergentă, în Tehnologia blockchain explicitez modul de funcţionare al blockchain, punând în discuţie direcţiile ontologice de dezvoltare în Proiectarea şi Modelarea acestei tehnologii. Următoarea secţiune este dedicată principalei aplicaţii a tehnologiei blockchain, Bitcoin, cu implicaţiile sociale ale acestei criptovalute. Urmează o secţiune de Filosofie în care identific tehnologia blockchain cu conceptul de heterotopie dezvoltat de (...)
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  28.  11
    Filosofía de sentido común: ¿una acomodación recursiva? [REVIEW]David-Álvaro Martínez - 2022 - Logos. Anales Del Seminario de Metafísica [Universidad Complutense de Madrid, España] 55 (2):403-409.
    En estas notas críticas presento y analizo el libro de Javier Vilanova Arias, Filosofía de sentido común, poniendo especial énfasis en la legitimidad con la que se utiliza el término «sentido común». Para ello, expongo la tesis de Vilanova y planteo la problemática de defender o no un uso reiterado del mismo, entendiendo este como una acomodación recursiva que puede entrar en conflicto con la pluralidad semántica del lenguaje.
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  29. Filosofia Sem Filósofos: análise de conceitos como método e conteúdo para o ensino médio.Daniel Durante Pereira Alves - 2012 - Filosofia No Ensino Médio: Desafios E Perspectivas.
    Este artigo propõe a adoção do método da análise de conceitos conforme apresentada por John Wilson, como metodologia pedagógica e principal conteúdo para a disciplina de filosofia no ensino médio.
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  30. Filosofía Experimental y Economía Experimental: un enfoque híbrido.Fernando Aguiar, Antonio Gaitán & Blanca Rodríguez López - 2014 - Isegoría 51:623-648.
    En este artículo presentamos las principales corrientes de la Filosofía Experimental y atendemos a una de las críticas más severas a la que se ha sometido este reciente programa de renovación metodológica. Según Antti Kauppinen la Filosofía Experimental está condenada al fracaso porque no puede obtener mediante sus métodos el tipo de intuiciones que interesan a los filósofos –las intuiciones robustas del hablante competente. Aun aceptando parte de las críticas de Kauppinen, en este artículo sostenemos, en primer lugar, que la (...)
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  31.  73
    Filosofia no Ensino Médio: distinções preliminares para uma didática mínima da lógica.Gisele Dalva Secco - 2013 - Controvérsia 9 (2):89-102.
    O texto fornece distinções conceituais engendradas desde uma perspectiva para o ensino de filosofia que contempla, em seu horizonte, o projeto a construção de uma didática mínima da lógica para o ensino médio. Após a apresentação de alguns aspectos positivos da referida perspectiva são indicadas duas maneiras usuais de compreender e praticar o ensino de lógica. O objetivo central do texto é mostrar como, desde a perspectiva inicialmente esboçada, os esclarecimentos conceituais propostos podem sugerir caminhos interdisciplinares para a didática (...)
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  32. A Filosofia da Natureza de Aristóteles.Lucas Angioni - 2004 - Ciência and Ambiente 28.
    A filosofia da natureza de Aristóteles muitas vezes é apresentada como um capítulo inteiramente ultrapassado na história do pensamento: um “finalismo antiquado”, antropocêntrico, avesso à mensuração exata das condições materiais subjacentes aos fenômenos. Essa perspectiva, no entanto, é inadequada: não atenta para o papel relevante que Aristóteles atribui à matéria na explicação dos fenômenos naturais, assim como não atina com o real significado da teleologia aristotélica. Na contra-mão dessa perspectiva apressada, procuramos mostrar que, no cerne da filosofia aristotélica (...)
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  33. Sulla Filosofia Italiana Recente di E. O. Burman.Täljedal Inge-Bert - manuscript
    Erik Olof Burman (1845–1929) was professor of practical philosophy at the University of Uppsala, Sweden, between 1896 and 1910. In 1879 he published a long essay entitled ”Om den nyare italienska filosofien” (”On recent Italian philosophy”). About half the essay is devoted to the philosophical system of Antonio Rosmini (1797–1855), the second half to that of Vincenzo Gioberti (1801–1852). The text is mainly descriptive, apparently aiming at informing Swedish colleagues about the situation in Italy. However, there are also passages revealing (...)
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  34.  33
    La filosofía kantiana como procedimiento para emitir un juicio.Jesús Miguel Delgado del Aguila - 2022 - Pensamiento. Revista de Investigación E Información Filosófica 78 (299):1005-1012.
    Este trabajo retoma las categorías que trabaja Kant en función de la emisión de juicios con respecto al gusto y la estética. Para ello, es necesario que se considere el método que se configura a partir de la sistematización de las cosas y los fenómenos que intervienen para obtener su constitución. Asimismo, todo ello está orientado a precisar el concepto de estética, para que después se comprendan los tipos de juicios que se derivan de las facultades cognitivas, como los juicios (...)
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  35.  40
    Filosofia lui Platon.Sfetcu Nicolae - manuscript
    Filosofia lui Platon se înscrie pe linia presocraticilor, a sofiștilor și a tradițiilor artistice care stau la baza educației grecești, într-un cadru nou, definit de dialectică și teoria ideilor. Cunoașterea este pentru Platon o activitate a sufletului, afectată de obiectele sensibile, și de procesele interne. Platonismul își are originea în filosofia lui Platon, deși nu se confundă cu aceasta. Conform platonismului există obiecte abstracte (noțiune diferită de cea a filosofiei moderne care există într-un al tărâm distinct atât de (...)
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  36. Filosofía, actualidad y inteligencia en Xavier Zubiri.Roberto Hernáez - 1999 - Xavier Zubiri Review 2:55-63.
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  37.  15
    La filosofia aristotelico-cartesiana di Johannes de Raey.Andrea Strazzoni - 2011 - Giornale Critico Della Filosofia Italiana 7 (1):107-132.
    The search for an agreement between Aristotle’s and Descartes’ philosophy was aimed at making Cartesian physics acceptable in the Dutch universities by showing its consistency with Aristotelian thought. Their agreement is defended by Johannes De Raey in the Clavis philosophiae naturalis (1654), where he interprets the Corpus Aristotelicum from a Cartesian standpoint. Those Aristotelian positions which are inconsistent with Descartes’ are treated as erroneous. The Scholastic positions, moreover, are considered as distant from the true Aristotelian philosophy rediscovered by Descartes.
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  38. Filosofía de la educación: a la busca de nuevos sentidos.Walter Kohan - 1998 - Educação E Filosofia 12:91-121.
    La filosofía de la educación ocupa un lugar paradójico en el campo de los saberes. Diversas producciones teóricas - de filósofos y pedagogos - convergen en señalar este carácter problemático. Siendo un área temática propia de la filosofía, resulta un espacio en general poco disputado entre los filósofos, como si la educación no estuviera entre las grandes preocupaciones filosóficas de nuestro tiempo. Por el contrario, suelen ser pedagogos quienes llevan a cabo investigaciones y publicaciones en el área y, más aún, (...)
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  39. Reseña: Alex Ibarra Peña: Filosofía chilena: La tradición analítica en el período de institucionalización de la filosofía.Pedro D. Karczmarczyk - 2012 - Estudios de Filosofía Práctica E Historia de Las Ideas 14 (2):119-121.
    El presente trabajo de Alex Ibarra Peña recoge los resultados de una investigación cuyo tema es la constitución de un campo de estudios ligado a la filosofía analítica en Chile. El autor se propone una tarea informativa y crítica en la que cifra la novedad de su propuesta. En otros términos, la suya es una labor de rescate, de algunos filósofos y corrientes de pensamiento relegados en las narraciones hegemónicas de la institucionalización de la filosofía en Chile y una tarea (...)
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  40.  91
    La filosofia cosmica in Kant.Luciano Dottarelli - manuscript
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  41.  44
    Metáforas conceptuales en la filosofía académica panameña.Fernando Eliécer Vásquez Barba - 2022 - Ideas Y Valores 71 (178):137-160.
    Este trabajo tiene como objetivo principal examinar y determinar las consecuencias de las metáforas contenidas en las obras de Diego Domínguez Caballero, fundador de la filosofía académica panameña. Tales metáforas se volvieron fundamentales para el desarrollo discursivo de la filosofía panameña y también para las ciencias sociales en el país, como la historia y la sociología. Con este fin, recurriremos a la teoría de las metáforas conceptuales desarrollada por Lakoff y otros como una herramienta de ayuda para analizar las que (...)
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  42. Número especial: “La filosofía de Althusser a 50 años de Lire le Capital” en Representaciones. c.Pedro Karczmarczyk - 2015 - Número Especial: “La Filosofía de Althusser a 50 Años de Lire le Capital” En Representaciones. Revista de Estudios Sobre Representaciones En Arte, Ciencia y Filosofía, Vol XI, N° 1, Universidad Nacional de Córdoba, ISSN 1669-8401 (1):1-166.
    (CONTENIDO: LA FILOSOFÍA DE ALTHUSSER A 50 AÑOS DE LIRE LE CAPITAL Pedro Karczmarczyk, 3; DISCURSO Y DECRETO: SPINOZA ALTHUSSER Y PÊCHEUX Warren Montag 11; ALTHUSSER LECTOR DE GRAMSCI Vittorio Morfino 43 LAS ABSTRACCIONES, ENTRE LA IDEOLOGÍA Y LA CIENCIA João Quartim de Moraes 67 ELOGIO DEL TEORICISMO. PRÁCTICA TEÓRICA E INCONSCIENTE FILOSÓFICO EN LA PROBLEMÁTICA ALTHUSSERIANA, Natalia Romé 85 MARXISMO Y FEMINISMO: EL RECOMIENZO DE UNA PROBLEMÁTICA1 115 Luisina Bolla* / Pedro Karczmarczyk* 115 RRESEÑAS El materialismo de Althusser. Más (...)
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  43.  68
    Filosofía y vida. En defensa de la filosofía como necesidad vital.José Ramón Fabelo Corzo - 2010 - Dialectica (Misc) 42 (42):55-67.
    El tema de la importancia de la filosofía puede ser abordado desde muy diversas plataformas teóricas. Nos interesa en este ensayo, sobre todo, tratar el tema de la relación entre vida y filosofía. La idea básica que deseamos desarrollar acá es que la filosofía forma parte inalienable de la vida humana misma. Partimos de la idea de que a la filosofía la necesitamos porque nos es vitalmente necesaria, es decir, porque es necesaria para la vida.
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  44.  13
    A Filosofia do Direito de Kant segundo Paul Guyer a partir do oitavo capítulo da obra “Kant”.Rubin Souza - 2012 - Jus Navigandi 1 (1):1-17.
    O presente artigo apresentou a interpretação de Paul Guyer acerca da filosofia jurídica de Kant, delimitando seu objeto no oitavo capítulo da obra “Kant”. Procurou-se, por estratégia argumentativa, fixar-se no texto de Guyer, apresentado claramente o problema envolvido, a sua hipótese a e análise das variáveis. Concomitantemente procurou-se inserir uma breve apreciação crítica na forma de notas numéricas. Buscou-se, dessa forma, privilegiar o texto do autor, focando especificamente nos problemas por ele apresentado, sem, contudo, deixar de apresentar uma crítica (...)
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  45. Filosofía y política en la defensa de la 'naturalis contemplatio' en un aristotélico del renacimiento: Cesare Cremonini (1550-1631).Giulio F. Pagallo - 1999 - Apuntes Filosóficos 15:43-78.
    Se examina la defensa que de la filosofía en cuanto episteme, elaboró el aristotélico renacentista Cesare Cremonini (1550-1 631), al introducir el curso de lecciones sobre la Física de Aristóteles, según la redacci6n todavía inédita del Ms.200-2 de la Biblioteca Universitaria de Padua. Mediante un topos ya clásico, y actual, los temas en discusión son además de la falta de certitudo y la inconsistencia veritativa que afectan las conclusiones de la filosofía de la naturaleza, la inutilidad e incluso la peligrosidad (...)
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  46. Dalla filosofia dell’azione alla filosofia della mente – Riflessioni in onore di Sandro Nannini.Christoph Lumer & Giacomo Romano (eds.) - 2018 - Roma; Messina (Italy): corisco.
    “Dalla filosofia dell’azione alla filosofia della mente” è stato il percorso di alcuni filosofi di nazionalità varia degli anni 1980 – come Paul Churchland negli Stati Uniti o Ansgar Beckermann in Germania – che prima si sono interessati agli aspetti più teorici nella filosofia dell’azione, come il modo di funzionamento delle azioni e la loro spiegazione scientifica, e che poi, con l’arrivo e la diffusione dei personal computers e delle scienze cognitive, hanno ampliato e approfondito questo interesse (...)
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  47. Filosofia da Linguagem.Teresa Marques & Manuel García-Carpintero - 2012 - In Pedro Galvão (ed.), Filosofia: Uma Introdução por Disciplinas. Edições 70.
    A filosofia da linguagem dedica-se ao estudo da linguagem natural. Não se dedica ao estudo de línguas particulares, tal como o português, o castelhano ou o inglês, mas sim ao estudo filosófico de características gerais da linguagem e da nossa capacidade e proficiência linguística enquanto seres humanos. A investigação do desenvolvimento da linguagem é uma tarefa a ser desenvolvida pela ciência – a paleontologia, a neurologia, etc. Mas a ciência ocupa-se de algo de que temos um conhecimento intuitivo prévio (...)
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  48. Filosofia y metodologia an la economia.Uskali Mäki - 2008 - In Juan José Jardón Urrieta (ed.), Temas de Teoria Economica y so Metodo. Universidade de Santiago de Compostela.
    Este documento analiza las siguientes cuestiones: 1) La metodología de la economía y su actual institucionalización. 2) La definición de Economía. 3) Las perspectivas de los economistas acerca de la Economía, sus métodos y justificación. 4) Comprobación y progreso: Popper y Lakatos.5) Los modelos y sus supuestos. 6) Persuasión retórica y verdad. 7) La Economía como un recurso para la Filosofía de la Ciencia. 8) Expansionismo explicativo y relaciones interdisciplinares.
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  49.  50
    La filosofía en la modernidad: construcciones historiográficas y nuevas perspectivas.Silvia Manzo - 2022 - In Filósofas y filósofos de la Modernidad. Nuevas perspectivas y materiales para el estudio. La Plata, Provincia de Buenos Aires, Argentina: EDULP. pp. 9-21.
    Las narraciones que presentan la filosofía moderna como un periodo particular de la historia de la filosofía, al igual que las narraciones sobre otros periodos de la historia de la filosofía, son deudoras tanto de determinadas concepciones de la filosofía como de ciertas concepciones de su historia y de la historia. La mirada hacia el pasado filosófico se sitúa en un presente que, implícitamente o no, delimita el campo de lo que es considerado como filosofía y de lo propiamente filosófico, (...)
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  50.  79
    Análise do discurso: noções semânticas antigas e medievais.Remo Batista Sales - 2020 - Dissertation, Universidade Federal de Alagoas
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